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Como fazer uma gestão de fornecedores eficiente?

A gestão de fornecedores é uma tarefa estratégica, contínua e faz parte da rotina de qualquer empresa.

E é necessária muita atenção para o gerenciamento daqueles que fornecem os insumos necessários para que a operação do negócio aconteça de forma eficiente.

Mas, como fazer a melhor gestão desses fornecedores para conseguir um relacionamento melhor com eles, conseguir melhores preços e mais competitividade?

Neste post, vamos te mostrar como melhorar a gestão de fornecedores da sua empresa. Continue lendo e aprenda.

O que é a gestão de fornecedores e qual sua importância?

A gestão de fornecedores está relacionada aos processos de planejamento, controle, monitoramento constante e implementação de melhorias contínua da relação empresa-fornecedor.

É um processo que visa beneficiar o negócio, buscando os melhores preços, prazos, níveis de serviço, qualidade, dentre outras características.

Existem fornecedores para diferentes tipos de suprimentos, como os de matérias-prima para produção de uma empresa, de material de suporte e até de produtos finais, para os casos de empresas que trabalham com revendas.

Independente do tipo, é preciso dar atenção a essa gestão, porque ela é a base da qualidade final dos seus produtos ou serviços.

Além de reduzir falhas, promover maior segurança na estipulação de metas e cumprimento dos prazos com os clientes.

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Como fazer gestão de fornecedores?

A seguir, iremos mostrar o que pode ser relevante no momento de criar e gerenciar uma rede de fornecedores para o seu negócio.

1. Escolha de fornecedores

O processo de gerenciamento dos fornecedores começa com a escolha destes, orientada por critérios bem definidos, que façam sentido para a realidade do seu negócio.

Após a definição desses critérios, inicia-se a pesquisa, onde o gestor possa observar fatores como a qualidade da mercadoria, a relação custo-benefício, a confiabilidade da marca, para assim conseguir fazer uma análise comparativa, que resulte na melhor escolha.

Para obter essas informações, pode-se fazer:

  • Pesquisas na internet através do CNPJ;
  • avaliações em sites específicos para aquele insumo;
  • comentários de outros clientes;
  • além do histórico e tempo de existência do fornecedor.

É interessante fazer uma visita presencial nas instalações da empresa, para inferir se logisticamente é benéfico fechar negócio com aquele fornecedor, considerando que a logística dos suprimentos requerem um alto custo.

Além desses critérios, existem outros mais técnicos de acordo com o tipo de material do insumo, podemos citar alguns:

  • Normas de segurança
  • Políticas de compliance
  • Política de direitos humanos
  • Certificações de qualidade
  • Políticas ambientais
  • Flexibilidade para mudanças 

Todos esses fatores são importantes, para garantir a confiabilidade e qualidade da cadeia de valor do produto ou serviço.

2. Negocie com os fornecedores

A negociação é um processo importante para garantir o melhor preço e as melhores condições com os fornecedores.

Nesse momento é preciso que o gestor tenha conhecimento do seu fluxo de vendas, do giro do seu estoque, e da previsão da sua demanda.

Com essas informações, ele saberá quais são as variáveis mais importantes para poder negociar. 

Por exemplo: se nos feriados geralmente aumentam as vendas da empresa, o empreendedor terá que fazer um planejamento do quanto que precisa cobrar para cobrir suas despesas, quantos produtos serão necessários, em quanto tempo, para assim, ser capaz de negociar com os fornecedores, sem grandes prejuízos desnecessários.

Alguns outros fatores que o gestor pode observar no momento da negociação são: 

  • Condições de pagamento
  • Garantias
  • Benefícios Extras
  • Tempo para pagamento
  • Agilidade de entrega

3. Mantenha o relacionamento com os fornecedores

Tão importante quanto escolher e iniciar o relacionamento com os fornecedores, é saber manter essa relação consistente e benéfica.

A ausência de um bom relacionamento, pode atrapalhar tudo o que foi planejado.

Em termos técnicos, esse processo se trata do SRM (Supplier Relationship Management), ou Gestão do Relacionamento com os Fornecedores.

Em algumas empresas, existem cargos específicos especializados em gerenciar essas contas.

mantendo o bom relacionamento com os fornecedores
Foto de Tima Miroshnichenko no Pexels

A função desse cargo é basicamente promover interações estratégicas, de modo que maximize o valor e garanta que as partes interessadas fiquem satisfeitas.

Essas ações podem levar a outras oportunidades de possíveis parcerias, e até aumentar a flexibilidade na negociação de preços e/ou prazos.

Vale ressaltar que os fornecedores são um dos stakeholders mais importantes, devido à ligação direta com a atividade-chave da empresa.

E para garantir esse bom relacionamento,  existem soluções tecnológicas que facilitam esse processo, automatizando o SRM.

Além de propor outras funcionalidades, como avaliação de fornecedores, classificação de acordo com o custo e qualidade, dentre outros recursos.

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4. Avalie constante dos fornecedores

Após a contratação dos fornecedores, é importante ter um sistema de avaliação contínua, que vai assegurar que o que foi acordado no início da negociação está sendo cumprido.

Esse controle possibilitará a criação de planejamentos melhor embasados e estruturados.

Dentro dele, o responsável pelo setor de compras irá monitorar as empresas fornecedoras com critérios gerais (aqueles que se repetem e independente da atividade-fim da empresa) e específicos (que são aqueles aspectos que interferem no modelo de negócio e do produto/serviço final).

Por meio de sistemas de gestão, a empresa consegue coletar, armazenar e gerenciar dados, para assim utilizar a inteligência artificial para basear os planejamentos e as tomadas de decisão relativas aos fornecedores.

Em um cenário que o mercado muda constantemente com o surgimento de novas empresas, o gestor deve ficar atento para se certificar que manter a parceria com aquele fornecedor ainda será benéfico para a empresa, financeira e operacionalmente.

5. Use a tecnologia para gerenciar os fornecedores

O uso da tecnologia para o gerenciamento de fornecedores não é mais considerado um diferencial, e sim uma necessidade dentro das empresas.

Uma das principais vantagens é a possibilidade de integrar informações, dentre os diversos setores envolvidos no processo de fornecimento.

Essas soluções facilitam o processo de compreensão do quê, quanto, com quem e quando deve ser comprado.

Além de informações financeiras que serão essenciais para evitar grandes prejuízos, e escolha de fornecedores inadequados.

Além disso, é possível evitar custos desnecessários com excesso de estoque, compras feitas de forma desprogramada e sem lógica.

Em situações que existam mais de uma filial da mesma empresa, a distribuição dos insumos fornecidos poderá ser acompanhada de forma ágil, fácil e de modo que a segurança desses dados não seja comprometida.

Conclusão

A gestão de fornecedores, apesar de ser um processo completo, é vital para a administração de qualquer negócio. 

Neste post, mostramos a importância em cada processo envolvido, e como ele pode trazer benefícios para vários setores da empresa, inclusive o financeiro. E ela vai mais além de que a rotina de compras e contas a pagar, pois, envolve toda a parte de planejamento, investimento, gerenciamento, controle e implementação de melhorias.

Uma empresa com um processo de compras bem estruturado e definido, terá maiores chances de crescer de forma orgânica, saudável e preparada para qualquer cenário.

Portanto, não fique para trás e comece agora a implementar uma boa gestão de fornecedores para garantir o sucesso nessa área estratégica da sua empresa.

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Como fidelizar clientes? 7 táticas para aumentar a retenção

No mercado atual, todos os produtos estão sempre se reinventando seja na sua empresa ou na concorrência, sendo copiados ou melhorados.

Por isso, para garantir que os consumidores permaneçam em seu negócio é importante também fidelizá-los!

Entender como fidelizar clientes tornou-se essencial para qualquer organização, grande ou pequena.

Mas é importante entender que essa fidelização vai muito além de oferecer um produto de qualidade aos clientes.

Trata-se de criar valor, estreitar relacionamentos com os mesmos, gerar engajamento e superar expectativas de diversas formas.

Ou seja, encantá-los.

Para te ajudar nessa missão, preparamos uma lista com 7 táticas para aumentar a retenção dos seus clientes.

Vamos lá?

7 táticas para aumentar a fidelização de clientes

1. Conheça bem o seu consumidor

Se você quer entender como fidelizar clientes, você precisa entender seu público.

Uma das formas de fazer isso é construindo uma buyer persona.

De forma geral, uma buyer persona nada mais é do que o perfil do cliente ideal para seu negócio, e é importante traçá-lo para entender quais são exatamente seus hábitos e anseios.

Além disso, entender o que ele deseja e de que forma sua empresa pode atender as necessidades que ele possui.

