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Storytelling: A arte de contar histórias na sua empresa!

Toda marca quer conquistar o seu espaço perante o consumidor. O grande problema é que o mercado tem diversas opções de produtos e serviços que são parecidos entre si. Diante de tanta informação, ser lembrado pelo público é um desafio e destacar-se da concorrência é imprescindível para a sobrevivência do negócio.

Foi por conta desse cenário que as empresas começaram a testar diferentes formas de abordagem para se aproximar do público. Uma das alternativas que encontraram foi a adoção de um método chamado de Storytelling. Ao tornar a experiência do cliente mais humanizada, as empresas encontraram uma ótima estratégia para fazer as pessoas se apaixonarem o seu negócio.

Certo, mas o que é storytelling?

Definição

Storytelling é um termo que vem do inglês (story ou história + telling ou contar) e significa “narração de histórias”. É uma ferramenta capaz de transformar e histórias e acontecimentos em narrativas que emocionam o público e se eternizam na memória de quem as ouviu ou as viu.

Apesar de somente ter recebido atenção recentemente nas empresas, o storytelling é um recurso proveniente de áreas como a literatura e o cinema. Na verdade, a tradição de contar histórias está presente desde os tempos mais primitivos da raça humana e serviu como forma de criar laços e gerar conexão entre as pessoas.

O ser humano sempre sentiu atração por histórias. É por isso que o storytelling está sendo cada vez mais usado. Histórias são baseadas em pessoas, e isso proporciona uma troca de experiência autêntica entre a empresa e o cliente, tornando-se, portanto, uma forma muito mais eficaz de comunicação ao gerar um rapport com o consumidor.

Agora que você já está familiarizado com o termo, vamos entender um pouco mais sobre como a narração de histórias é feita.

Como usar o Storytelling?

O primeiro passo é identificar o seu objetivo. Quais os motivos que fizeram você querer narrar determinada história? Que reações você quer provocar?

Outra parte importante é saber qual será o seu público. Para isso, torna-se importante conhecer essas pessoas. Se você já tiver uma buyer persona, essa é a hora de utilizá-la. Saber com quem você irá falar ajudará a elaborar a sua narrativa, ao inserir gatilhos que geram empatia.

Quando você termina esse processo, chega a hora de estruturar a sua história. Divida-a em três atos:

  • Começo, no qual será apresentada a situação e toda a ambientação no qual a história irá progredir;
  • Desenvolvimento, parte que contém as dificuldades que a sua personagem irá enfrentar e o clímax, que é o momento máximo da sua história;
  • Conclusão, que é o desfecho de tudo o que se passou e, nesse caso, apresenta a solução de como o seu produto ou serviço resolve a dor do consumidor.

Lembre-se de criar personagens marcantes e inserir elementos que emocionem o público. Tome cuidado para não se prolongar demais nas descrições, é interessante que as histórias não sejam tão longas. Caso contrário pode acontecer de o público perder interesse no que você tem a dizer.

Onde usar o Storytelling?

O storytelling pode ser usado em diversas ocasiões, desde um pitch de vendas até na apresentação da sua empresa. Não importa se a empresa é B2B (negócios entre empresas) ou B2C (negócio entre empresa e consumidor), o storytelling sempre pode trazer benefícios.

Que tal analisarmos alguns casos interessantes no qual ele foi usado? Vamos lá!

O uso mais comum do storytelling é dentro de campanhas de marketing. Através da incorporação dessa técnica, a empresa cria uma forma de vender o seu produto utilizando recursos persuasivos e não invasivos.

Existem várias ações que seguem esse raciocínio, uma que nos chamou atenção foi a da Dove, empresa de higiene pessoal. O comercial tem como slogan a frase “Você é mais bonita do que pensa” e tem como objetivo trazer uma reflexão sobre como nos enxergamos. Veja a ação no link: https://www.youtube.com/watch?v=ABups4euCW4

Outro caso é no Branding. Esse termo designa o esforço que gira em torno da gestão da sua marca e qualquer tipo de percepção que as pessoas têm dela. Construir uma história em torno da sua marca através do storytelling é uma forma eficaz de destacar o seu produto.

Um ótimo exemplo é a Coca-Cola, que sempre busca associar a sua bebida a momentos felizes e cria uma série de narrativas ao redor desse conceito. Ao disseminar a logo “abra a felicidade” a marca acaba agregando um valor muito maior ao seu produto e cria uma lembrança positiva na mente do consumidor.  

