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Diagnóstico empresarial: Identifique os problemas de sua empresa

Como está a saúde financeira da sua empresa? E os processos, são bem definidos? As pessoas da sua equipe estão engajadas?

Quando estamos doentes, procuramos um médico para diagnosticar qual o problema que temos. O mundo empresarial também segue o mesmo raciocínio, quando algo não está indo bem na organização, é necessário realizar um diagnóstico para identificar quais pontos precisam de melhorias e quais aqueles em que podemos otimizar. 

 

Mas afinal, o que é um diagnóstico empresarial?

 

O diagnóstico empresarial é uma metodologia de avaliação de empresas que analisa detalhadamente o funcionamento da organização como um todo e das suas principais áreas de gestão.

Para as organizações, o diagnóstico possibilita ter uma visão mais clara e holística sobre os processos que envolvem a empresa, fazendo com que o gestor conheça melhor o seu negócio e consiga alcançar melhores resultados através de decisões estratégicas mais assertivas. 

O diagnóstico pode abranger várias áreas da organização, como por exemplo:

 

  • Área Financeira: Avalia a saúde financeira da organização, envolvendo o planejamento e análise do controle das atividades financeiras da empresa, com base nos principais indicadores de desempenho financeiro.
  • Área de Marketing e Vendas: Analisa o marketing da empresa como um todo, a relação com seus clientes e consumidores e avaliação do setor comercial da empresa e as vendas realizadas.
  • Área Estratégica: Avalia a estratégia da empresa, seus objetivos e metas a médio e longo prazo e auxilia a empresa na produção de um planejamento estratégico coerente com suas necessidades organizacionais. 
  • Área Operacional e de Pessoas: Analisa o engajamento dos colaboradores e o clima organizacional da empresa, além da identificação e padronização de processos, possibilitando uma equipe mais produtiva e motivada.

A partir da análise desses pontos, é possível que você consiga enxergar melhor os pontos fortes da sua organização e quais aqueles que precisam ser melhorados para que a empresa possua vantagens competitivas em um mercado cada vez mais disputado.

 

Benefícios de fazer um diagnóstico empresarial

 

Mesmo entendendo o que é um diagnóstico empresarial e como ele pode te ajudar, você ainda pode ter dúvidas do porque realizá-lo em sua empresa. Por isso, separei 6 benefícios que um diagnóstico pode trazer ao seu negócio:

 

  • Descobrir o grau de maturidade da sua organização:

 

O diagnóstico possibilita o empresário conhecer o grau de maturidade da sua empresa, através da avaliação de como os principais processos da organização são executados e os resultados gerados a partir deles. 

Esse conhecimento pode contribuir muito para o estabelecimento de estratégias e implementação de um processo de melhoria contínua na empresa. 

 

 

  • Identificar quais áreas são mais importantes para o seu negócio:

 

Cada empresa possui áreas mais importantes, ou que precisam de mais atenção e, dependendo dessa importância, deve-se criar planos de ação e estratégias baseadas no que for mais prioritário. Dessa forma, possibilita com que áreas como a de vendas, por exemplo, tenham estratégias mais assertivas gerando mais lucro para a empresa.

 

  • Fazer uma comparação do desempenho atual da empresa:

 

O diagnóstico propicia uma comparação da situação atual da empresa com desempenhos anteriores. Ao fazer essa comparação, pode-se ter clareza do que necessita de mais atenção na gestão da empresa e o que pode esperar um pouco mais.

 

  • Apresentar onde se encontra o problema e o que deve ser feito para solucioná-lo:

 

O diagnóstico empresarial permite que seja possível identificar exatamente quais são os erros que a empresa está cometendo que a impede de melhorar a sua gestão. Identificando esses erros e em que área da empresa ele está sendo cometido, é possível solucioná-lo com mais precisão e eficiência. 

Seguindo o exemplo que mencionei no início do texto, quando estamos doentes e vamos ao médico, ele identifica qual é o nossa doença e nos dá a melhor solução para melhorarmos o nosso problema. Da mesma forma acontece no mundo empresarial, quando a sua empresa apresenta problemas, é preciso realizar um diagnóstico para entender esses pontos a melhorar e dessa forma identificar a melhor solução para que o seu negócio volte a funcionar de forma saudável.

 

  • Identificar pontos fortes e pontos a melhorar da organização: 

 

Uma das grandes vantagens de realizar um diagnóstico é identificar os pontos fortes e fracos do seu negócio. Isso permite com que você entenda melhor sua empresa e consiga criar vantagem competitiva em cima dos pontos fortes da sua organização e minimizar os impactos que os pontos fracos podem gerar nas oportunidades que mercado apresenta.

 

  • Ter uma visão do mercado e da concorrência: 

 

Como já falado anteriormente, conhecer a sua organização pode te ajudar a criar oportunidades de negócios e minimizar os impactos que podem surgir pelos pontos fracos. 

Da mesma forma, conhecer o mercado e sua concorrência, pode te ajudar a criar vantagem competitiva perante os seus concorrentes e aproveitar as oportunidades que o mercado tem para ofertar de forma inteligente e eficaz.

 

A importância de uma opinião externa nesse processo

 

Muitos gestores têm dificuldades em realizar o diagnóstico empresarial, devido ao investimento de tempo necessário. Esse processo pode acabar tomando muito tempo de toda a equipe, fazendo com que deixem um pouco de lado as questões do dia dia do negócio.

Por isso, o ideal é optar por terceirizar esse processo, contratando uma consultoria.

Com o diagnóstico sendo realizado por uma empresa especializada, é possível ter uma visão imparcial e clara sobre o que está acontecendo no seu negócio.

Quando estamos na correria do cotidiano podemos não perceber os problemas que podem estar bem claros na nossa frente, por isso que alguém com esse olhar de fora é importante, contribuindo para um diagnóstico mais preciso e gerando ideias para solucionar os problemas detectados.

Feito todo o diagnóstico empresarial, é preciso que você e a sua equipe estejam comprometidos a colocar a mão na massa para resolver os problemas, tendo a consciência dos pontos em que sua empresa precisa melhorar!

E aí, entendeu a importância de um diagnóstico feito por especialistas para te auxiliar a entender mais sobre o seu negócio e assim conseguir melhorar os resultados da sua empresa? Agende uma conversa com a gente e tire todas as suas dúvidas de como podemos ajudá-lo!

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Cultura Organizacional: fortaleça o alinhamento de sua equipe

Cultura organizacional

Vamos fazer um exercício mental. Quando pensamos em um determinado país, qual a primeira coisa que vem à nossa cabeça? A resposta para muitos pode variar, é claro. Mas garanto que todas essas respostas possuem uma característica em comum: a cultura.

Quando falamos na Índia, por exemplo, imaginamos logo em grandes festividades hindus e animais transitando nas ruas daquele país, já que para eles, alguns animais são considerados sagrados em sua religião.

Cultura é isso, é o poder de identificação de um grupo social promovendo um senso de coletividade em comum que permite o crescimento da sociedade.

Em uma empresa, isso não é muito diferente, existindo a cultura organizacional que é bastante importante para desenvolvimento da mesma. Por isso, listamos aqui os principais pontos que você deve saber sobre esse conceito no meio empresarial.

Conceito

Fonte: Comunidade Sebrae

De uma maneira geral, a cultura organizacional pode ser definida pelo conjunto de valores, claros e bem estabelecidos, que são compartilhados pelos membros de uma empresa, melhorando o ambiente de trabalho e que caracterizam uma organização frente ao mercado e a sociedade. 

O termo “mundo empresarial” não é dito à toa e possui um grande significado. As empresas, são como um universo próprio e possuem valores, regimentos, crenças, hábitos, rotina atitudes, missões, linguagem, visões e outras características próprias que são difundidas pelos seus participantes com o objetivo de fortalecer os vínculos dos envolvidos e prosperidade da organização.

Tudo isso citado, se enquadra na cultura de uma organização, que por sua vez deve ser bem estabelecida e difundida para que alcance os objetivos desejados 

Um grande exemplo de modelo de cultura organizacional que é bastante conhecido é o da empresa Google. Você já deve ter escutado alguma vez na sua vida alguém falar: “Quero trabalhar na Google”.

Esse desejo é explicado pelo sucesso de sua cultura organizacional, no qual o ambiente de trabalho costuma ser bem descontraído, bem informal e bem divertido, diferente de muitas empresas que são muito formais. Além disso, os membros ganham diversos benefícios, como prêmios e viagens, que reconhecem o valor do trabalhador para o sucesso da empresa.

Essa cultura na Google acaba aumentando as relações pessoais dos funcionários ali presentes e, consequentemente, a prosperidade econômica. 

Fortalecimento de equipe

A principal vantagem da implementação de uma boa cultura na organização é o fortalecimento de equipe. Isso acontece, pois os membros estão submetidos aos mesmos ideais, que são difundidos e seguidos por estes no cotidiano de uma empresa. 

O livro “Sapiens, uma breve história da humanidade” conta a história do surgimento da humanidade com os primeiros seres humanos que habitaram o nosso planeta. Uma característica que chama atenção da nossa espécie pré-histórica, foi a criação do senso de coletividade, que foi criado entre eles, que foram guiados por um objetivo em comum: a sobrevivência.

Para sobreviver naquelas condições de vida, eles precisavam cooperar e a partir daí, foram surgindo as primeiras relações sociais que eram norteadas por meio de histórias e visões em comum, promovendo sucesso na seleção natural de nossa espécie.