Ao conhecer seu consumidor você poderá direcionar seus esforços a convencê-los para a compra em vez de tentar convencer ao público errado, que não estará interessado, e gastar suas estratégias em vão.

2. Crie uma experiência de atendimento única

Seja sua empresa um pequeno quiosque ou uma grande indústria, é importante que os clientes sejam sempre tratados como se fossem únicos e especiais.

Deixando claro que você está feliz em tê-lo e que se preocupa com cada uma de suas necessidades.

Para fornecer essa experiência, você precisa garantir que no atendimento ela seja:

  • Positiva, para garantir que seu público queira revivê-la;
  • Significativa, porque deve causar impacto no cliente de forma que ele conheça sua empresa pelo que ela faz de bom através de um atendimento respeitoso e que os ajude a solucionar seus problemas;
  • Memorável, para que os clientes sempre lembrem a experiência boa que tiveram ao se relacionarem com a marca.

3. Aposte em programas de fidelização

Oferecer programas ou benefícios de fidelidade é um bom atrativo para fazer com que os clientes escolham sua empresa por muito tempo.

Isso pode ocorrer através de vantagens ou descontos exclusivos para os participantes, brindes fornecidos em compras, promoções especiais e diversas outras formas.

Para esses programas, é importante atentar para que:

  • Eles ofereçam vantagens que realmente são desejadas e irão fazer diferença para os clientes;
  • Seja de fácil acesso;
  • Tenha responsabilidade e compromisso com o cliente;
  • Permita a captação de informações sobre os clientes;
  • Realmente tenha incentivos que façam os clientes permanecerem no programa.

4. Ouça o que seus clientes têm a dizer

Em qualquer negócio é importante obter o feedback dos seus clientes, e a comunicação precisa ser uma via de mão-dupla.

Com as redes sociais, essa troca de informações se tornou ainda mais facilitada, pois seus clientes podem utilizar esse meio para entrar em contato com sua empresa.

Por isso, é necessário estar sempre atento a elas para garantir que os consumidores não sejam ignorados nessas plataformas.

Ao utilizar essa tática você fará com que os clientes sintam que estão tendo suas opiniões valorizadas.

Além disso, eles poderão até mesmo apontar detalhes que podem passar despercebidos, mas que influenciarão com futuros clientes, para que as medidas corretivas sejam tomadas.

5. Reconheça seus clientes

Reconhecer seu cliente funciona basicamente através de demonstrações de que ele é importante para sua empresa e que ele é apreciado.

Seja através de cartões de aniversários ou brindes de Natal e ocasiões especiais, seu cliente se sentirá lembrado e valorizado e essas atitudes irão mostrar que você o acha especial, criando assim memórias e vínculos

6. Meça a satisfação dos seus clientes

O que não se mede, não se gerencia

William Deming.

Para que essa falta de mensuração não venha a atrapalhar nos negócios é importante garantir que todos os passos das atividades da sua empresa estão sendo mensurados.

Desde qual funcionário está atendendo melhor até, qual produto está sendo mais vendido.

É possível realizá-la através de pesquisas, e com essa mensuração se tornará viável o estabelecimento de metas e a garantia de que toda sua equipe esteja voltada para resultados.

Após a mensuração, é também é fundamental não esquecer de realizar análises para a correção de problemas e melhorias no desempenho.

7. Esteja presente com um processo de pós-venda

Se você acha que o trabalho da sua empresa vai até o momento em que a venda ocorre, está muito enganado.

Esse é o maior erro de muitos negócios, e para que isso não ocorra é importante desenvolver estratégias de pós-venda.

Mostrando assim ao cliente que você se interessa pela resolução do problema dele e não apenas em ganhar o dinheiro com a compra.

Uma excelente forma de realizar esse processo é através de ligações, e-mails ou até reuniões de follow-up oferecendo assim suporte para a retirada de todas as dúvidas que possam surgir.

Principais benefícios da fidelização de clientes

Agora que você já sabe como fidelizar seus clientes, separamos alguns motivos para que você insista na aplicação, como:

  • Clientes fidelizados apresentam maior propensão de realizar marketing boca a boca gratuito a seus amigos e familiares, os influenciando a também utilizarem seus produtos ou serviços;
  • Eles comprarão seus produtos repetidamente se estiverem satisfeitos, além de apresentarem maior probabilidade de experimentação para novos produtos da sua empresa;
  • Em situações adversas (como atrasos, por exemplo), os clientes fiéis podem entender melhor e dar novas chances por já conhecerem sua empresa.

Conclusão

Um cliente fidelizado não é apenas um comprador de seus produtos ou serviços, mas sim alguém que poderá transmitir as ideias do seu negócio para outras pessoas.

Mantê-los encantados irá fazer com que sua empresa se consolide no mercado e tenha uma boa reputação e os tornará embaixadores da sua marca.

Ao final dessa leitura acreditamos que você já está pronto para utilizar cada uma das táticas em seu negócio, então chegou a hora da ação!

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Organização de Estoque: como fazer e diminuir desperdícios?

Em empresas de qualquer segmento, um dos principais objetivos é sempre de atender as demandas do mercado, realizar vendas e obter lucro.

Para atender essa demanda, existe uma atividade que é fundamental no sucesso do negócio: organização de estoque.

Isso acontece porque todos as variáveis referentes a venda dos produtos e serviços devem ser considerados e é importante saber exatamente:

  • Quantidade de produtos disponíveis;
  • onde estão disponibilizados os materiais;
  • lotes;
  • datas de validade.

Entre diversas outras informações, todas essenciais para a tomada de decisões do negócio.

Contudo, com a correria do dia a dia, muitas organizações acabam não conseguindo dar conta de manter o estoque em ordem.

E o resultado disso acaba sendo a falta de controle dos produtos e até mesmo perdas devido a gastos desnecessários.

Então, se você quer garantir a organização de estoque na sua empresa e evitar perdas importantes para seu negócio, continue lendo.

O que é a organização de estoque?

De forma geral, a organização de estoques é um modelo de gestão que permite uma empresa de gerenciar o volume de produtos que ela possui disponível para garantir que as demandas dos clientes sejam atendidas e o negócio funcione.

Para que ela ocorra, é necessário que você saiba exatamente como deve armazenar os produtos e controlar as entradas e saídas de estoque.

Assim, equilibrando todo o ciclo da mercadoria através de informações e planejamento, como categorização de produtos, projeção de vendas, sazonalidade, etc.

Independentemente de qual o segmento em que o negócio atua, a organização de estoques é fundamental para que operações sejam eficientes e otimizadas.

Além de garantir que os processos estarão alinhados com todos os objetivos e estratégias da empresa.

Quais os principais benefícios da organização de estoque?

benefícios da organização de estoque
Foto de Tiger Lily no Pexels

Os benefícios da utilização da organização de estoques vão da melhoria na execução de atividades no dia a dia aos resultados obtidos.

Os principais são:

Redução de custos

Com o gerenciamento dos estoques é possível diminuir os desperdícios de produtos já que dificulta a perda das mercadorias.

Além de permitir que as compras de materiais sejam sempre realizadas na hora certa, colaborando no orçamento do negócio.

Planejamento preciso de compras

O controle realizado nos estoques permite que os planejamentos de compra sejam feitos no momento exato da reposição, fazendo assim com que vendas não sejam perdidas nem os estoques fiquem sobrecarregados com muitos materiais.

Aumento da produtividade

A gestão de estoques permite que os colaboradores tenham um acesso facilitado as informações sobre produtos, além de permitir a automatização de algumas atividades e reduzir o retrabalho.

Melhor relacionamento com os clientes

Receber pedidos certos e dentro dos prazos prometidos ajuda a garantir uma melhor percepção da empresa por parte do cliente, e a gestão de estoques facilita esse processo já que vai facilitar esse atendimento de diversas formas.

Tomada de decisão estratégica

Conhecer a situação real do estoque existente na empresa pode auxiliar em diversas tomadas de decisões referentes aos produtos, como onde reduzir produção, onde investir esforços comerciais para vendas, etc. 

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5 passos para fazer a organização de estoque na sua empresa?

Agora que você conheceu um pouco mais sobre o funcionamento e importância da gestão de estoques, preparamos um passo a passo para que você possa aplicar a metodologia em sua empresa.

Acompanhe!

1. Organize seus produtos e realize um inventário

estoque organizado
Foto de Tiger Lily no Pexels

Muitas empresas que possuem estoques tem uma grande quantidade de itens armazenados, mas nem sempre eles estão organizados como deveriam. 

