Pessoa entendendo sobre custos fixos e variáveis

Custos Fixos e Variáveis: Saiba porque o seu negócio deve estar atento!

A dor comum de muitos empreendedores é justamente o controle financeiro da sua empresa. 

Isso porque muitos começam o próprio negócio sabendo o quanto investir, mas quase nunca estão preparados para os gastos imprevistos.

Se você é desse time que precisa organizar melhor as suas finanças, confira as dicas deste blog post e saiba como estruturar bem os custos fixos e variáveis da sua empresa.

Boa leitura!

Custos Fixos e Variáveis: qual é a diferença entre eles?

Não é novidade para ninguém que toda empresa possui seus custos e que eles são extremamente necessários para a estratégia de crescimento.

Porém, quando não há controle do que está sendo feito, muitos negócios acabam indo à falência. Por isso, é bem importante saber separar quais são os custos fixos e os variáveis.

  • Custos Fixos 

Esse tipo de custo é aquele mais constante, que já faz parte das obrigações mensais da empresa. 

Ou seja, independente de mudanças como na quantidade de vendas ou produções eles continuarão lá. 

São tipos de custos fixos contas de energia, salários dos colaboradores, materiais de limpeza, etc. 

É importante ressaltar que apesar de serem fixos, é comum existir uma margem de variação desses custos, como reajustes no preço da energia no Estado. Porém, essa variação é mínima e não ocorre com frequência. 

  • Custos variáveis 

Eles, diferente dos fixos, estão diretamente ligados à quantidade de produção ou venda e sofrem alteração conforme o tempo.

Dessa forma, deve-se levar em consideração fatores como mão de obra temporária, materiais para produções extras, etc.

Tudo aquilo que não faz parte da rotina da empresa e que foge do esperado é considerado um custo variável.  

As definições do que é um custo fixo e variável depende da natureza e realidade de cada empresa. 

Eles jamais podem ser padrões. Por isso é sempre importante estar atento ao que é constante ou ao que está mudando em curtos prazos. 

Mas, afinal, como calcular custos em uma empresa?

Simplificadamente explicando, todo custo da produção da sua empresa é o resultado da soma dos custos fixos com variáveis. 

Calma, parece confuso, mas na verdade esse cálculo é mais simples do que você imagina.

Para calcular os custos fixos, basta identificá-los e somá-los. Aluguel, salários e IPTU, por exemplo, são exemplos que devem ser somados como custos fixos.

Já os variáveis são identificados a partir do momento que são empregados em uma produção.

Tome como exemplo uma fábrica de doces e salgados que precisa aumentar sua produção no período da páscoa. Para dar conta dessa produção, é preciso aumentar a quantidade de materiais e a mão de obra dos funcionários.

Ou seja, nesse cenário é preciso identificar pontos como quanto custa as horas trabalhadas desses colaboradores extras, o preço de cada material incluso, etc. 

Identificando o total de custos fixos e variáveis, é só somá-los para obter o custo total da produção. 

Viu como é simples? Agora que você entendeu como calcular os custos tanto fixos quanto variáveis, chegou o momento de entender a diferença entre eles.

Confira no próximo tópico.

A importância de diferenciação entre custos fixos e variáveis

  • Precificação

Existem vários benefícios em fazer essa diferenciação. Um deles é a precificação do que está sendo produzido no seu negócio. 

Dessa forma você consegue identificar o quanto precisa gastar para produzir x produtos e qual é o preço mais justo para vendê-lo e obter lucro. 

Quanto maior a produção organizada, menor será o custo para a empresa e a lucratividade. 

  • Controle

Concorda que o sonho de todo empreendedor é ter um caixa organizado, com lucros maiores que despesas?

Então esse é um objetivo que pode ser mais facilmente alcançado com o controle dos custos fixos e variáveis.

Dessa forma, é possível manter os custos controlados, verificar diariamente o andamento do fluxo de caixa e saber para onde o dinheiro está sendo destinado.

Pois isso tudo também reflete diretamente na redução de gastos. 

  • Vendas

Em datas comerciais, como dia das mães e dia das crianças é comum o faturamento de muitos negócios subirem.

Mas, de nada adianta aumentar as vendas, se a lucratividade não seguir o mesmo ritmo.

Por isso, para se preparar bem para esses períodos, organizar os custos fixos e variáveis fazem toda a diferença. Assim, a empresa terá mais capital para investir caso necessário sem grandes danos.

  • Boas decisões

Ao controlar todos os custos é possível tomar decisões mais assertivas que com certeza refletirão em benefícios futuros, desenvolvimento correto e aumento na lucratividade. 

Pois de nada adianta tomar decisões se elas são unicamente baseadas em hipóteses e situações imaginárias propostas. É preciso ir além. 

  • Elaboração de estratégias

De nada adianta ter uma boa equipe de Marketing interna se ela não trabalha com dados reais do seu negócio. 

Por isso, o controle do fluxo de custos também é fundamental para a elaboração de estratégias que envolvem a comunicação de marca.

Por exemplo: se as vendas estão ótimas e o lucro também, o momento é de fidelizar os clientes. Porém, se as vendas estiverem péssimas e os problemas internos piores ainda, talvez seja o momento de pôr em prática uma gestão de crise.

Dica bônus: como reduzir os custos fixos e variáveis

Que os custos fazem parte da natureza de qualquer negócio, você já entendeu. Mas quando esses custos estão sendo excessivos e desnecessários?

Muitos gestores cometem erros e acabam pagando custos fixos mensais que não necessariamente precisam ser tão fixos assim. 

Por isso, esteja sempre atento ao que é necessário. Neste momento, os relatórios fazem toda a diferença.

Tenha uma equipe exclusiva para isso. Dessa forma é muito mais prático entender o que pode ser cortado sem afetar a qualidade da produção. 

Materiais de expediente, como canecas personalizadas, são excelentes para o meio ambiente e para reduzir a compra de copos descartáveis. Ou seja, um gasto a menos que pode ser resolvido com simples orçamentos.

Outros itens que podem ser dispensados são os papéis. A utilização de arquivos em nuvem, além de facilitar a troca de informações internas, reduz as compras de papéis, que podem não parecer, mas quando em volumes representam grandes custos. 

Em relação aos itens menos palpáveis, como energia elétrica, também é possível reduzir os gastos excessivos. 

Aumentar a entrada de luz natural nos escritórios, trocar as lâmpadas antigas por atuais que consomem menos, redução do uso de ar condicionado quando possível…

Tudo isso pode contribuir para a diminuição das contas de energia. 

Viu como simples ações podem mudar o dia a dia de custos excessivos? Isso pode ser facilmente detectado com muita análise e atenção aos detalhes. 

Afinal, o que pode ser um simples custo no presente pode representar um grande problema no faturamento de amanhã.

Conclusão

Agora que você entendeu a importância de entender o funcionamento dos custos fixos e variáveis, por que não aplicar no dia a dia da sua empresa?

Negócios com o financeiro bem organizado conseguem sobreviver a diferentes momentos do mercado e ainda conseguem atrair mais clientes devido as boas ofertas de produtos e serviços.

Uma dica bem interessante para não errar os cálculos e não deixar passar nenhuma despeja a mais é ter um relatório de todas as despesas mensais e sempre fazer a verificação desses gastos.

Portanto, hora da prática. Comece a organizar agora mesmo todos os custos e aumente suas vendas e, claro, sua lucratividade!

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