Essa história contada justifica bem que valores e ideais compartilhados em um grupo, faz com que os participantes desse meio cooperem e cresçam. Por isso, a criação de uma cultura na organização é essencial para o fortalecimento de equipe e desenvolvimento empresarial

Deve ser praticada 

A frase “Na teoria é uma coisa, mas na prática é outra” caracteriza bem a situação de várias empresas, já que muitas não costumam colocar em prática seus ideais, ficando restrito apenas no papel.

Um exemplo atual que isso acontece é o caso da Petrobrás. No site da empresa, no tópico “Quem somos”, são listados os valores empresariais que deveriam ser aplicados e difundidos no ambiente da corporação. “Ética e transparência” é citado como um valor que em teoria era para ser seguido por esta empresa.

Porém, os grandes casos de corrupção que envolvem a Petrobras mostram o contrário, que seus membros não estão aplicando na prática o que estava regulamentado em seus princípios. 

Para reverter essa problemática, a cultura organizacional deve ser bem clara e bem estabelecida, devendo sempre ser compartilhada pelos membros participantes e ser colocada em prática.  

Identidade Corporativa

Quando pensamos em uma empresa qualquer, além do seu nome, pensamos também em sua logomarca. Mas além disso, vem à mente outras características que representam bem essa corporação no mercado, como: símbolos, cores, valores e práticas comerciais. 

A cultura organizacional engloba todas essas características citadas e é responsável pela identidade corporativa frente ao mercado e aos seus funcionários. Com o tempo, após um processo de consolidação cultural, os membros participantes de uma empresa se identificam com a corporação e se engajam, gerando uma sensação de pertencimento que acarreta bons resultados de crescimento. 

A Netflix é um exemplo de empresa que transparece bem seus valores culturais e, com isso, criou uma identidade corporativa bastante característica.

A relação com cliente que a Netflix criou nas redes sociais, interagindo com seus seguidores, reflete bem a dinâmica do trabalho dos seus funcionários que são guiados por comportamentos e habilidades que compõem os valores da empresa, como por exemplo “comunicação”, que é uma característica que essa empresa busca dos seus participantes. 

Como implementar? 

O primeiro passo para a implementação de uma cultura na organização é reconhecer a importância de uma boa cultura para o bem estar de uma empresa. Em uma pesquisa feita pela revista “Exame”, mais de 90% dos cinco mil empresários entrevistados, reconhecem que a cultura de uma organização é importante para os resultados da empresa. Porém, apenas 15% dizem que sua cultura organizacional vigente é ideal. 

Além disso, uma pesquisa de clima entre seus colaboradores deve ser feita. Analisar o índice de satisfação dos seus funcionários é essencial para a identificação dos problemas e posterior resolução dos mesmos, criando estratégias de sucesso para implementação.  

Quer saber como melhorar ou até mesmo criar uma cultura organizacional forte, que torne a sua equipe bem alinhada com os objetivos da sua empresa? Pois entra em contato com a gente e saiba mais como a FCAP JR., referência no mercado de consultoria, pode te ajudar.

 

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Conheça a metodologia OKR e estabeleça um planejamento de metas efetivo

Você sabe o que as gigantes do Vale do Silício, como Google, Twitter, LinkedIn, Dropbox e GoPro têm em comum? Todas elas utilizam ou já utilizaram a metodologia OKR na estratégia de suas empresas. Essa metodologia ficou bastante conhecida por ter acompanhado o crescimento do Google, que na época de sua implementação possuía em torno de 40 funcionários, passando para mais de 60 mil atualmente. 

Mas afinal, o que é OKR?

O OKR é uma metodologia de gestão que foi criada por Andrew Grove,  ex-CEO da Intel, e tem o objetivo de simplificar a forma de entender os chamados “objectives and key results”, ou seja, os objetivos principais de uma empresa e seus resultados-chave. 

Os dois principais componentes dessa metodologia são:

  • Objetivos: Declaração clara do que a empresa deseja alcançar. Um bom objetivo tem que ser descrito de forma clara para que a empresa saiba o que deve buscar e para que as pessoas fiquem engajadas nessa missão.
  • Resultados-chave: Metas com impacto direto no atingimento do objetivo caso seja realizada com sucesso.

De forma geral, essa metodologia é simples e bastante eficiente para qualquer organização. Os benefícios gerados pela implementação dos OKRs são principalmente: 

  • Facilidade em usar;
  • Engajamento dos funcionários;
  • Transparência;
  • Estimula a alta performance;
  • Faz com que a mensuração de resultados seja mais fácil e eficiente;
  • Trabalha com ciclos curtos.

Como funciona a metodologia OKR?

Ao entender os dois principais pilares dessa metodologia (Objetivos e Resultados-chave) é preciso que você, junto com a sua equipe, liste os principais objetivos que pretendem atingir e os desdobrem em metas que irão servir de parâmetro para saber o quão próximo do objetivo a sua empresa se encontra.

Alguns exemplos de objetivos que podem ser utilizados na sua empresa:

  • Objetivo: Aumentar o número de vendas
  • Objetivo: Oferecer uma ótima experiência ao cliente
  • Objetivo: Ter uma equipe eficiente e engajada
  • Objetivo: Tornar-se autoridade no mercado

Desdobrando esses objetivos em Key Results, temos:

  • Aumentar o número de vendas

  • Dobrar o número de leads gerados por mês;
  • Melhorar a taxa de conversão entre oportunidades e vendas para 30%;
  • Enviar 70% dos leads mais qualificados para o fundo do funil.
  • Oferecer uma ótima experiência ao cliente

  • Manter o NPS acima de 80%;
  • Aumentar a retenção de clientes para 75%;
  • Ter um tempo médio de resolução de problemas de no máximo 1 dia.
  • Ter uma equipe eficiente e engajada

  • Reduzir o turnover a 10%;
  • Fazer 1 treinamentos específicos para cada área por mês;
  • Atingir nota 8 em satisfação das equipes na Pesquisa de Clima Organizacional.
  • Tornar-se autoridade no mercado

  • Aumentar em 40% o número de clientes que conheceram a empresa através do digital;
  • Produzir 4 conteúdos ricos por mês.

Notou que cada objetivo se desdobra em metas claras e mensuráveis?

Lembre-se que é muito importante manter a clareza de onde se quer chegar para manter a equipe engajada e caminhando para o mesmo objetivo!

Como estruturar a metodologia OKR em 5 passos

A metodologia do OKR não indica práticas específicas e rígidas do que deve ser feito para que seja implementada nas empresas com sucesso. 

Porém, para que a adoção dessa metodologia seja de forma mais acertável, garantindo seu bom funcionamento e aceitação por parte dos colaboradores da empresa, separamos alguns pontos que vão te ajudar a estruturar os OKRs dentro de sua organização ou setor:

  • Estabeleça metas claras e específicas: 

Como já enfatizado no durante o texto, é preciso que as metas definidas tenham clareza e sejam específicas para que a organização saiba para onde estar indo. 

Com isso, seus colaboradores ficam mais engajados e motivados a alcançarem o objetivo estabelecido.

  • Divida os objetivos em bottom-up e top-down

Um ponto muito importante dessa metodologia, é que os objetivos não devem ser definidos apenas pela diretoria e passada para os níveis táticos e operacionais como nos métodos tradicionais. Ao contrário, apenas 40% dos OKRs são definidos pela diretoria e o restante são definidos pelo restante da equipe. 

Isso reforça a participação e envolvimentos de todos os colaboradores da empresa, fazendo com que eles definam seus próprios OKRs e acompanhem o atingimento das metas, tornando o processo útil a todos. 

  • Defina prazos de tempo mais curtos

Outra característica muito marcante dessa metodologia, é a definição das metas para um período de tempo mais curto, como a cada trimestre.

Isso faz com que seja mais tangível onde você pode chegar ou o que quer alcançar. Além de ser mais fácil identificar e corrigir um erro rapidamente.

Para quem está começando a usar a metodologia sugiro iniciar com ciclos menores, de 30 a 45 dias, para facilitar o aprendizado e o ciclo de feedback.

  • Deixe os OKRs de forma pública para todos da organização

 

Para promover o alinhamento da equipe, é necessário que o OKR seja visto como uma metodologia que promove a transparência dos objetivos e metas da empresa. Os colaboradores precisam saber com clareza as prioridades da empresa, para que não só alcancem os objetivos esperados, como para que também estejam bem informados durante todo o processo. 

Algumas ferramentas podem ser utilizadas para facilitar a visualização dos OKRs da organização, como por exemplo, a Gestão à vista. Essa ferramenta tem como objetivo mostrar, de forma visual,  a todos da empresa, informações e dados importantes a fim de auxiliar a gestão dos colaboradores.

Acompanhe e avalie os resultados periodicamente 

  •  

Assim como em qualquer metodologia ou ferramenta recém implementada em uma empresa, é necessário acompanhar e avaliar os resultados que estão sendo gerados de forma constante.  Avaliar esses os resultados de forma periódica, como por exemplo semanalmente, é muito importante pois permite ajustes rápidos, fazendo com os resultados sejam mais efetivos.