Essa falta de organização pode acabar dificultando o trabalho da equipe para encontrar produtos e atender os clientes, podendo causar até mesmo a insatisfação dos clientes e prejuízos para a empresa.

Pensando nisso, para realizar sua organização de estoques o primeiro passo que deve ser seguido é o de ordenar os produtos armazenados de forma padronizada.

Além disso, todos eles devem ser elencados, criando assim um inventário de estoque que deve ser atualizado constantemente, de acordo com cada uma das entradas e saídas do seu estoque.

2. Acompanhe seu estoque e estabeleça indicadores

Para controlar o seu estoque é necessário que você possua acompanhamentos que devem ser atualizados com frequência.

De forma a garantir a sua empresa uma visualização específica de quantidade física de produto existente assim como os valores financeiros deles.

Assim, permitindo que os produtos sejam repostos sempre que atingirem o limite mínimo em estoque e evitando que eles faltem.

Esses controles devem ser realizados com base em indicadores e levar em conta os números e dados coletados.

A partir deles será possível conhecer melhor os produtos existentes, suas validades, o giro dos itens em estoque, etc., facilitando assim a tomada de decisões para a realização de novos pedidos.

3. Treine sua equipe

equipe treinando
Foto de Fox no Pexels

Se seus produtos serão organizados de forma padronizada, é importante que os colaboradores conheçam as técnicas para mantê-los assim.

Para isso, é ideal que ocorram treinamentos que expliquem todas as nomenclaturas utilizadas nos produtos ou regras criadas sobre os locais de armazenamento e as peculiaridades de cada material.

Otimizando assim o tempo que cada um dos colaboradores irá utilizar no dia a dia e aumentando a produtividade.

Também, caso você utilize softwares de gestão que precisam ser atualizados, também é importante garantir que todos os funcionários sejam capacitados para utilizá-los.

4. Busque bons fornecedores

Em qualquer negócio os fornecedores representam um dos papéis mais importantes, e qualquer escolha negativa pode afetar seus resultados. 

De forma geral, sabemos que a gestão de estoques é diretamente ligada a eles já que ela depende do recebimento de mercadorias, e qualquer problema relacionado a isso, como atrasos, podem trazer prejuízos.

Para minimizá-los, ter boas parcerias e manter relacionamentos amigáveis pode ser uma ótima ação.

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5. Invista em tecnologia

Na gestão de estoques existem inúmeros softwares e sistemas que podem agilizar os processos dentro da sua empresa.

Para saber qual aplicar é importante entender bem as suas necessidades, e separamos dois tipos para você conhecer:

ERP

Sistema de Gestão Empresarial que pode integrar diversas áreas da empresa com a gestão de estoque.

Permitindo que sejam realizadas análises de pedidos e vendas, geração de relatórios e controles de movimentações em geral, além da geração de indicadores.

SRM

O Supplier Relationship Management atua na comunicação entre cliente e fornecedor, ajudando assim no relacionamento.

Além disso, simplifica os processos permitindo acesso a orçamentos, históricos de pedidos em geral, acompanhamento de experiências com os fornecedores, etc.

Seu ponto principal é ajudar na tomada de decisão.

Conclusão

Agora que você já sabe como a organização de estoques pode contribuir com sua empresa, aumentar a produtividade do time, integrar diversas áreas e auxiliar nos resultados, faça uma análise na sua empresa e veja como implementar essa ferramenta irá te ajudar!

Achou esse conteúdo interessante? Continue nos acompanhando para conhecer diversos outros.

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Curva ABC: como usar para categorizar melhor os produtos?

A categorização dos produtos usando a curva ABC vai te permitir uma maior precisão na escolha de quais matérias-primas comprar.

Mas, como consigo usar ela para passar um pente fino em todos os meus produtos e entender tudo isso? Será que é possível?

É isso que vamos te mostrar aqui.

Então, se você tem dúvidas de como usar a curva ABC para melhorar a gestão de estoque do seu negócio, continue lendo e aprenda tudo sobre a ferramenta e um manual de como aplicar.

O que é a curva ABC?

A curva ABC é uma metodologia para caracterização e controle de estoque de acordo com a importância de cada produto para a empresa.

De forma geral, seu principal objetivo é mostrar quais são os principais produtos da organização que devem estar sempre nas prateleiras e recebendo atenção especial.

Estabelecendo assim uma ordem de prioridades de forma a facilitar o processo de análise das informações gerais e de tomada de decisão.

Para garantir que seja feito esse ranqueamento, os produtos devem ser classificados em três categorias (A, B e C), sendo A os produtos de maior valor ou quantidade, B, produtos de valor médio e C, produtos de menor valor.

Elas podem ser descritas como:

  • A: são os itens responsáveis por uma grande parcela da receita do negócio. Geralmente, a proporção é de 20% dos itens serem responsáveis por 80% do faturamento da empresa (Análise de Pareto);
  • B: são os produtos de média importância e geralmente 30% dos itens representam cerca de 15% das vendas da empresa;
  • C: representa a maior parte dos itens da empresa, cerca de 50%, contudo só garantem uma parcela mínima da receita da organização, cerca de 5%.

Mas qual a influência da Análise de Pareto nessa classificação?

O princípio de Pareto foi desenvolvido por Joseph Moses Juran em homenagem a Vilfredo Pareto quando ele percebeu que 80% das terras na Itália pertenciam a 20% da população.

E que esse padrão se repetia para outras coisas, surgindo assim a regra 80/20 – 80% dos efeitos vem de 20% das causas.

E onde deve ser usada?

Um dos principais usos da curva ABC é no meio administrativo para a realização de controle e gestão dos estoques da empresa, e isso permite que seja possível:

  • Entender como cada item do seu negócio influencia na receita final;
  • Classificar todos os produtos existentes em estoque de acordo com as classes;
  • Descobrir quais são os produtos essenciais para a empresa para garantir que os processos e esforços sejam voltados a mantê-los em estoque.
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Como aplicar a Curva ABC nos produtos da sua empresa?

Agora que já entendemos o conceito da curva ABC e como ela pode ser de extrema importância para o seu estoque, chegou o momento de aplicar através de um passo a passo.

Confira.

1. Realize levantamento dos itens

Para iniciar a aplicação da curva ABC, é necessário que seja feita uma listagem de todos os itens que são vendidos no estabelecimento e todas as informações referentes a eles, como:

  • Código do produto;
  • Descrição do item;
  • Valor unitário de venda;
  • Quantidade de vendas realizadas de cada produto;
  • Total adquirido com as vendas

De forma geral, a ideia é que os produtos sejam catalogados e descritos de acordo com suas especificações, e uma boa dica é utilizar algum tipo de sistema ERP ou até mesmo uma tabela no excel. 

Para listar a quantidade de vendas realizadas, se faz necessária a definição de um período de tempo específico, que pode ser semanal, mensal, trimestral, semestral ou até mesmo anual. 

Após a listagem das informações gerenciais, calcule o valor total obtido com as vendas de cada produto multiplicando o preço unitário com a quantidade de vendas.

E, por fim, some o total adquirido em cada produto e depois divida cada um dos valores totais unitários por ele para encontrarmos a porcentagem (%) de cada um em relação ao faturamento final.

2. Organize os dados

Após registrar os dados, realize os cálculos e obtenha todas as informações necessárias. Precisamos garantir que elas sejam organizadas!

Para isso, a tabela deve ser ordenada de forma decrescente na coluna de total adquirido, de forma que os maiores valores fiquem no topo da tabela.

3. Classifique os produtos nas classes

Chegamos ao ponto principal: conhecer a classe de cada um dos seus produtos e qual o nível de atenção que cada um deles deve receber.

Para isso, é importante seguir alguns passos, como:

  • Verificar quantos produtos juntos representam cerca de 80% do faturamento da empresa durante o período calculado: esses provavelmente serão os itens que pertencem a classe A;
  • Reunir os produtos seguintes até que atinja cerca de 95%: pertencentes a classe B;
  • Finalizar a segmentação com os 5% restantes: representantes da classe C.
tabela de curva abc de produtos

4. Analisar os resultados

Após toda a execução e montagem da tabela, chegou a hora de realizar a tarefa final, que é a análise de cada um dos resultados.

Essa etapa é fundamental para garantir uma melhor gestão de estoques, pois, pode te ajudar a saber exatamente como reagir a cada tipo de produto e quais atitudes devem ser tomadas sobre eles.

De forma geral, a principal conclusão é como priorizar cada classe de produto.

  • Os da classe A, por exemplo, são os mais prioritários e não podem faltar em estoque.
  • Já que deixá-los em falta pode fazer com que a empresa perca dinheiro (ou deixe de ganhar).
  • Por fim, os itens da classe C, por apresentarem uma representatividade mais baixa no faturamento, podem ser mais flexibilizados.