Esses são os 5 passos que considero fundamentais para a estruturação da metodologia OKR na sua empresa! Ficou interessado em saber mais sobre essa e outras metodologias que podem te auxiliar na construção do planejamento estratégico da sua empresa? Clica aqui para conferir outros métodos que vão te ajudar na definição e acompanhamento das metas e resultados da sua organização!

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1. Validar modelo de negócio 5. Gestão Estratégica

Competitividade empresarial: 7 dicas de como tornar sua empresa mais competitiva

Você tem preocupação com o futuro da sua empresa? Está sem alternativas para pôr em prática? Não se preocupe, a competitividade empresarial é isso. O primeiro passo para qualquer ação é conseguir enxergar o problema.

Depois disso, é necessária disciplina para assegurar que a teoria funcione na prática. A execução é tão importante quanto o planejamento.

Preparei essa lista com alguns planos de ação que podem ser de grande utilidade se postos em prática na sua empresa:

  • Conheça sua competição

Quem são meus principais concorrentes? Qual o perfil de cliente que atendo? Qual o potencial de crescimento do meu negócio? Se não conseguir responder essas perguntas, algo está errado.

Num mercado cada vez mais competitivo, o mínimo que se espera de uma organização que se preze, é a consciência do panorama instalado. É preciso compreender quais oportunidades a organização pode estar perdendo, quais as principais forças e pontos de melhoria e, principalmente, as grandes ameaças para a atuação da empresa perante o mercado.

Neste conteúdo apresentamos a análise SWOT, ferramenta que o auxiliará na visualização e solucionamento das dores de posicionamento da sua empresa. Em síntese, SWOT é um acrônimo em inglês, e significa S-Forças (Strenghts); W-Fraquezas (Weaknesses); O-Oportunidades (Opportunities) e T-Threats (Ameaças).

Não menos importante, é o domínio para com seu público alvo. Todo prestador de serviço deve ser um especialista que entenda as dores dos seus clientes e como solucioná-las. Além disso, entender novos desejos do mercado e percepções externas acerca do comportamento e hábito do consumidor é primordial para a renovação da estratégia empresarial. Para isso, o desenvolvimento de uma pesquisa de mercado é uma alternativa muito assertiva.

competitividade empresarial - busca de concorrentes

  • Análise de dados

Num mundo, mais do que nunca, vulnerável a mudanças repentinas, o valor da informação chega a ser inestimável. Por isso, ter uma base para compilar toda informação é essencial.

Alguns softwares mais elaborados são bem completos e podem agregar bastante, mas não descarte as planilhas, por mais que demandem um trabalho manual e, consequentemente, mais esforço, podem ser tão úteis e práticas para o objetivo final.

A ideia da análise de dados baseia-se na ideia de que a tomada de decisão tem maiores chances de ser assertiva quando se leva em consideração dados reais e não percepções e elementos imensuráveis. E, voltando à questão das mudanças repentinas, o alto volume de informação num curto espaço de tempo pode ser perigoso se a empresa não possuir um controle da informação e dos dados eficiente, o que ocasionará em disfunção na tomada de decisão eficiente.

O ideal é estruturar a gestão para o controle e monitoramento por indicadores, como por exemplo analisar o fluxo de caixa.

  • Tenha seus processos mapeados

É comum que as operações de uma empresa absorva muitos focos com o passar do tempo. Um mapeamento de processos permite que seja visualizada toda a operação empresarial, todo o ciclo de vida de um produto ou serviço.

É possível também, perceber quem são os responsáveis por cada atividade e, a partir disso, buscar pontos de melhoria para reduzir esforços desnecessários, deslocamentos muito esticados, desperdícios de recursos, entre outros. Preparamos aqui um infográfico sobre este tema!

  • Benchmarking e inovação

O termo inglês benchmark, em tradução direta, significa referência. Trata-se de uma tática empresarial utilizada para correção de falhas, melhorar comunicação dos colaboradores, enxergar erros e evitar novos.

Com o benchmarking é possível avaliar o passado, trabalhar com o presente e prever o futuro. Em síntese, é uma análise interna ou externa de oportunidades a serem exploradas, seja analisando concorrentes diretos ou não.

A ideia é averiguar o que de bom está sendo praticado pelo mercado.

Esta prática deve ser contínua e constante, e não pode ser encarada como um esforço pontual em um determinado período, nenhuma mudança considerável acontece da noite pro dia.

Além disso, é importante compreender que nem tudo que outra empresa faz irá funcionar em outra organização e, por isso, é imprescindível discernir o que é aplicável no cenário da sua organização.

A comparação entre produtos similares é natural e sempre irá acontecer, mesmo que de forma inconsciente. Por isso o benchmarking é importante, pois trata-se da estruturação de uma coisa que, querendo ou não, irá acontecer.

Uma estratégia interessante seria a criação de um setor exclusivamente dedicado à inovação e análises inteligentes de mercado, para que se formem especialistas que garantam o ciclo de renovação da organização.

  • Gestão de pessoas

No âmbito corporativo, o centro de tudo são as pessoas. Todo processo, a nível operacional, tático ou estratégico, depende de pessoas para ser executado. Um profissional desmotivado pode ser um elemento maléfico pois, além de provavelmente não cumprir com suas funções como deveria, contamina o resto da equipe.

Outro plano de ação é a realização de análises periódicas de habilidades dos colaboradores. É preciso que as pessoas certas estejam nos lugares certos.

Pode acontecer de um funcionário não estar rendendo bem em sua função atual, mas se, de repente, for realocado para outro setor, pode reverter o cenário. É mais interessante (por já estar alinhado com a cultura da empresa) e barato que se desenvolva talentos dentro da empresa do que buscar externamente.

Pesquisas de clima organizacional e avaliações de desempenho são outras ferramentas interessantes para o setor de gestão de pessoas da empresa.

Medir a satisfação e felicidade no trabalho é essencial, qualquer disfunção nesse indicador pode ser preocupante e acarretar em problemas nas demais áreas. Já as avaliações de desempenho, servem para que o rendimento daquele funcionário seja mensurado e, posteriormente, um feedback seja fornecido a ele, mostrando os pontos de melhoria e elogiando os pontos fortes.

Numa organização moderna, ter as pessoas certas nos lugares certos é um pré requisito.

  • Revise seu modelo de negócios

A zona de conforto é e sempre será uma ameaça constante para qualquer organização. É comum que empresas tracem metas e objetivos, atinjam-os e, logo em seguida, entrem numa esfera de acomodação.

O mundo dos negócios está cada vez mais voraz, não dando brecha para uma empresa acomodada. Para isso, a reinvenção deve ser periódica. Uma simples revisão no modelo de negócio da empresa pode fazer total diferença, postamos um conteúdo aqui sobre a ferramenta Canvas, que pode auxiliar você na montagem do modelo de negócio da sua empresa. 

Numa revisão, oportunidades que antes passavam despercebidas podem surgir, determinados esforços despendidos podem ser cortados, entre diversos outros fatores.

  • Experiência do cliente

É inegável que nos últimos anos a mudança do foco de atuação no mundo corporativo mudou e continua mudando. Essa alteração de foco é nosso sentido de que antes as ações giravam em torno do lucro, e nos dias atuais as atenções têm se voltado para o cliente. Mais especificamente: o sucesso do cliente. Aqui, o que antes era o foco (o lucro), hoje é encarado como uma consequência. 

Num cenário cada vez mais competitivo, não é incomum encontrar diversas empresas de um mesmo segmento na mesma região, o que vai diferenciar uma da outra é justamente a preocupação com o cliente. O intuito aqui é entregar o máximo de valor em todo ponto de contato com o consumidor, muito ligado à ideia de que o “seu (cliente) sucesso é o meu (empresa) sucesso”. 

Segundo Philip Kotler, fidelizar um cliente é entre 5 e 7 vezes mais barato do que captar um novo. O cuidado na entrega de um produto ou serviço de qualidade é a forma de prospecção mais efetiva, pois é um mesmo esforço para duas finalidades: entregar o produto final pro cliente e fidelizar ou assegurar um marketing boca a boca eficiente a partir da qualidade que foi apresentada.

Conclusão

Podemos perceber que essas 7 dicas já podem te nortear para agora mesmo começar a implementar novas melhorias em seu processo e dar continuidade ao crescimento da organização.

Porém, caso ainda esteja sem saber por onde começar, a consultoria empresarial é uma excelente saída para facilitar o processo de decisão e também adquirir experiência, entre em contato conosco!

 

 

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Definição e acompanhamento de metas e resultados organizacionais

Onde você pretende estar com sua empresa daqui 3 anos? O que você está fazendo hoje para chegar nesse objetivo? Você está se baseando em dados ou no achismo?

 

Hoje em dia as melhores empresas estão cada vez mais investindo em Business Intelligence e Business Analytics, (US$ 187 bilhões em 2019 segundo o IDC) que consiste na análise de dados internos para basear as tomadas de decisão.

Está cada vez mais claro para o mercado que uma decisão tomada a partir de achismos, a chance dela ser uma decisão errada é bem maior. 

O planejamento estratégico é uma ferramenta que é usada para definir o acompanhamento das metas e dos resultados nas empresas. Sua empresa já tem um?

Como mensurar

Definir o acompanhamento de indicadores e metas da sua empresa não é algo simples, por isso muitas das vezes as empresas contratam outras empresas de consultoria que fazem essa estruturação. Mas vou falar para você aqui algumas dicas que podem te ajudar a estabelecer uma cultura de metas e análise de dados dentro de sua empresa!

Antes de começar a falar sobre como fazer de fato o acompanhamento, é preciso falar que existem algumas metodologias para isso. Aqui neste texto vou falar sobre duas delas mas existem uma infinidade de métodos que você pode usar dentro de sua empresa!

OKR

O objectives and key results ou OKR é uma forma de planejar os indicadores de sua empresa através de objetivos e resultados-chave como diz o nome.

Imagine que você tem o objetivo de vender mais na sua empresa. O que a metodologia OKR indica é que você monitore não só o número de vendas, mas também os resultados-chave que você precisa ter para aumentar esse número. Ou seja, quantas leads você precisa prospectar para conseguir aumentar suas vendas, por exemplo.

Voltando ao OKR, ela é uma metodologia bastante usada no vale do silício que ficou famosa por ter suportado a Google que passou de 40 funcionários para mais de 60 mil nos dias de hoje.

● O (objective):

Os objetivos são de caráter qualitativo e representam uma meta final

● KRs (Key Results):

Os resultados chave têm caráter mais quantitativo e podem ser de 2 a 5 para cada Objetivo. São metas que vão impactar diretamente o Objetivo. Algumas características do OKR: 

● Períodos mais curtos:

Os OKRs tem como natureza serem sempre definidos para períodos mais curtos, deixando a gestão da empresa mais ágil. 

● Simplicidade:

As metas a serem postas nos OKRs devem ser simples, focando sempre na eficiência. 

● Acompanhamento semanal:

Os acompanhamentos devem ser feitos semanalmente para que haja sempre uma resolução de possíveis desafios que alguém possa estar passando para bater sua meta  

● Transparência:

A transparência ajuda sempre na resolução dos problemas, não se deve ter medo de compartilhar seus resultados.  

● Resultados, não esforço:

As metas dos OKRs devem sempre serem focadas nos resultados que elas vão trazer para a organização, assim, o esforço para a realização das tarefas vai ser naturalmente reduzido.    

GPD

O Gerenciamento Pelas Diretrizes ou GPD, é uma metodologia de planejamento desenvolvida no Japão mas foi disseminada no Brasil por Vicente Falconi, um dos consultores mais famosos do país. Ela é muito baseada no PDCA que dá naturalmente um foco muito grande na qualidade. 

Seguindo uma linha parecida com a dos ORKs, o GPD também pega uma meta maior e a desdobra em metas menores. 

     Alinhamento:

como toda a empresa vai estar fazendo parte das metas, com suas metas menores, isso naturalmente acaba disseminando facilmente, aumentando o alinhamento do time. 

     Resultados:

A especificidade das metas facilitam a compreensão e cobrança das metas, com isso, o atingimento das metas fica mais fácil também. 

     Objetividade e eficiência:

a definição de tudo também facilita as operações, diminuindo o desperdício de tempo e retrabalho nos processos. 

O GPD tem dois tipos de sistemas, o primeiro é o gerenciamento interfuncional, que vislumbra, prioritariamente, o futuro da empresa. Ele está diretamente ligado à alta administração, ao desdobramento das diretrizes e sua divisão entre os departamentos. 

O segundo é o gerenciamento funcional, que está voltado para a melhoria contínua e a manutenção das rotinas da organização. Ele é diretamente ligado à administração e ao controle da qualidade das atividades diárias e rotineiras da empresa. 

Gestão à vista 

O que muitas empresas fazem para facilitar a disseminação das metas e dos objetivos da empresa é usar a gestão à vista, e é bem simples de implementar isso em sua empresa! Basta ter um quadro, alguns post-its e criatividade! 

A ideia é que os indicadores e as metas de cada setor ou de cada funcionário fiquem espalhados nos ambientes de trabalho e uma forma visual para que todos tenham sempre fácil acesso sobre o que está acontecendo na empresa!  

Qual usar?

Existem várias ferramentas de gestão, incluindo o Balanced Score Card, Must Win Battles, etc. Mas o que se deve ter em mente é que não existe um modelo perfeito, vai depender de como sua empresa opera, do seu modelo de gestão qual metodologia seguir. Em muitos casos é natural até uma mistura de métodos para realmente se encaixar com o que a empresa precisa. Você pode ver mais ferramentas de gestão empresarial aqui.

O mais importante é implementar em sua empresa a cultura de análise de dados, sem números não se sabe ao certo para onde a organização está caminhando e consequentemente prejudica a tomada de decisão por parte dos gestores.

E agora? Qual o próximo passo? Por onde começo? Você pode começar definindo alguns indicadores de desempenho, e aos poucos implementando essa cultura dentro de sua empresa! Não é necessário que todos da empresa saibam todos os indicadores decorados, mas é interessante que cada um tenha consciência de que o que eles estão fazendo, ou seja, suas tarefas do dia-a-dia vão levar a organização para frente!

 

Quer conversar um pouco melhor sobre como implementar essa gestão dentro da sua empresa? Clica aqui para agendar uma reunião conosco! 

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5. Gestão Estratégica

Compliance: Os 7 Passos para Implementar na sua Empresa

Em tempos de instabilidade política e crises éticas, estímulos às boas práticas de Compliance são fundamentais para a longevidade das organizações. Pois uma das grandes dificuldades encontradas no mercado é encontrar pessoas, tanto físicas quanto jurídicas em que se tenha total estima e confiança.

Baseando-se nas ferramentas de Compliance, uma empresa conseguirá atingir seus objetivos estratégicos de longo prazo, permitindo uma relação mais aberta entre os membros da empresa por meio de uma conscientização geral do quão importante são as práticas de Compliance e o resultado que traz frente a todos os stakeholders envolvidos.

DEFINIÇÃO

“Comply” significa agir de acordo com as regras. Seguindo esta linha, estar em compliance significa estar em conformidade com a legislação interna e externa da empresa. Manter a empresa em conformidade com os órgãos reguladores externos é fundamental para o seu funcionamento. A auditoria interna também se torna imprescindível para a garantia de que os colaboradores estão agindo em sintonia com o regulamento interno da organização.

OS 7 PASSOS DO COMPLIANCE

Para que o sistema ocorra da melhor forma dentro de uma empresa, é fundamental que seus 7 elementos sejam seguidos. São eles:

1. Comprometimento da alta diretoria: “Tone at the top”, parte do princípio de que o exemplo vem de cima. A força do exemplo é fundamental para uma implantação do sistema de Compliance. Diretores comprometidos e éticos com seus funcionários são pilares básicos para a reprodução de um ambiente ético.

2. Criação de políticas padrões, procedimentos, e controle: Para isso, um mapeamento dos processos da empresa e um manual de conduta pode ser fundamental para o controle do Compliance. Tais manuais servem para garantir que os colaboradores têm ciência do código de conduta da empresa e, assim, possam agir dentro das normas.

3. Treinamento efetivo, periódico e comunicação constante: A comunicação deve promover políticas de conformidade em reuniões e documentos. Membros em posição suscetíveis à corrupção devem ser treinados para entender o que caracteriza, os riscos e as melhores práticas.

4. Auditoria e controle: Tudo deve ser monitorado e, se possível, medido. Assim, os colaboradores estarão passando por testes de conformidade. As lições aprendidas com o monitoramento têm de ser incorporadas para que o programa esteja em constante evolução.

5. Aplicação adequada das medidas disciplinares: Além de fazer todo este monitoramento a organização deve se estruturar para tomar as medidas disciplinares necessárias em casos que firam os valores de Compliance. Um sistema de denúncia eficaz é fundamental a fim de encorajar e motivar os funcionários a relatar desvios e possuir sentimento de dono.

6. Cuidado na delegação de responsabilidades: Alguns graus de cargo na empresa, devem ser avaliados com possibilidade de divisão de certas responsabilidades. A delegação não deve ocorrer apenas por capacidade técnica ou emocional, mas principalmente, por postura do colaborador.

7. Melhoria contínua: ao aplicar os 7 elementos acima, a empresa precisa manter uma constante otimização de todas as atividades, a fim de que todo o trabalho executado anteriormente não seja engavetado e siga em contínua utilização.

CONCLUSÃO

No Brasil, ainda não há a obrigatoriedade para a criação da função de Compliance nas empresas, apesar de já haver regulamentação em diversos outros países. Porém, mesmo sem a obrigatoriedade, muitas empresas buscam no compliance uma saída para a mitigação dos seus riscos de exposição no país.

Um sistema de Compliance bem estruturado garante à instituição um fortalecimento em sua imagem perante seus stakeholders, minimizando o risco de descontinuidade dos negócios.

Se você deseja investir nesse sistema em sua empresa, pode começar investindo em um Mapeamento dos Processos. A partir da padronização e otimização dos processos de trabalho, os colaboradores saberão exatamente o que fazer e poderão ser cobrados em cima disso. Assim, é possível garantir a qualidade em toda as etapas das atividades, além de identificar e avaliar os riscos envolvidos aos colaboradores e à empresa.

 

 

 

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Como Descobrir a Cultura Organizacional na Sua Empresa

Você já ouviu falar sobre Cultura Organizacional nos últimos anos. De fato, esse assunto vem se tornando cada vez mais conhecido e como as empresas vêm investindo tempo e recursos para melhor compreender, uma vez que agora é sabido que uma cultura bem definida é capaz de alavancar diretamente os resultados de uma organização.