Pontos de atenção!

Por se tratar de uma análise temporal, fique atento e leve em conta além das classes, algumas situações que podem ocorrer, como aumentos súbitos de preços dos produtos na sua empresa ou da matéria-prima dos fornecedores.

Também o aumento da concorrência, sazonalidade das vendas em determinados períodos, mudanças nos tipos de produtos, marcas, forma de produção, etc.

E quais os benefícios em usar a Curva ABC?

Aplicar a curva ABC na gestão de estoque do seu negócio pode garantir uma série de benefícios, como:

Realização de investimentos direcionados

Com a análise de estoques, os investimentos realizados pela equipe poderão ser melhor direcionados de acordo com a necessidade dos produtos.

Tudo poderá ser comprado de acordo com a real necessidade do seu negócio e mantendo a saúde financeira da empresa, permitindo que as vendas possam até mesmo aumentar, junto com a margem de lucro;

Estoques otimizados

Manter seu estoque parado pode representar uma grande perda de capital, que poderia ser melhor aplicado em outros tipos de investimentos para a empresa.

Para garantir que isso não aconteça, a utilização da metodologia da curva ABC é imprescindível e pode fazer com que você consiga calcular exatamente qual a quantidade de produtos que você precisa realmente manter.

Tendo sempre em mãos os produtos que seus clientes realmente desejam comprar, sem nenhum tipo de falta e mudando o futuro dos seus estoques.

Avaliação de produtos 

Como a curva ABC permite que você conheça exatamente quais são os produtos mais essenciais para sua organização, será possível ficar atento também ao fornecimento deles ou da matéria-prima necessária.

Garantindo assim que você esteja sempre atento a possíveis mudanças de preços, variações no mercado, escassez do material, identificando rapidamente as mudanças e desenvolvendo um plano de ação para tratá-las.

Redução de desperdícios

A metodologia da curva ABC permitirá que a demanda dos clientes e o estoque da empresa esteja sempre alinhado, fazendo assim com que os desperdícios diminuam.

Isso se dá pelo fato de que, conhecendo seus produtos, você saberá exatamente o que manter em estoque para que nada fique parado e ocupando espaços que poderiam ser melhores utilizados, enxugando assim gastos necessários para manutenção.

Conclusão

Com a curva ABC, você poderá ter um excelente controle dos seus produtos para que as estratégias mais assertivas sejam tomadas.

Por isso, use o passo a passo que desenvolvemos para criar uma tabela personalizada para seu negócio e te ajudar nessa melhor categorização.

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Como impulsionar a produtividade da sua empresa através de processos bem definidos

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Um dos maiores desafios na gestão de empresas é a implementação de técnicas que aumentem a produtividade e auxiliem a equipe a obter resultados positivos. O aproveitamento do tempo é algo precioso para equipes de trabalho, mas acaba sendo deixado de lado em muitos momentos devido a erros que vão impactar tanto nos recursos quanto no pessoal. Uma empresa bem estruturada precisa ser produtiva e manter um fluxo que gere qualidade e lucratividade.

Por isso, utilizar processos bem definidos é uma das melhores estratégias para que a empresa funcione como um todo e que haja integração entre as diferentes áreas – e esses são apenas alguns dos pontos positivos.

Redução de custos na empresa

Uma das maiores vantagens para uma empresa que possui processos bem definidos é a possibilidade de reduzir custos em diferentes áreas.

Isso pode ser aplicado, por exemplo, no treinamento de funcionários, que pode ser feito de forma mais rápida e eficaz, otimizando o tempo do instrutor e também do funcionário, que se tornará capacitado e poderá iniciar sua produção em menos tempo.

Outro bom exemplo é a menor necessidade de horas extras. Com a melhor definição dos processos, os funcionários conseguirão lidar com o estoque de trabalho de forma mais funcional e sem grandes obstáculos, visto que haverá uma padronização nas entregas dos serviços.

Melhor aproveitamento do tempo

Uma gestão que utilize essas técnicas também evita o retrabalho, um dos maiores pesadelos dos gestores e que resulta em um tempo não aproveitado. Os processos bem definidos ainda evitam o acúmulo de trabalho para alguns setores e possibilitam reduzir o tempo e recursos gastos em cada função, permitindo que, além do cumprimento de prazos nas entregas das demandas, haja maior tempo disponível para revisões e prevenção de erros nas entregas das demandas, bem como para atualizações e aperfeiçoamentos da equipe. Consequentemente, melhoram a dinâmica interna e aumentam a produtividade.

Uma boa organização empresarial auxilia na definição de metas eficientes e na estruturação das etapas necessárias para que elas sejam alcançadas e é capaz de gerar um maior destaque no mercado e uma elevação no padrão de qualidade dos projetos.

Com todos esses benefícios, os clientes também terão maior satisfação pelo serviço prestado e há maior chance de fidelização.

Como começar a usar processos bem definidos na minha empresa?

Em um momento inicial, destacamos a importância de realizar um mapeamento de processos. A partir desse mapeamento, será possível mensurar o desempenho destes processos e fazer um levantamento de formas para otimizá-los.

Nesta etapa, buscar alternativas para automatizar os processos pode ser uma boa ideia. Há uma ampla gama de softwares pensados para auxiliar nesses momentos, mas é necessário que haja um monitoramento constante para que o fluxo se mantenha bem organizado.

Também é fundamental definir as prioridades atuais da gestão, e isso envolve encontrar as falhas, dificuldades, ruídos na comunicação e os seus motivos. Ao final, os gestores terão maior facilidade para entender o atual funcionamento das equipes e quais devem ser as novas metas e formas eficientes de alcançá-las.

Filosofia Agile para a sua empresa

Uma opção a ser considerada é a adoção da filosofia Agile, criada em 2001 com a divulgação de um manifesto fundamentado em quatro valores – que envolvem interações entre indivíduos, foco em funcionamento, colaboração com o cliente e adaptabilidade – e doze princípios. Inicialmente, era utilizado no mercado de softwares pensando num desenvolvimento ágil, mas hoje se tornou referência para gestão empresarial e também foi a base para criação de metodologias como Kanban e Scrum.

Neste modelo de gestão, é utilizada uma abordagem iterativa e com foco no tempo, que torna a empresa mais adaptável a mudanças e permite que o processo de tomada de decisões seja mais rápido, por meio da comunicação simples e de uma estrutura organizacional flexível.

É preciso ter disciplina

De que adianta mapear processos, definir metas, adotar uma filosofia… E não colocar nada em prática? Ou colocar em prática somente pela metade?

Para alcançar os resultados desejados, as técnicas não podem ficar apenas no campo teórico. É preciso que a equipe esteja integrada e que haja disciplina para cumprir os processos da forma que foram definidos e que essa mentalidade se mantenha constantemente.

É comum definir uma forma de organização que dá certo durante os meses iniciais e depois começa a desandar. Por isso, incentivos e monitoramento de equipe são fundamentais para a real implantação dos processos bem definidos na empresa.

Se precisar de ajuda para dar início a esse processo, conte com a Trilha de Consultoria da FCAP Jr. Entre em contato conosco para agendar uma visita e receber um diagnóstico gratuito!

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Saiba como reter talentos na sua empresa

Uma das dificuldades da gestão de recursos humanos de uma empresa é reter talentos. Construir uma boa equipe, harmoniosa, onde os colaboradores se sintam bem em participar requer um empenho a mais, porém, se bem feito, também traz resultados surpreendentes.

Nesse sentido, o cuidado em tirar o melhor de cada membro deve ser o mantra da organização. Isso não implica dizer que os funcionários devem ser tratados de maneira sempre muito rígida, com rotineiras duras cobranças, aliás, muito pelo contrário. Para extrair o melhor de algo são necessárias muita paciência e análise.

Fonte: Eugênio Mussak

Para que você saiba um pouco mais sobre como gerir talentos, nós separamos sugestões valiosas para você refletir o uso delas na sua empresa. Reter  talentos é essencial, mas não vem da noite para o dia. Confira a nossa lista:

Estabeleça planos de carreira aos funcionários

Uma maneira comum de desperdiçar talentos é não promover a eles uma perspectiva de futuro. A ambição em larga escala é um defeito, mas nós devemos entender que, sendo moderada, ela é uma característica comum dos seres humanos.

Portanto, mostrar às pessoas o caminho que elas podem trilhar dentro da empresa é uma decisão confortante, a fim de obter ganhos nos desempenhos delas.