Nessa perspectiva, o mercado passou a exigir um novo tipo de serviço: o mapeamento de cultura . Na prática, trata-se de uma nova tendência que promete causar transformações concretas no modo que o mercado funciona hoje em dia. Foi pensando nisso que um FCAP JR. Consultoria tem uma metodologia própria para a execução de projetos que têm por objetivo a Cultura Organizacional das empresas.

 

PRIMEIRO PASSO

Antes de tentar identificar uma cultura organizacional, você precisa ter um conhecimento mais profundo sobre o conceito de cultura e como o seu processo de formação. Esse é essencial para a compreensão de cada um dos pontos e, mais ainda, para se utilizar uma cultura como uma força da sua organização.

Então, dê uma olhada no conteúdo do blog, clique na imagem abaixo . A leitura dura apenas 8 minutos e faz toda a diferença para sua experiência.

 

 

PRINCIPAIS TÓPICOS PARA O MAPEAMENTO

Agora você tem o conceito de Cultura Organizacional, vamos conhecer como o passo a passo de um projeto de Mapeamento de Cultura. Porém, antes de mais nada, cabe um pouco que a empresa possua uma realidade e, com isso, não existe uma forma para executar o projeto. Para empresas diferentes, escopos diferentes.

Dito isso, vamos conhecer algumas etapas que costumam ser encontradas em projetos da Cultura Organizacional.

1) Entendimento do Negócio

Uma fase de estudo sobre uma organização, uma verdadeira imersão na empresa. Você também pode encontrar algo relacionado à cultura, ainda que seja um resquício.

Saber como e o clima entre os membros, analisar Pesquisas de Clima Organizacional e de Satisfação Definida, ações que são feitas durante o ano, como funciona o Recrutamento de Seleção e as principais atribuições são levadas em consideração para avaliar os candidatos. Todos os pontos podem gerar insumos para observar uma cultura que está intrínseca na empresa e nos seus colaboradores.

2) Workshop & Sensibilização

A cultura está no cotidiano da organização, desde os afazeres mais simples até os conselhos estratégicas. Em OUTRAS Palavras, OS insumos Necessários para coletar OS Elementos da Cultura da Empresa estao NAS PESSOAS Que Vivem ESTA Rotina: OS Colaboradores.

Oficina com uma finalidade de sensibilizar todos os membros, explicando o que é uma cultura organizacional, a sua importância, o que é importante, e a opinião de cada funcionário em particular.

De preferência, esta oficina, preparada e aplicada pela equipe da FCAP JR. Consultoria de forma personalizada para cada empresa, deve ser feito de forma pré-determinada com o máximo de poder de comparação , independente do número de funcionários, todos os importantes, portanto, pode até o futuro de um workshop em empresas como as equipes alternam turnos, por exemplo.

3) Pesquisa Quantitativa

É uma fase fundamental do planejamento quando se trata de muitos negócios, é o momento em que todos, sem exceção, um espaço para expressar suas impressões, sentimentos e expectativas. Um detalhe importante é o anonimato da pesquisa, fazendo com que o funcionário se sinta aberto para responder com sinceridade.

Além disso, o método de aplicação vai variar de acordo com a empresa e seus funcionários, há casos em que preparamos um formulário online e enviamos por e-mail para cada colaborador, em outras ocasiões a pesquisa é entregue para cada um impressa pelo fato da pessoa nunca ter feito uma pesquisa online e também acontecem casos do consultor aplicar a pesquisa junto ao funcionário porque ele é analfabeto, por exemplo.

4) Pesquisa Qualitativa

Os questionários são muito importantes por coletar informações de todos os setores da empresa, em cargos operacionais, táticos e estratégicos,  no entanto, nem todos compreendem de forma clara o direcionamento da pesquisa e acabam mudando o foco ou sendo muito superficiais em alguns pontos que necessitam de maior destrinchamento.

Por isso, a pesquisa qualitativa se torna fundamental, pois é o momento em que se extrai as informações mais profundas sobre a cultura organizacional, ou seja, elementos da cultura como rituais, artefatos e valores junto aos colaboradores por meio de focus group. Caso você não saiba o que de fato é um focus group não se preocupe, temos um conteúdo no nosso site explicando esmiuçadamente como funciona, como deve ser elaborado e o quanto traz de insumos. Para acessá-lo basta clicar na imagem abaixo.

 

 

5) Reunião com os Guardiões

Após realização de focus group com os funcionários, é feito um focus group com diretores e fundadores da empresa, para entender quais os objetivos da organização quando foi criada, qual a real finalidade da sua fundação. Entender todo um contexto histórico e saber se hoje a empresa se encontra próximo daquilo que foi planejado ou se está distante.

Também é alinhado com os guardiões o que eles pretendem para o futuro da organização, se existe o desejo de realizar algum redirecionamento estratégico e, se sim, como a cultura da organização poderá permitir a execução desses planos.

6) Interpretação da Cultura Organizacional

Este é o momento em que todas as informações coletadas nas fases anteriores farão total diferença. Por meio de cruzamento de dados tanto os quantitativos quanto os qualitativos, unificação dos dados históricos da empresa, de todos os focus group que foram realizados,  todos os insumos são sintetizados e correlacionados para chegar a conclusões palpáveis.

Além de ter os dados e respostas, a equipe do projeto vai buscar compreender o porquê de cada resposta, avaliando as respostas por setor, por nível hierárquico, por unidade da empresa, por cada âmbito possível a fim de encontrar os pontos congruentes e compatíveis com a cultura organizacional da empresa.

Posteriormente, é elaborado um documento com todos estes dados da empresa, todo o mapeamento cultural que foi feito e os resultados obtidos a partir disso.

7) Planos de Ação

Esta fase passa muito pelo desejo dos gestores da empresa, o que eles almejam e como querem alcançar. A partir disso, são traçados planos de ação que podem impactar diretamente em aspectos como o processo seletivo da empresa, ações de endomarketing e posicionamento da marca perante o mercado.

Estes são alguns dos pontos que mais sofrem alteração após um mapeamento de cultura. Porém, existem diversos outros pontos que, por mais que pareçam simples, passam a ser levantadas e fazer toda a diferença. Por exemplo, a distribuição de um manual de cultura para os funcionários, a criação de rituais quando metas são batidas, ascensão de cargo, festividades, formas de reconhecimento… a lista não para.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

De fato, Cultura Organizacional não é um assunto qualquer. Conhecer a fundo a cultura de sua organização é o mesmo que conhecer bem as pessoas que a compôem e quais são as formas de criar um ambiente que engaje e motive os seus funcionários a entregarem cada vez mais resultado.

ASSIM, Se Você deseja that na SUA Organização de Todos os Colaboradores conheçam minuciosamente SUA Empresa e os seus melhores valor, Além de entendre o porqué de trabalharem ali, COMECE buscando Formas de formalizar A SUA cultura. Caso você já queira entender mais sobre o assunto, basta clicar aqui , estamos disponíveis para conversar com você.

 

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GTD: A Incrível Arte de Fazer Acontecer

A arte de fazer acontecer

Conseguir auxiliar suas responsabilidades com o tempo é um grande desafio para os empreendedores nos dias de hoje. Obter sucesso nesse aspecto pode ser o grande diferencial para o crescimento de sua organização, e o método GTD pode lhe ajudar a obter o melhor resultado profissional possível.

No contexto atual, constantemente nos sentimos cheios de tarefas e, consequentemente, temos a sensação de que não é possível fazer tudo em apenas 24h. Saber gerir o tempo e organizar as atividades pode trazer benefícios incríveis tanto no âmbito profissional quanto no âmbito pessoal. Quando conseguimos organizar nosso tempo, passamos a pensar nossa vida de maneira estratégica.

E se existisse um método para organizarmos as atividades da nossa rotina? Na verdade, esse método existe e ele se chama Getting Things Done, mais conhecido como GTD. Essa técnica foi desenvolvida pelo escritor David Allen e nos ensina maneiras de realizar nossas tarefas de forma prática e organizada, fazendo com que aquela sensação, citada no primeiro parágrafo, deixe de existir.

Você deve estar se perguntando: como fazer para utilizar o GTD diariamente? É simples! Os passos a seguir irão lhe auxiliar para a melhor utilização do método.

Registre todas as atividades pendentes

O primeiro passo é imaginar uma caixa. Nela, você irá colocar todas as coisas que estão pendentes e são de sua responsabilidade (lembre-se de registrar o que foi colocado na “caixa”). Ao fazer isso, sua mente fica mais livre para pensar em como fazer suas atividades ao invés de apenas pensar na quantidade de tarefas. Com a mente mais livre, se torna muito mais fácil executar as tarefas.

Processe as atividades

É bem comum que a caixa esteja lotada, sendo assim, é necessário estabelecer critérios para decidir a prioridade do que deve ser executado. Para isso, é preciso responder algumas perguntas sobre cada atividade. A primeira: posso realizar essa tarefa hoje? Se a resposta for não, ela deve ficar como pendência para os próximos dias. Segunda pergunta: posso realizar essa tarefa em menos de 5 minutos? se a resposta for sim, coloque ela como prioridade – se livrando de pequenas atividades é uma ótima maneira de começar o dia. Terceira pergunta: é você quem irá realizar a tarefa? se a resposta for não, delegue! Mantenha ela registrada para monitorar seu resultado, se a resposta for sim, registre na sua lista de atividades.

Ao processar as tarefas, se torna bem claro o que é necessário fazer durante o dia e seu fluxo de trabalho tende a melhorar consideravelmente.

Execute suas atividades

Depois de colocar em ordem tudo que deve ser feito, é chegada a hora de pôr a mão na massa! Ao começar uma atividade, seu foco deve ser único e exclusivo para essa ação, e ao terminá-la tire um tempinho para relaxar e volte para a execução da próxima tarefa.

Aplicativos

Existem alguns aplicativos que ajudam muito na organização de suas responsabilidades, além disso, eles registram tudo o que está sendo feito, e ao utilizá-los é possível ter uma ótima ideia do impacto do GTD na sua rotina, pois, você irá perceber o aumento do número de atividades realizadas todos os dias. Recomendo os seguintes aplicativos: Trello, Google keep ou, Evernote. Os 3 são muito simples de utilizar e atendem às necessidades do método.

A chave para o sucesso

Saber administrar o tempo é um diferencial muito impactante nos dias de hoje. Ao se organizar, os erros tendem a diminuir, e considerando que eles podem ser fatais para sua empresa, para seu trabalho e até para questões pessoais,  utilizar o GTD pode ser um ponto chave para o sucesso profissional. Lembrando que o Getting Things Done é uma metodologia e quando colocamos uma metodologia em prática, inicialmente, sentimos certas dificuldades mas depois se torna algo simples e impactante para sua rotina, alguns aspectos  podem (e devem) ser adaptados à sua realidade.

 

Conclusão

O GTD pode ser utilizado para qualquer aspecto de sua profissão. Digamos que seu desejo é abrir uma empresa, melhorar seus resultados ou definir os processo de seu negócio: todas essas opções precisam de atividades e de organização, com o auxílio dessa metodologia se torna extremamente mais prático a execução dessas tarefas.

Vale reforçar que a metodologia é baseada na ideia de que é possível “riscar” algumas coisas de nossas mentes, evitando uma situação comum em nossas vidas: muitas vezes estamos executando um trabalho e nos lembramos de outras coisas as quais precisamos fazer, perdemos a linha de raciocínio e simplesmente travamos, quando organizamos nossas ações e as documentamos, nosso cérebro segue uma linha lógica de execução e consequentemente nos tornamos mais produtivos. Se você deseja melhorar o desempenho da sua empresa, por o GTD em prática é passo crítico realizar esse desejo.

Assinatura Digital- Isabella (1)

A arte de fazer acontecer

Conseguir auxiliar suas responsabilidades com o tempo é um grande desafio para os empreendedores nos dias de hoje. Obter sucesso nesse aspecto pode ser o grande diferencial para o crescimento de sua organização, e o método GTD pode lhe ajudar a obter o melhor resultado profissional possível.

No contexto atual, constantemente nos sentimos cheios de tarefas e, consequentemente, temos a sensação de que não é possível fazer tudo em apenas 24h. Saber gerir o tempo e organizar as atividades pode trazer benefícios incríveis tanto no âmbito profissional quanto no âmbito pessoal. Quando conseguimos organizar nosso tempo, passamos a pensar nossa vida de maneira estratégica.

E se existisse um método para organizarmos as atividades da nossa rotina? Na verdade, esse método existe e ele se chama Getting Things Done, mais conhecido como GTD. Essa técnica foi desenvolvida pelo escritor David Allen e nos ensina maneiras de realizar nossas tarefas de forma prática e organizada, fazendo com que aquela sensação, citada no primeiro parágrafo, deixe de existir.

Você deve estar se perguntando: como fazer para utilizar o GTD diariamente? É simples! Os passos a seguir irão lhe auxiliar para a melhor utilização do método.

Registre todas as atividades pendentes

O primeiro passo é imaginar uma caixa. Nela, você irá colocar todas as coisas que estão pendentes e são de sua responsabilidade (lembre-se de registrar o que foi colocado na “caixa”). Ao fazer isso, sua mente fica mais livre para pensar em como fazer suas atividades ao invés de apenas pensar na quantidade de tarefas. Com a mente mais livre, se torna muito mais fácil executar as tarefas.

Processe as atividades

É bem comum que a caixa esteja lotada, sendo assim, é necessário estabelecer critérios para decidir a prioridade do que deve ser executado. Para isso, é preciso responder algumas perguntas sobre cada atividade. A primeira: posso realizar essa tarefa hoje? Se a resposta for não, ela deve ficar como pendência para os próximos dias. Segunda pergunta: posso realizar essa tarefa em menos de 5 minutos? se a resposta for sim, coloque ela como prioridade – se livrando de pequenas atividades é uma ótima maneira de começar o dia. Terceira pergunta: é você quem irá realizar a tarefa? se a resposta for não, delegue! Mantenha ela registrada para monitorar seu resultado, se a resposta for sim, registre na sua lista de atividades.

Ao processar as tarefas, se torna bem claro o que é necessário fazer durante o dia e seu fluxo de trabalho tende a melhorar consideravelmente.

Execute suas atividades

Depois de colocar em ordem tudo que deve ser feito, é chegada a hora de pôr a mão na massa! Ao começar uma atividade, seu foco deve ser único e exclusivo para essa ação, e ao terminá-la tire um tempinho para relaxar e volte para a execução da próxima tarefa.

Aplicativos

Existem alguns aplicativos que ajudam muito na organização de suas responsabilidades, além disso, eles registram tudo o que está sendo feito, e ao utilizá-los é possível ter uma ótima ideia do impacto do GTD na sua rotina, pois, você irá perceber o aumento do número de atividades realizadas todos os dias. Recomendo os seguintes aplicativos: Trello, Google keep ou, Evernote. Os 3 são muito simples de utilizar e atendem às necessidades do método.

A chave para o sucesso

Saber administrar o tempo é um diferencial muito impactante nos dias de hoje. Ao se organizar, os erros tendem a diminuir, e considerando que eles podem ser fatais para sua empresa, para seu trabalho e até para questões pessoais,  utilizar o GTD pode ser um ponto chave para o sucesso profissional. Lembrando que o Getting Things Done é uma metodologia e quando colocamos uma metodologia em prática, inicialmente, sentimos certas dificuldades mas depois se torna algo simples e impactante para sua rotina, alguns aspectos  podem (e devem) ser adaptados à sua realidade.

 

Conclusão

O GTD pode ser utilizado para qualquer aspecto de sua profissão. Digamos que seu desejo é abrir uma empresa, melhorar seus resultados ou definir os processo de seu negócio: todas essas opções precisam de atividades e de organização, com o auxílio dessa metodologia se torna extremamente mais prático a execução dessas tarefas.

Vale reforçar que a metodologia é baseada na ideia de que é possível “riscar” algumas coisas de nossas mentes, evitando uma situação comum em nossas vidas: muitas vezes estamos executando um trabalho e nos lembramos de outras coisas as quais precisamos fazer, perdemos a linha de raciocínio e simplesmente travamos, quando organizamos nossas ações e as documentamos, nosso cérebro segue uma linha lógica de execução e consequentemente nos tornamos mais produtivos. Se você deseja melhorar o desempenho da sua empresa, por o GTD em prática é passo crítico realizar esse desejo.

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5. Gestão Estratégica

Cultura Organizacional: A Essência da Empresa

Netflix, Google, AMBEV, Kraft Heinz, Reserva… o que essas empresas possuem em comum? Bem, não seria surpresa pra você se a resposta dessa pergunta fosse “uma Cultura Organizacional extremamente consolidada”. Afinal, esse é um dos temas que mais estão sendo centro de discussão no mundo corporativo, e a FCAP JR. Consultoria não está de fora disso.

Sem dúvidas, Cultura Organizacional é aquele tipo de assunto fascinante que faz com que as pessoas que o conhecem mais a fundo estejam sempre tentando levá-lo para dentro das empresas. Por isso, este artigo foi escrito para você que sempre quis entender de modo mais aprofundado o conceito, as formas de manifestação e o processo de maturação da Cultura Organizacional. Dito isso, vamos à leitura!

Mas afinal, o que é Cultura Organizacional?

Muitos estudiosos já tentaram definir o conceito de Cultura Organizacional. Por se tratar de um assunto bastante abstrato, as definições e interpretações se confundem e dão a impressão de que não existe uma resposta “correta” em meio às outras. No entanto, algumas definições ganharam uma dimensão mais significativa.

A Endeavor, neste artigo, define a cultura de uma organização como a “responsável por reunir os hábitos, comportamentos, crenças, valores éticos e morais e as políticas internas e externas de uma empresa”. Já a Qulture Rocks, empresa que publica diversos conteúdos sobre Cultura Organizacional e que ainda será bastante citada neste artigo, a define como “a forma com que as pessoas se comportam numa empresa, em função de seus valores (pessoais e coletivos), rituais, artefatos, incentivos e exemplos”.

Tentando trazer para uma versão mais enxuta, a FCAP JR. Consultoria enxerga a Cultura Organizacional como um filtro que determina aquilo que é aceitável ou não aceitável dentro de um negócio. Embora existam tópicos que sempre serão aceitos ou negados em qualquer tipo de corporação no mundo, também existem comportamentos que serão vistos de diferentes modos a depender da empresa.

Para explicar isso de uma melhor forma, conheça o caso da Southwest Airlines, companhia aérea norte-americana e dona de uma cultura bastante diferenciada. De acordo com um de seus valores (Fun-LUVing Attitude), os funcionários que trabalham na empresa precisam ser pessoas extrovertidas e bem-humoradas.