Não havendo um futuro palpável, no sentido de que tudo parece muito distante e inacessível, a tendência é que a equipe não encontre uma razão no trabalho e a produção, consequentemente, diminua.

Para reter talentos é necessária a criação de planos de carreiras para os funcionários. Há serviços especializados justamente para promover esses planos, na medida em que são bons tanto para o aumento da produtividade na empresa, quanto à satisfação dos colaboradores.

Capacitação, metas, tempo de trabalho, remuneração e entre outros são fatores usados para a montagem de um plano de carreira. Tudo isso deve entrar na equação.

Engajar os colaboradores é indispensável

Dedicar-se a algo, fazer alguma coisa com dedicação e afinco. O significado de engajar explica o motivo dessa palavra ter passado a ser tão usada no meio empresarial.

Não é somente desempenhar uma função, muito menos fazer por fazer, uma pessoa engajada tem razões maiores para realizar algo. Despertar o engajamento é uma peça chave para o aumento da produtividade.

Por ser um conceito abstrato, para se conseguir promover o engajamento não depende de uma fórmula única, com um passo a passo descrito. Se para muitos isso pode ser um notícia ruim, faça diferente. Se não existe uma receita para engajar funcionários, então quer dizer que existem várias maneiras.

Utilize a criatividade, faça ações que despertem esse sentimento, etc. O fato é: colaboradores que se dedicam a um determinado fim com afinco estão no seu melhor estado de participação.

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Crie um bom clima organizacional

Fonte: Simeon

É praticamente impossível reter talentos em um ambiente desorganizado, tumultuado e de aura pesada. Ter um bom clima organizacional é o suporte para que os colaboradores consigam produzir de acordo com o esperado, ou até superando as expectativas. Um lugar bem organizado por promover até a sensação de engajamento que destacamos no último ponto.

Por o clima organizacional não trazer resultados de forma direta, eles são menosprezados em muitas ocasiões. No entanto, ao mesmo tempo que um bom ambiente de trabalho traz benefícios em grande escala, um péssimo resulta no péssimo desempenho da empresa.

Geralmente, eles são subestimados até quando o fracasso está iminente. Sabendo disso, não deixe sua empresa entrar em declínio para tomar uma atitude e criar um bom clima organizacional.

Recompense o trabalho bem feito

Assim como organizações, como um todo, sentem-se orgulhosas com seus cases de sucesso, o bom funcionário deve receber esse mesmo prestígio. Premiações e recompensas podem ser pensadas como um modo de incentivar que ele permaneça produtivo, além de se tornar um exemplo para os outros.

A ideia do trabalhador que só tem obrigações e prazos já passou há muito tempo. Tanto é que o termo colaborador ganhou força nessas novas relações de trabalho. O tratamento para quem faz a empresa funcionar deve ser bem pensado e colocado em prática.

Caso contrário, já dá para imaginar o que se pode esperar de um trabalhador infeliz e insatisfeito.

Delegue funções importantes

Ainda nessa toada de valorizar o funcionário, na ideia de plantar hoje para colher os bons frutos no futuro, deixar claro a sua importância é uma excelente ação. Para isso, delegar funções importantes é fazer ele se sentir realmente parte da empresa, o que de fato é!

Aqueles que se mostrarem dignos de confiança podem receber uma oportunidade de cuidar de algo mais importante, em comparação com a sua função diária. Além de ser uma mensagem positiva ao membro, esse tipo de ação acaba distribuindo melhor as atividades da empresa, desafogando o trabalho de todos os outros.

É válido ressaltar: o cuidado em como essas funções serão distribuídas requer um planejamento organizado, para evitar o descontentamento de uns e os erros de outros.

Incentive regularmente a troca de informações

Fonte: 4you

Criar um canal aberto de sugestões, críticas e elogios é muito importante para obter informações sobre a empresa. Às vezes, os pontos citados anteriormente neste artigo são feitos, mas o resultado pode não ter sido o esperado justamente pelo fato de que os membros da organização não foram escutados.

Ao mesmo tempo em que críticas não-construtivas devem ser deixadas de lado, as de interesses notáveis não podem ser coibidas. Um ambiente coeso só existe quando há espaço a ouvir o contraditório.

E, sim, os elogios também são bem vindos e podem responder se o trabalho está sendo bem feito. A comunicação deve ser estimulada em qualquer instituição.

Aproveitar da melhor maneira possível o nosso potencial é uma lição diária, que também pode ser transportada a como lidamos com a gestão dos funcionários da nossa empresa. Acreditar e alimentar as qualidades das pessoas é uma virtude produtora de bons frutos.

Usar os talentos dos colaboradores sempre beirando a perfeição não é tarefa fácil. Mas já que neste artigo você aprendeu um pouco mais sobre a importância da retenção deles, entra em contato com a nossa equipe clicando aqui, e aí nós te auxiliaremos a elevar o potencial da sua organização.

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Aumente a Eficiência da Empresa Através da Gestão de Processos

           Toda e qualquer empresa, não importando qual o seu tipo de atuação ou em que mercado está inserida, tem uma série de rotinas. São tarefas que ocorrem com repetição constante em maior ou menor velocidade, podendo ser extremamente simples e operacionais ou, até mesmo, complexas e lentas. Mesmo assim, caso elas aconteçam sempre usando os mesmos tipos de recursos e tendo o foco em um mesmo resultado, podem ser entendidas como um processo.

Os principais objetivos da gestão de processos estão voltados a entender exatamente o que ocorre em cada uma destas rotinas, de modo a identificar pontos de melhoria e aprimorar a rotina de maneira, tal que seja cada vez mais eficiente.

Neste contexto, a busca por economia, agilidade, produtividade, segurança e qualidade nunca termina, assim como os ganhos conquistados devem ser sempre incorporados ao dia a dia da operação.

Por que fazer a gestão dos processos?

A partir do momento em que uma empresa decide traçar seus planos, criando, assim, objetivos, metas, além de suas respectivas estratégias, tem-se início a uma jornada, a qual se inicia com a elaboração de ideias abstratas e segue até a produção de resultados concretos. No meio de campo, passa a ser responsabilidade da gestão alocar os recursos e controlar a produção dos resultados.

No que diz respeito aos processos, os interesses se dirigem para a otimização da relação entre entradas (inputs) e saídas (outputs). O que, em outras palavras, significa o objetivo primário da gestão de processos: produzir resultados superiores, consumindo quantidades de recursos inferiores, ocorrendo tudo isso em prazos cada vez mais acelerados.

Em contrapartida, tendo como propósito atingir o estágio de eficiência, os gestores devem se valer cada vez mais de fundamentos concretos. Dessa forma, é imprescindível que haja o acompanhamento do fluxo de trabalho de perto, comparando as etapas e as atividades com os padrões de excelência. Se, no contexto analisado, o que é feito se revela incompatível com os modelos de qualidade, haverá desperdício de recursos ou produtividade aquém do potencial.

            Cientes dessas premissas e visando cada vez mais a excelência em gestão, é importante ter bastante atenção como executar e controlar com eficiência as operações através da gestão de processos, a fim de conquistar os seguintes pontos:

  • Aumentar a produtividade: Empregar técnicas, tecnologia e métodos de organização mais adequados e promover o aprimoramento contínuo das atividades, ampliando os outputs gerados em volume e qualidade.
  • Reduzir custos: Seguir padrões que reduzam o consumo de bens, tempo e capital para produção dos resultados da empresa, quer seja um produto, um serviço ou, até mesmo, uma decisão.
  • Melhorar a gestão do tempo: Produzir em prazos mais curtos, especialmente com o auxílio da tecnologia e das medidas de simplificação de processos.
  • Auxiliar a tomada de decisão: Acompanhar as atividades de perto e reunir informações sobre o funcionamento dos processos, permitindo a tomada de decisões mais aderentes às necessidades da empresa.

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Como fazer a gestão dos processos?

Ciente da importância atrelada à boa gestão de processos, surge o questionamento: “O que eu devo fazer para obter tais vantagens?”

1.      Mapeie os processos da empresa

Descreva, de forma esquemática, os processos da cadeia de valor da empresa, identificando relações de causa e efeito entre as partes envolvidas. De maneira objetiva, nada mais é que entender qual é o passo a passo do ingresso de recursos no sistema até a produção dos resultados.

É importante entender que o mapeamento é o ponto de partida para avaliar os padrões utilizados pela organização e diagnosticar deficiências, o que só se justifica pelo que foi  Com base em tudo que foi mapeado, as práticas estabelecidas podem ser confrontadas com as referências do mercado e com as expectativas da empresa.

 

2.      Estabeleça indicadores de desempenho:

Como já citaram Robert Kaplan e David Norton, influentes e renomados quando o assunto é gestão empresarial: “O que não é medido não é gerenciado.” Dessa forma, é imprescindível que se escolha um conjunto de índices e taxas para entender o desempenho dos processos.

Um exemplo simples para ilustrar esta etapa diz respeito a uma mudança no RH, quando o setor passa a coletar dados sobre o retorno do investimento em treinamentos, turnover, produtividade e custo das horas extras.

O sistema de indicadores é fundamental por dois motivos principais: fornecer o conhecimento necessário sobre as práticas atuais e permitir a comparação entre o desempenho presente e o histórico, a partir de futuras medições. Desse modo, monitorar indicadores é essencial para entender se estar no caminho certo.

 

3.      Identifique oportunidades de melhoria

Após o cumprimento das etapas anteriores, ficam visíveis todos os passos dos processos, inclusive em que ponto ele está travando, gerando desperdícios ou ocasionando uma má percepção pelos clientes.

Nesta terceira etapa são feitas as alterações nos processos, somente depois de ver e compreender todo o histórico até a finalização, que é quando se pode analisar quais mudanças podem ser implementadas na rotina, além das suas respectivas influências sobre a percepção do valor agregado.

Para eleição das melhorias mais adequadas, pode ser interessante contar com o auxílio de consultores externos, os quais, além de agregar com o conhecimento técnico e com a habilidade de adequar práticas empresariais aos padrões de excelência, têm experiência e representam uma visão externa à operação.

 

4.      Implemente as melhorias

Sendo elencadas as melhorias, faz-se necessária a criação de um plano de ação para realizar a implementação, o qual deve ser desenvolvido a partir de conversas com os líderes e tomando providências para engajar os colaboradores. O ideal é contar com as sugestões dos próprios envolvidos por meio de entrevistas e pesquisas de campo.

Este plano de implementação deve contar não só com as ações definidas, mas é importante que haja a definição de prazo, responsáveis, como ocorrerá cada uma das etapas e deixar claro qual o objetivo de tais alterações.

É aqui em que são descritas cada uma das tarefas a serem executadas no processo, manualizando as rotinas de trabalho, a fim de que qualquer pessoa possa seguir o passo a passo e executar.

 

5.      Monitore a execução dos processos

Após todas as mudanças, para que se evitem desvios e que seja possível a tomada de medidas corretivas, em caso de inconformidades durante a execução, é necessário que o processo seja monitorado.

Este é outro ponto importante, visto que muitas empresas não possuem um sistema de controle de qualidade em seus processos e acreditam que estão fazendo o certo, mas, gradativamente vão perdendo mercado, pois não conhecem a percepção de seus clientes sobre seu produto ou serviço.

Vale salientar que o monitoramento vai além de ter um reclame aqui em seu site, valendo-se apenas da qualidade percebida pelo cliente. Desse modo, monitorar é estar envolvido com a causa e tentar prever os problemas antes que aconteçam.

CONCLUSÃO

A gestão de processos está além de conhecer a operação e saber as etapas, mas sim envolve agir de forma estratégica a fim de buscar resultados e agregar valor através do monitoramento constante da operação.

Assim sendo, a gestão de processos, quando feita de forma eficiente, possibilita o melhor e maior conhecimento das operações da empresa, dando condições para uma melhor avaliação dos resultados.

Seguindo esta temática e conhecendo os conceitos apresentados, além do potencial que eles podem exercer sobre sua empresa, procure colocá-los em práticas e gerar cada vez mais possibilidades de resultados.

Caso ainda haja alguma dúvida, sinta-se a vontade para deixar um comentário ou falar conosco!

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Melhore a Produtividade da sua Equipe e Aumente Seus Resultados

Assim como para Tom Jobim era impossível ser feliz sozinho, no mundo dos negócios é impossível prosperar sem uma equipe comprometida e preparada para buscar bons resultados. 

O recurso mais importante de qualquer organização são as pessoas que fazem parte dela e são justamente essas pessoas que determinam o ritmo em que sua empresa alcança os objetivos e a qualidade com que seu cliente final será atendido. 

Ter uma equipe feliz, motivada e bem orientada é muito importante para o sucesso do seu negócio. Você já parou para pensar no que seria de Steve Jobs sem Wozniak e sua equipe de Engenheiros e Designers mega-ultra-super competentes?Ou em John Lennon sem o restante dos Beatles? Eu já! 

Por isso que nós, da FCAP Jr., elencamos algumas dicas para melhorar a produtividade da sua equipe e aumentar seus resultados:

#1 Invista em uma Cultura Organizacional forte

            Ter uma cultura organizacional sólida impacta diretamente seus resultados, pois ela influencia diretamente no engajamento dos funcionários. E uma cultura organizacional forte não se resume apenas a um grupo de frases bonitas penduradas na parede.

            Estabelecer Missão, Visão e Valores é sim muito importante para a organização do ponto de vista estratégico, mas como você fortalece esses aspectos no cotidiano? Ao construir isso, é necessário entender que nenhum indivíduo consegue se adequar 100% a um determinado contexto e é justamente isso que faz toda a diferença.

            Uma boa cultura é aquela que abraça o incomum e vê na diversidade de ideias, de talentos e de pessoas uma oportunidade de sair na frente. Sua empresa está preparada para absorver as melhores ideias que seu time pode ter? É muito provável que cada um dos seus colaboradores tenha vindo de um contexto diferente.

As pessoas migram de cidades, de empresas, de cursos e, para o obter os melhores resultados possíveis, essas pessoas devem possuir liberdade para sugerir e compartilhar suas perspectivas. Uma boa saída para ajudar a acolher a diversidade de uma forma proveitosa é a adoção de um planejamento estratégico participativo.

Que tal uma imersão anual ou até mesmo semestral com brainstormings, reflexões, estabelecimento de metas e objetivos compartilhados por todos?

Vale muito a pena reunir seu time e perguntar-lhes:

1.    O que não deu certo no último período?

2.    No que podemos melhorar?

3.    Quais serão os nossos próximos passos?

Ao fazer isso, mostre-se aberto para as mudanças e enxergue-as como oportunidades para crescer. Você não precisa acatar todas as ideias, mas dessa forma você abre espaço para que as melhores surjam. Afinal, um time inteiro sempre terá uma visão mais ampla da situação do que seu gestor sozinho. Lembre-se: aprendizagem contínua é fundamental e ninguém sobrevive à competitividade do mercado sem se reinventar!

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#2 Conheça seu time

            Vale a pena tirar um pouco do seu tempo para conhecer melhor aqueles que você gerencia. Em um bate-papo você pode descobrir que João, além de excelente programador pode ser um bom comunicador também e que Maria, da contabilidade, na verdade ama a área de vendas e se daria muito melhor nela.

            Além disso, apenas conhecendo bem sua equipe você saberá o que a faz se mover. De acordo com Eduardo Ferraz, em seu livro Seja a Pessoa Certa no Lugar Certo, as pessoas costumam ser motivadas, principalmente, pelos seguintes fatores:

     Estabilidade:

      algumas pessoas buscam segurança profissional em suas vidas e estão dispostas a abrir mão de altíssimos salários em função de riscos menores ou benefícios para familiares, por exemplo;

     Reconhecimento:

      ser reconhecido pelo que faz é o que move muitas pessoas em direção ao alcance de metas. Pode ser muito frustrante para alguns conseguir bons resultados e não receber nem um “parabéns” ao final. Esteja atento para não deixar os esforços de sua equipe passarem batidos aos seus olhos;

     Dinheiro:

      no mundo capitalista em que vivemos é comum que muitas pessoas prezem por boas recompensas financeiras. Aqui se encaixam os perfis que costumam se arriscar mais em troca de salários mais altos ou passar mais tempo trabalhando em troca de remuneração por horas extra.

     Aprendizagem:

      nesse grupo se encaixam as pessoas que são movidas por curiosidade e descobertas. Aqueles profissionais que estão sempre dispostos a aprender coisas novas e precisam disso para ir mais longe em suas carreiras. Para alguns, o conhecimento pode ser o principal fator de motivação;

   Saber qual o maior motivador da sua equipe pode te poupar esforços e deixar seus colaboradores muito mais satisfeitos. E é válido salientar que esses fatores podem variar ao longo da vida de uma pessoa.

   Por exemplo, recém formados ou estagiários costumam buscar bastante aprendizagem no início de suas carreiras. Já profissionais mais experientes costumam buscar maiores recompensas financeiras ou estabilidade em seus empregos.

            No entanto, essas observações não são regras, por isso a importância de conhecer a fundo com que você trabalha.