Isso porque, ao definir o seu modelo de negócios, o dono da companhia decidiu que a Southwest Airlines deveria oferecer um serviço que fosse diferente das demais companhias aéreas e, dessa forma, enxergou que a construção de uma equipe de funcionários divertidos poderia ser uma boa estratégia.

Pode parecer besteira, mas essa decisão fez com que houvesse um senso bastante claro de quais são os membros ideais para organização, o que fez com que o Recrutamento e Seleção da Southwest Airlines fosse guiado de um modo extraordinariamente melhor.

Além disso, a empresa se tornou conhecida por possuir histórias como, por exemplo, a de um piloto que deixou, propositalmente, um livro do lado de fora do bolso da sua mala – o suficiente para que todos que estivessem embarcando no avião pudessem enxergar – com o título “Como Pilotar um Avião (Para Principiantes)”. A repercussão dessa história foi enorme e muito positiva para a companhia.

Os resultados dessa cultura não poderiam ser diferentes: atualmente, a Southwest Airlines é uma das únicas companhias aéreas do mundo que mantém um histórico de lucratividade e boa performance das suas ações durante décadas.

Pare pra pensar agora sobre a história do piloto. Para a empresa norte-americana, o piloto está completamente alinhado com a cultura criativa e extrovertida da organização, o que faz com que o ato praticado pelo mesmo seja visto com bons olhos por todos.

Todavia, caso isso ocorresse dentro de uma companhia aérea que tem como um de seus valores a seriedade no trabalho, esse mesmo piloto poderia sofrer uma punição ou ser até demitido da companhia. A Cultura Organizacional é a responsável por definir como esses comportamentos serão interpretados dentro da empresa.

Para mais histórias sobre a Southwest Airlines e o seu processo seletivo, baixe o e-book da Qulture Rocks sobre Cultura Organizacional.

Manifestações da Cultura Organizacional

Agora que você já possui uma noção maior sobre Cultura Organizacional, está na hora de entender um pouco mais sobre as formas com que ela se manifesta. Para isso, é necessário entender conceitos como valores, rituais e artefatos. Vamos conversar sobre cada um deles:

VALORES

Com certeza você já deve saber o que são os valores de uma organização. Aquelas frases legais que as empresas fazem questão de colocar em suas apresentações institucionais ou até mesmo na parede do ambiente de trabalho.

Essas frases transparecem quais são os princípios que guiam as decisões dos colaboradores e devem ser seguidas por todos, desde os cargos mais operacionais até os estratégicos. Porém, em muitas empresas no mundo, os seus valores não passam de um simbolismo e se limitam apenas às paredes do escritório.

Isso ocorre porque as pessoas que elaboram os valores da organização às vezes não compreendem o seu princípio básico: é preciso que os valores signifiquem algo. De que adianta possuir o valor de “Foco no Cliente” se a empresa possui um histórico enorme de reclamações feitas pelos mesmos e nunca se preocupou em dar qualquer tipo de retorno para eles? Qual o impacto real de se possuir um valor como “Inovação” em um negócio que há anos não inova em seus produtos ou serviços?

Para se construir valores que impactem, é necessário olhar para dentro e enxergar aquilo que é importante. Não se pode apenas pensar nas frases genéricas ou copiar os valores que deram certo em outras companhias. É preciso pensar tanto nos valores que já existem dentro da empresa – até naqueles que não são tidos como valores – quanto nos valores esperados por um colaborador ideal.

As consequências disso, se feito de maneira correta, podem mudar a visão do negócio, tanto em um viés interno (funcionários) quanto no externo (mercado).

Lembre-se sempre: empresas não têm valores, pessoas sim.

RITUAIS

Os rituais são todos os eventos promovidos pela organização que externam a essência da empresa. São exemplos de rituais um café da manhã com o presidente quando se ascende de cargo, reuniões quinzenais em que todos os funcionários precisam estar presentes para conversarem sobre o futuro da empresa ou um dia da semana que você pode ir para empresa vestido de modo mais informal.

No Google, por exemplo, acontecem as TGIFs (sigla para “Thank God It’s Friday”), reuniões em que todos os funcionários podem estar presentes – fisicamente ou por meio de uma transmissão – para conversar com as suas lideranças, sem nenhum tipo de censura, sobre qualquer assunto que eles desejarem.

Segundo o Google, essas reuniões fazem com que os funcionários se sintam mais aptos a ocupar cargos estratégicos dentro da organização, uma vez que eles podem conversar de igual para igual com os diretores do seu departamento.

Esse é um exemplo claro de um ritual alinhado com um dos valores do Google (“A busca por informações cruza todas as fronteiras”) e que torna o ambiente de trabalho dos seus funcionários um espaço melhor para o desenvolvimento dos mesmos.

No final das contas, os rituais são parte da Cultura Organizacional por influenciar diretamente o comportamento dos colaboradores e transparecer de modo mais concreto os valores da empresa.

ARTEFATOS

Artefatos são componentes importantes da Cultura Organizacional. Por serem algo concreto e palpável, eles acabam sendo fatores que podem transparecer a cultura da empresa para os funcionários e para as pessoas de fora. Tentando trazer para um conceito mais técnico, artefatos são as manifestações sensoriais da cultura.

O vestuário que os funcionários utilizam, a decoração do ambiente de trabalho, o letreiro com o nome da empresa que as pessoas veem ao passar com o carro na frente da companhia e os arquivos sobre a cultura da organização. Tudo isso são artefatos.

Pare para pensar no lugar que você trabalha. Existe algum artefato que vem em mente? Algum objeto ou documento que, intencionalmente ou não, transmite a cultura da organização? As maiores empresas do mundo vem investindo tempo e dinheiro nisso e os resultados vão desde o aumento no nível de produtividade até a construção de um maior senso de equipe.

Um exemplo claro disso é a empresa Hubspot, conhecida por seus cursos sobre Marketing Digital e por oferecer softwares de Marketing e Vendas, que lançou o seu Culture Code (do inglês, “código de cultura”). No manual da empresa, é explicado de forma bastante visual quais são os seus valores, suas prioridades e a forma com que eles trabalham.

A ideia é centralizar tudo aquilo que faça jus à cultura da Hubspot em apenas um documento. A partir disso, torna-se possível transmitir a sua cultura de modo claro, tanto para os seus funcionários quanto para os seus clientes, de forma a ser vista como um excelente lugar para se trabalhar e um bom investimento para quem quer consumir os seus serviços.

 

 

Fases de Maturidade da Cultura Organizacional

De acordo com a Qulture Rocks, a cultura de uma empresa não nasce de um dia para o outro. Pelo o contrário: existe todo um processo de formação e maturação da cultura e é possível segregar esse processo em 6 fases. Vamos analisar cada uma delas.

1) NASCIMENTO

Essa primeira fase é a origem de tudo. Trata-se do momento em que a cultura da organização surge, o que necessariamente se confunde com o início da organização. Nesta fase, a cultura é quase que um reflexo completo dos valores de seus criadores, uma vez que ainda não existe um amplo contato entre os demais colaboradores.

2) CALCIFICAÇÃO

Após algum tempo do nascimento da empresa, a Cultura Organizacional começa a tomar forma. Nessa fase, a organização está crescendo e, consequentemente, há um aumento do nível de interação entre os colaboradores. É bastante comum que a figura do fundador da organização vá se tornando cada vez mais distante dos demais funcionários e surjam outros influenciadores dentro da empresa.

Isso ocorre pois, à medida que esse distanciamento entre os colaboradores e o criador vai aumentando, cria-se um “vácuo” que acaba sendo preenchido por outras pessoas influentes na empresa. É nesse momento que surgem novos rituais, artefatos e histórias, muitas vezes completamente diferentes das esperadas pelos criadores da organização. Todavia, ainda não existe algum tipo de noção de que a empresa está desenvolvendo uma cultura.

3) DESCOBERTA E ARTICULAÇÃO

Na terceira fase do processo, a companhia se enxerga como dona de uma cultura. Na maioria das vezes, os criadores não reconhecem a cultura em questão por não compreenderem o que foi que levou a empresa a ser daquele jeito, visto que os mesmos pensam e se comportam de maneira completamente diferente.

No momento em que os fundadores compreendem que existe uma grande influência de outros participantes do negócio, se inicia um processo de olhar para dentro e buscar compreender quais são os valores, artefatos e rituais da empresa. É exatamente nessa fase que as pessoas que trabalham na organização tomam consciência da sua cultura, levantando tanto os aspectos positivos quanto os negativos.

O processo de descoberta e articulação geralmente é encerrado com a elaboração de algum documento (como um Manual de Cultura, por exemplo) que servirá como um guia para os comportamentos de todos os funcionários do negócio.

4) LACUNA

Ao final da fase de descoberta e articulação, a empresa irá possuir uma noção mais clara sobre a sua cultura. Porém, é necessário compreender que sempre existe uma lacuna, ou seja, um distanciamento, entre o que foi escrito e o que é praticado.

Nessa fase, a organização precisa identificar quais são os pontos da cultura que não foram 100% fidedignos à realidade do negócio e começar a traçar planos de ação para que sejam praticados na quinta fase do processo. É importante reforçar que essa é uma fase que precisará estar sendo sempre posta em execução, uma vez que a organização nunca atingirá um nível de completo alinhamento cultural.

5) REFORÇO E MUDANÇA

Como foi dito anteriormente, sempre haverá lacunas. A partir do momento em que estas são apontadas, é preciso tomar as devidas decisões para assegurar que estas sejam contidas e fazer com que a organização chegue mais perto do Nirvana ou Lacuna Zero.

Desse modo, é papel da empresa reforçar todos os rituais, valores e artefatos positivos e mudar os negativos, a fim de se criar novos comportamentos entre os funcionários que, posteriormente, irão impactar no aumento da produtividade de cada um deles bem como a criação de um ambiente de trabalho mais amigável.

É importante ressaltar, porém, que a maioria das empresas não chegam nesta fase. Isso porque, embora a maioria reconheçam as lacunas existentes em seus Códigos de Cultura, os seus criadores não sentem a necessidade de investir tempo ou algum recurso no tema.

É exatamente aqui que se define se a empresa possuirá uma cultura comum ou uma cultura digna de ser posta junto às das organizações que foram citadas no começo do artigo.

6) NIRVANA

Nirvana é a última fase do processo de maturação da Cultura Organizacional e é o estágio utópico de perfeita união entre o que a empresa é com o que a empresa deveria ser. Embora se saiba que, por definição, é impossível atingir esta fase, não se pode negar a existência de grandes empresas que vêm adotando diversas práticas para atingir o Nirvana. Quem sabe um dia?

Conclusão

Se você chegou até aqui, é evidente que você acredita no impacto de uma Cultura Organizacional bem consolidada. Os desdobramentos da criação de uma cultura que guie os colaboradores de uma empresa a algum tipo de comportamento ideal, deixa claro que o tema vai muito além de um assunto abstrato e passa a ser encarado como algo que trás resultados concretos.

Desse modo, é muito importante que, na empresa que você faz parte, exista um senso claro em relação aos valores da organização, às regras inegociáveis e até mesmo a um perfil fictício de um membro que possa servir como um norte durante o Processo Seletivo ou Avaliações de Desempenho. A cultura está em todo lugar.

Caso você tenha algum tipo de estabelecimento e acredita que a FCAP JR. Consultoria pode ajudá-lo(a) de alguma forma, não hesite em entrar em contato conosco! Fornecemos treinamentos sobre Cultura Organizacional além de outras soluções inteligentes que podem impulsionar os resultados da sua empresa.

Para agendar uma reunião gratuita com os nossos consultores, basta clicar aqui.

Espero que este artigo tenha lhe sido útil de alguma forma! Fique atento(a) nas nossas redes sociais para saber dos nossos novos conteúdos e estar por dentro dos assuntos mais comentados no mundo corporativo. Até a próxima!

 

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S.W.O.T: O Guia para Tomadas de Decisão

E se houvesse um jeito de mitigar as fraquezas da sua empresa, prever ameaças e descobrir oportunidades que irão te destacar dos seus concorrentes? Através da Análise S.W.O.T você conseguirá analisar o ambiente ao seu redor e traçar os melhores planos de ação para aumentar seus resultados.

A Análise S.W.O.T, também conhecida como Análise F.O.F.A, se trata de um sistema simples para posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em que se encontra, sendo uma ferramenta essencial no embasamento do empreendedor para tomadas de decisões. A partir da análise do ambiente em questão, ela oferece insumos sobre o mercado e sobre sua organização.

Esses insumos são gerados a partir do cruzamentos dos dados feitos pela Análise S.W.O.T., que serão explicados mais adiante, e podem ser utilizados para elaborar o planejamento estratégico da empresa e plano de marketing, por exemplo, pois, a partir deles, você poderá ver pontos importantes antes não vistos.

Porém, essa ferramenta não serve apenas para elaborar planejamentos estratégicos e ver seu posicionamento no mercado, mas também para a elaboração de novos projetos.

Em sua essência, ela mede as forças (Stregths) e as fraquezas (Weakenesses) internas da sua empresa, como também as oportunidades (Opportunities) e as ameaças (Threats) externas à sua empresa.

Através dessa ferramenta você vai aprofundar o conhecimento a respeito da sua organização e ter uma análise do contexto externo em que seu negócio está inserido, obtendo um diagnóstico estratégico que deve prever e prevenir condições negativas, além de firmar diretrizes que façam sua empresa se diferenciar das demais, através de uma análise do contexto interno da sua empresa.

SWOT

Como citado anteriormente, a Análise S.W.O.T. mede as forças (Stregths), as fraquezas (Weakenesses), as oportunidades (Opportunities) e as ameaças (Threats), e para obter um guia que de fato forneça insumos para você, é importante que entenda o conceito de cada ponto citado.

As forças são os elementos internos, com potencial, que a sua empresa possui para conseguir alavancar os resultados que você almeja. São as vantagens que a sua empresa tem sobre suas concorrentes. Ex: Bom relacionamento com os fornecedores.

O principal objetivo de se analisar as forças da sua empresa é saber  a competitividade que elas podem trazer para o seu negócio. Quanto mais forças forem identificadas, mais relevantes elas serão para tomadas de decisão.

Algumas perguntas que você pode se fazer para identificar as forças da sua empresa são:

        • Quais são minhas melhores atividades?
        • Quais são meus melhores recursos?
        • O que eu tenho que minhas concorrentes não possuem?
        • Qual o nível de engajamento dos clientes?

As fraquezas são os elementos internos que atrapalham o seu negócio, impedindo-o de conseguir alcançar seu objetivo. É importante ressaltar que nesta etapa é fundamental haver sinceridade, para então poder traçar os melhores planos de ação para mitigá-las. Ex: Baixa conversão de vendas.

Algumas perguntas que você pode fazer para identificar as fraquezas da sua empresa são:

        • Por quê meu cliente escolheu a concorrência?
        • Quais os gaps que existem nos meus processos?
        • O que posso evitar de equivocado na empresa?

As oportunidades são as situações externas à empresa que podem acontecer e que se pode usar ao seu favor para alcançar os resultados desejados. São as tendências, processos culturais, variações no mercado, na economia. Nelas são encontrados gaps que podem ser preenchidos ou podem alavancar ainda mais o negócio. Ex: Produto diferenciado no mercado.

Algumas perguntas que você pode fazer para identificar as oportunidades da sua empresa são:

  • Onde os concorrentes falham?
  • Há alguma inovação tecnológica eminente? Se sim, quais? Como pode ser aplicada na sua empresa?
  • Como e em que agregar valor para criar demanda?
  • Quais são as tendências que podem ser percebidas entre os concorrentes e no mercado? Como se diferenciar delas?

As ameaças são as situações externas à empresa que podem acontecer e que impedirá os bons resultados da empresa, impedindo-a de alcançar seu objetivo. Alguns exemplos de ameaças para sua empresa são:

        • Novos concorrentes
        • Perda de trabalhadores fundamentais
        • Mudança de leis e parâmetros regulamentadores
        • Pirataria de seus produtos

Para poder realizar o cruzamento da S.W.O.T. e, a partir disso, definir os planos de ação, é necessário estar com a Análise bem estruturada. Neste cruzamento, será analisado a influência que as forças e fraquezas possuem sobre as oportunidades e as ameaças. A partir disso, podem ser traçadas quatro estratégias:

        • 1. Estratégia Ofensiva: Pontos Fortes x Oportunidades (SO)
        • 2. Estratégia de Confronto: Pontos Fortes x Ameaças (ST)
        • 3. Estratégia de Reforço: Pontos Fracos x Oportunidades (WO)
        • 4. Estratégia de Defesa : Pontos Fracos x Ameaças (WT)

A Estratégia Ofensiva é empregada no cenário mais otimista da sua empresa. Ela ocorre quando você utiliza uma força para ajudar na probabilidade de uma oportunidade acontecer, potencializando-a. Consiste em uma estratégia que visa o crescimento e desenvolvimento dos pontos positivos da sua empresa.

Realizando o cruzamento de uma força que influencia diretamente em uma oportunidade, você vai elaborar a melhor estratégia ofensiva para aumentar as chances dessa oportunidade acontecer em sua empresa.

Na Estratégia de Confronto, você vai utilizar o seu ponto forte para diminuir a probabilidade de uma ameaça identificada acontecer na sua empresa. Se trata de uma estratégia que tende a causar um conforto a sua empresa, a partir do momento que você diminui a força de uma ameaça externa à ela.

Mais uma vez é importante realçar que é a partir desse cruzamento que você vai diminuir as chances de uma ameaça ocorrer na sua empresa, então vale analisá-la cuidadosamente. Nessa parte, você vai desenvolver estratégias que estejam de acordo com o seu negócio.

Já a Estratégia de Reforço serve para você pensar em como o ponto fraco da sua empresa pode impedir, ou diminuir, a chance da sua oportunidade de acontecer. O principal objetivo dessa estratégia é diminuir as fraquezas da sua empresa a fim de que não atrapalhem o seu ambiente externo.

E por fim, a Estratégia de Defesa, onde sua empresa se encontra no cenário mais crítico e pessimista. Tem como finalidade minimizar perdas e impactos negativos que as fraquezas e ameaças podem causar na sua empresa, ponderando como diminuir as chances de uma fraqueza tornar realidade uma ameaça.

Para facilitar a criação de sua Análise S.W.O.T, basta clicar na imagem abaixo.