#3 Combata a Síndrome do Impostor

Atualmente os transtornos mentais são a terceira maior causa de afastamento no trabalho e a tendência é que, em cinco anos, eles sejam os principais motivos de afastamento. Portanto, para que o trabalho seja fonte de saúde e não de doença para o seu colaborador, é necessário que você se empenhe em combater males como a Síndrome do Impostor.

 A Síndrome é uma das causas mais comuns do Burnout, que é um distúrbio relacionado ao estresse e a depressão, muito característico do espaço de trabalho. Essa síndrome geralmente acomete pessoas que são capacitadas, no entanto não se sentem pertencentes à sua função ou não acreditam que estão desempenhando bem seu papel.

Como gestor, a sua principal função nesse combate é prover seus subordinados das condições mínimas necessárias para desempenhar as funções as quais são encarregados. E isso inclui desde prezar por um ambiente adequado até mesmo fornecer os materiais e a capacitação necessários para a realização de uma determinada atividade.

Se houver alguma suspeita de desmotivação no trabalho, pergunte o que houve e como você pode ajudar. Muito da atividade de um gestor é saber servir da melhor maneira possível àqueles que coordena e nesse link estão disponíveis alguns sinais que as vítimas da Síndrome do Impostor apresenta.

Busque fazer com que seus funcionários enxerguem os erros como oportunidades para aprender e até mesmo reconheça que alguns deles são inevitáveis. Caso se depare com alguém injustamente triste pelo próprio desempenho, ajude-o  e lembre-o dos seus acertos passados.

A preocupação com o bem estar seus colaboradores deve ser permanente e genuína!

Estratégias de endomarketing como a instalação de sala de jogos ou de descanso em empresas já estão batidas e fazem pouquíssimo efeito caso os funcionários estejam abarrotados de metas inalcançáveis. Mais importante do que um horário flexível ou a liberdade de trabalhar em casa, é o trabalhador saber que há alguém preocupado de verdade com a sua saúde.

Experimente incluir nas pesquisas de clima da sua empresa a vertente de saúde do trabalhador. E por saúde, entenda sua capacidade de adaptar-se bem ao ambiente em que trabalha.

Lembre-se: um time feliz e bem motivado reflete diretamente na qualidade do atendimento aos clientes. E a regra é simples: o cliente feliz recomenda seu produto e tende a voltar!

#4 Equipes pequenas funcionam melhor

 

            De acordo com Jeff Sutherland, criador da metodologia de Gestão de Projetos Ágil Scrum, já foi provado que equipes menores trabalham mais rápido. O ideal é que cada time seja composto por 7 pessoas, podendo haver variação de duas pessoas a mais ou duas a menos, e é essencial que entre esses profissionais estejam as competências necessárias para a concretização da tarefa.

            Lawrence Putnam, um autor e pesquisador da área de desenvolvimento de softwares, dedicou sua vida a descobrir quanto tempo as tarefas demoram para serem feitas e chegou à conclusão de que projetos com vinte ou mais pessoas levavam mais tempo para serem concluídos do que projetos com cinco ou menos integrantes.

Putnam realizou centenas de experimentos os quais comprovaram sua teoria de que nem sempre equipes maiores apresentam melhores resultados. Na verdade, os experimentos mostraram exatamente o contrário e isso se deve principalmente a dois motivos:

O primeiro é o tempo que as pessoas levam para se tornarem rápidas em determinada atividade, o tempo para pegarem prática. Com mais pessoas, esse tempo tende a ser maior.

Já o segundo está ligado ao fato de que, com o aumento da quantidade de pessoas nos grupos, o número de canais de comunicação acaba aumentando drasticamente e nosso cérebro simplesmente não consegue acompanhar tão facilmente.

            Equipes menores tendem a acelerar a gestão das informações e a tomar decisões mais rapidamente. Tudo o que você precisa fazer é montar bons times e dar-lhes as condições necessárias para desempenharem seus respectivos trabalhos.

 

#5 Preze pela boa comunicação

            Warren Buffet estava certo ao dizer que “a boa capacidade de comunicação em público aumenta o seu valor de capital humano em 50%”. A regra número um para uma boa comunicação é olhar nos olhos. Ao passar uma tarefa qualquer para um determinado grupo, certifique-se de que foi bem compreendido. Peça para o seu interlocutor repetir o que ele tem de fazer e sempre pergunte se ele possui alguma dúvida.

            Ao solicitar algo, garanta o comprometimento do seu funcionário firmando um compromisso com ele. Uma dica para isso pode ser deixar que ele mesmo determine o prazo das suas entregas. Dessa forma, ele se sentirá mais pressionado a cumpri-las, afinal ele mesmo deu sua palavra que conseguiria naquela data.

Lembre-se também que a comunicação e a confiança são vias de mão dupla, então nunca deixe de cumprir suas promessas e evite esquecer seus compromissos. Não falte reuniões, seja transparente e forneça feedbacks construtivos. Esteja sempre acessível e atento para ouvir sua equipe também. E nunca se esqueça de olhar nos olhos!

             Por fim, mas não menos importante, comemore as conquistas em grupo! Observo muitos casos em que os chefes costumam premiar seus times pelo alcance de determinada meta com metas ainda mais agressivas. Isso pode ser bom para estimular a competitividade, mas quando essas metas não são bem planejadas, elas podem desencadear um sentimento de frustração coletivo.

            Portanto, preze pela celebração das conquistas. Que tal um happy hour vez ou outra para integrar melhor os times e ter uma equipe feliz e comprometida ao seu lado?

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Aprenda a calcular a capacidade produtiva de sua empresa

Compreender a capacidade produtiva de sua organização é pré-requisito para maiores aspirações de um gestor.

Por esse motivo criamos um conteúdo especial que irá te mostrar os caminhos para calcular a capacidade produtiva da sua empresa da maneira correta.

Quer aprender como? Então continue lendo.

O que é a capacidade produtiva?

Em síntese, consiste num indicador de desempenho na área dos processos da empresa.

Além disso, é primordial para a medição do desempenho em qualquer indústria, mas também é utilizado na produção de serviços.

Numa definição ainda mais objetiva, é a máxima capacidade em que uma empresa produz o produto ‘X’, num intervalo de tempo ‘Y’, com os recursos disponíveis.

Portanto, é válido ressaltar que, não necessariamente, é um dado crescente. Isto é, nem sempre será vantajoso ter uma capacidade produtiva alta, e sim, uma adequada à demanda.

Qual é a importância dessa métrica?

Uma decisão baseada em dado, na prática, é a mais próxima da assertividade.

E a capacidade produtiva é exatamente isso: um dado, que, com suas diversas variáveis, se torna um insumo extremamente relevante no momento de tomada de decisão de qualquer empresa.

Numa organização moderna, as decisões pautadas em indicadores de desempenho é premissa para estar sempre assegurando renovação e modernidade na gestão.

Por isso, é com eles que se garante um monitoramento e controle adequado sobre o desempenho organizacional.

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Como calcular a capacidade produtiva

Existem algumas maneiras distintas de calcular a capacidade produtiva, são estas:

Instalada

Considerando sua infraestrutura, a capacidade produtiva instalada avalia o potencial máximo da produção, num cenário onde todos os recursos funcionam com plenitude, sem falhas, perdas ou imprevistos.

Disponível

Similar à capacidade produtiva instalada, a disponível se diferencia quando analisa somente os recursos disponíveis em um determinado momento.

Aqui também não são levadas em conta as perdas, interrupções e falhas.

Efetiva

Consiste no nível produtivo que a empresa possui. Tem sua base na capacidade disponível, mas consideram também as falhas de produção, as perdas e as interrupções.

Também, por serem variáveis previsíveis, estas são incluídas, diferentemente da perda de recursos, queda de energia, etc.

Realizada

Corresponde à capacidade efetiva com a diferença de que considera perdas e interrupções não planejadas.

Queda de energia, perda de materiais são variáveis consideradas na capacidade realizada.

Como otimizar a capacidade produtiva da sua empresa

Da mesma forma que coletar o dado para se ter ciência do panorama da empresa, e monitorar os resultados de maneira cíclica são primordiais, pôr em prática ações preventivas e corretivas é algo no mínimo tão importante quanto.

Por isso, abaixo, elencamos algumas estratégias e ferramentas que podem auxiliar na otimização da capacidade produtiva da sua empresa:

Foque no que importa

É comum em organizações que se tenha uma disfunção da clareza na execução dos processos.

Pois, muitas vezes se tem uma compreensão distorcida daquilo que é realmente primordial para o funcionamento da empresa.

Porém, uma solução para isso é ter todos os processos mapeados, para que se consiga determinar todo o ciclo de vida do produto ou serviço.

Além disso, é importante definir os responsáveis e, consequentemente, ter maior noção de priorizar os processos-chave e agir em cima deles.

7 benefícios garantidos pelo mapeamento de processos

Faça a gestão á vista

Ferramenta bastante utilizada a nível global, ter uma gestão à vista eficiente e funcional na sua empresa é essencial para disseminar informação de forma eficaz para todos os colaboradores envolvidos.

O Kanban é um exemplo de gestão à vista comumente visto em indústrias, entretanto, não há um modelo específico obrigatório de gestão à vista.

Porém, outras opções para serem expostas na gestão à vista da sua empresa são elementos como:

  • objetivos da organização;
  • quadro de atividades;
  • resultados de um período específico;
  • colaboradores destaque;
  • aniversariantes;
  • acompanhamento de metas e indicadores.

Use a tecnologia

Em meio a uma transformação digital ao redor do mundo, é preciso tornar a tecnologia uma aliada aos negócios.

Por isso, buscar a junção dos recursos tecnológicos com as habilidades humanas é a tendência para o futuro e um caminho promissor para toda organização.

Um mecanismo de análise de dados, automação de processos ou, até mesmo planilhas, podem trazer um retorno benéfico. 

Crie um controle de estoque

Um controle de estoque eficiente é importante, pois a essência da capacidade produtiva é a busca pelo equilíbrio.

Então, não é interessante produzir a mais e tampouco a menos. Para isso, além de uma previsão de demanda aliada à uma comunicação constante com o setor comercial da empresa, está o estoque.

Pois, com um estoque abaixo do necessário, a capacidade produtiva também é reduzida.

Já com um estoque acima, a capacidade produtiva ultrapassa os níveis adequados, pois ocasionará em acúmulo desnecessário no inventário, já que não há demanda suficiente para cobrir a produção.

Esta ideia corrobora ainda mais com o raciocínio da ferramenta estratégica que é a capacidade produtiva.

Pessoas certas nos lugares certos

Um dos pilares da capacidade produtiva é o engajamento dos colaboradores.

É uma realidade que a causa raiz da maioria dos problemas nas organizações se volta aos responsáveis.

Porém, uma alternativa para amenizar essa realidade é um enfoque especial na área de gestão de pessoas da empresa.

Portanto, avalie se aquele funcionário é o ideal para estar executando aquela atividade e, mesmo que seja, avalie também se ele não seria melhor em outro setor da organização.

Ter os descritivos de cargo da empresa, realizar avaliações de desempenho, pesquisas de clima organizacional e felicidade no trabalho são algumas saídas para buscar solucionar o problema.

Também, é interessante capacitar ao máximo os colaboradores. Pois, ter as pessoas certas nos lugares certos é essencial, e se elas tiverem no auge de seu potencial, o natural é que deslanchem positivamente.

Diagrama de espaguete

Uma ferramenta ideal para enxergar de maneira simples e objetiva a operação da empresa: o diagrama de espaguete.

Tem esse nome, pois consiste em várias linhas, que representam o deslocamento do funcionário durante o processo produtivo.

diagrama de espaguete
Imagem por Voitto

Com o diagrama é possível observar todos os deslocamentos desnecessários e, deixar explícito os gargalos mais expostos, facilitando suas correções.

Consequentemente, analisar a infraestrutura e layout é outra alternativa que, após analisado todo o deslocamento para a entrega do produto final, pode trazer efeito positivo nos resultados da produtividade.

Pois, uma melhor distribuição de recursos e maquinário tem grande potencial de agir positivamente.

Planejamento 

Após aplicados os planos de ação e ferramentas para melhorias na capacidade produtiva da organização, é necessário que se tenha um planejamento adequado.

Para isso, tenha consciência dos limites de produção, limites dos recursos humanos, dos equipamentos, etc.

Além disso, saiba quando realizar uma manutenção na máquina ‘X’, ter discernimento para decidir o que seria desnecessário para a organização executar e, consequentemente contratar serviços de terceirização.

Ou até mesmo, acrescentar ou reduzir os turnos de funcionamento da operação da empresa. Decisões deste tipo requerem um planejamento prévio e bastante conhecimento do negócio.

Conclusão

A métrica de capacidade produtiva te permitirá entender como otimizar os processos produtivos dentro de sua empresa para te dar mais eficiência.

Por isso, esperamos que esse conteúdo tenha esclarecido como funciona a métrica de capacidade produtiva e que você possa usar ela para alcançar resultados incríveis em sua empresa.

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Indicadores: entenda os benefícios para a sua empresa

Os indicadores, como o nome já dá a entender, serve para “indicar” a “dor” da organização.

Por isso, eles são de extrema importância para a sobrevivência das empresas, visto que são ferramentas responsáveis por metrificar e monitorar todas as ações que interferem em seu funcionamento, impactando desde o faturamento até a satisfação dos clientes do negócio.

Assim, empresas que não possuem indicadores vivem constantemente o “gerenciamento pela autópsia“. Em outras palavras, descobre-se o problema da organização somente quando a mesma já está em uma situação preocupante e, muitas vezes, já é muito tarde.

Você pode estar pensando: “Possuo uma empresa que não tem indicadores e mesmo assim alcança todas metas e objetivos. Por que eles me seriam úteis, então?”.

Bom, atingir uma meta sem contar com o monitoramento de indicadores é até possível. Mas deve-se levar dois pontos em consideração: os indicadores ajudariam a atingir melhores resultados e, ainda, a formular melhores metas (e se a sua empresa não esteja colocando as metas corretas? Já pensou nisso?).

É incontestável que a implementação de indicadores se torna indispensável para qualquer tipo de organização, visto que eles podem se adaptar da melhor forma possível para cada realidade, alinhando-se com a estratégia do negócio.

No decorrer deste blog post você entenderá o que são indicadores, quais os seus tipos e como é o processo de definição dos indicadores de uma organização. Vamos à leitura!

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O que são indicadores?

Os indicadores são dados que podem ser quantitativos ou qualitativos e que servem para avaliar os resultados e processos internos da empresa.

Por isso, é necessário que sejam atualizados recorrentemente para que mostrem, da forma mais clara e assertiva possível, como está a eficiência da empresa.

A título de exemplo, suponha que você tenha um objetivo de ler cinco livros durante o semestre. Para que isso ocorra, você decide ler 20 páginas diariamente.

O número de páginas lidas é um indicador de sucesso da sua meta de ler cinco livros por semestre. As 20 páginas é uma meta reduzida, acompanhada diariamente para que você alcance a meta maior.

Pode parecer besta, mas é assim que ocorre em grandes organizações. Define-se uma meta maior e a monitora em partes menores.

Tipos de Indicadores

Os  indicadores podem possuir diferentes tipos, variando de acordo com níveis da empresa. São três: estratégico, tático e o operacional. Vamos falar um pouco sobre cada um.

– Estratégico

É o indicador que está diretamente relacionado ao seu Planejamento Estratégico, englobando metas como Faturamento Anual ou Taxa de Satisfação do Cliente. Uma vez que os demais indicadores serão traçados a partir dos indicadores estratégicos, é importante que você sente com as lideranças da organização para definir quais são os pontos-chave da sua empresa e colocar metas em cada uma.

– Tático

Os indicadores táticos são partes menores dos indicadores estratégicos. É através dele que você conseguirá acompanhar, de modo fidedigno, como está sendo o andamento dos processos para o alcance da meta estabelecida acima. É importante pontuar que os indicadores táticos são sempre separados por área da empresa (financeiro, marketing, comercial, recursos humanos e outros).

Se a meta do indicador estratégico de faturamento for de 3 milhões por ano, um bom indicador tático é faturamento da área de marketing. A meta desse indicador seria um percentual da meta maior.

– Operacional

Por fim, mas não menos importante, os indicadores operacionais são os indicadores que cada um dos colaboradores possuem para alcançar as metas dos indicadores táticos.

As metas desses indicadores são justamente as metas individuais, que são muito importantes para a compreensão de quais são os funcionários com o maior desempenho.

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Conclusão

Vimos que os indicadores são ferramentas que possuem o objetivo de monitorar todos os tipos de atividades que envolvem o funcionamento de uma organização.

Dessa forma, a partir da coleta e da análise desses dados, podemos metrificar o grau de eficiência de uma empresa e a partir disso elaborar planos de ação para solucionar esses problemas e alavancar os seus resultados.

Esperamos que esse conteúdo tenha sido útil para você! Caso tenha alguma dúvida, pode entrar em contato conosco, ficaremos muito felizes de solucioná-la para você![/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]