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Conclusão

Conseguiu entender o poder que as histórias têm? Pois é! Hoje, não basta ter um produto bom, é preciso ter algo por trás dele. As pessoas querem se identificar com o que você oferece e querem ver um propósito na sua marca. O storytelling certamente vai te ajudar a fazer isso!

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8 premissas indispensáveis para um bom marketing pessoal

Não basta estar em constante mudança, o mercado de trabalho está repleto de profissionais semelhantes entre si. São pessoas que, aparentemente, tem o mesmo a oferecer e acabam se tornando mais do mesmo.

O desejo de todos é claro:  construir uma carreira bem-sucedida. No entanto,  diante de tamanha concorrência, como se sobressair?

Mais do que nunca, é preciso saber se vender. Mostrar o seu diferencial para que os outros vejam o  valor que você possui. Entender como e quando mostrar os seus conhecimentos e as suas habilidades, de modo a alcançar a admiração das pessoas que estão diretamente e indiretamente conectadas com você nunca foi tão estratégico.

Você pode estar pensando: mas logo eu, que não sou vendedor? Isso mesmo! Como afirmou Nathalia Arcuri, em seu canal de finanças pessoais “Me Poupe”:  “Todo dia estamos nos vendendo. Quando partimos para a vida profissional, viramos vendedores”.

Todos nós, independente da profissão, precisamos nos tornar vendedores de nós mesmos. Por isso, é importante investir em técnicas para que isso ocorra. Ao contrário do que muitos pensam, a arte de se vender pode ser aprendida e tem até nome: marketing pessoal.

 

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Mas o que é Marketing Pessoal?

Segundo Philip Kotler, Marketing Pessoal é a arte de satisfazer as necessidades de um mercado-alvo identificando necessidades e desejos não realizados aumentando o potencial de lucro.

O marketing é essencial para toda empresa que quer atrair a atenção do consumidor e garantir a preferência de escolha na hora da compra. É uma forma de lapidar o seu produto ou serviço, agregando valor à mesma.

O marketing pessoal segue o mesmo raciocínio. A única diferença é que nele, a mesma pessoa é o produto e o profissional de marketing. É papel de quem realiza o marketing pessoal, identificar as necessidades e desejos das organizações e mostrar habilidades que possam supri-las da forma mais assertiva.

Em outras palavras, é a estratégia que visa promover a sua imagem a um público específico. Agora que você já sabe o que é o Marketing Pessoal, veremos algumas características que são definitivas na hora de colocá-lo em prática.

Visão

Ter uma visão é saber onde você quer chegar. É o profissional saber o que está fazendo e o porquê de se estar fazendo. Basicamente, ela irá direcionar e dar sentido às suas ações.

A melhor forma para fazer a sua visão se tornar realidade é partir para o autoconhecimento. Ao conhecer as suas forças e fraquezas, a jornada para chegar até o seu objetivo torna-se muito menos árdua e as chances de sucesso ficam maiores.

Além disso, um profissional com visão é aquele que não tem medo de apresentar as suas ideias e demonstrar a sua opinião. É a pessoa que está sempre pensando à frente e que tem ambição, no sentido mais positivo da palavra.

Liderança

Uma das características mais importantes para um bom marketing pessoal é a liderança. Ser líder nada mais é do que ter a habilidade de influenciar pessoas e ser formador de opinião.

É aquela pessoa que não precisa impor pelo poder, porque tem uma admiração tão grande das outras pessoas que torna-se desnecessário qualquer tipo de coação. É alguém que sabe mediar conflitos e divergências e age de forma humanizada.

Um verdadeiro líder sabe ouvir os seus colaboradores e colegas e admite os próprios erros. Ele inspira através de exemplos, e não apenas pelo seu  discurso.

Apesar de algumas pessoas terem mais facilidade de liderar, por se tratar de uma habilidade, qualquer um pode tornar-se um bom líder, basta colocar em prática.

Para entender ainda mais sobre liderança leio o nosso conteúdo “O que os funcionários esperam dos seus chefes?” no link https://fcapjr.com.br/o-que-os-funcionarios-esperam-do-chefe/

Espírito de equipe

Ter um espírito de equipe é essencial. Mas como saber se você possui essa característica?

Se você é capaz de colaborar para o seu desenvolvimento e dos seus colegas no trabalho, conhece bem as pessoas que estão na sua equipe e sabe as expectativas deles, isso já é um grande indicador de que você possui um grande espírito de time.

Ter espírito de time é saber motivar o outro e tornar a equipe coesa e, consequentemente, com uma maior produtividade e satisfação. Pense um pouco no profissional que você é hoje e avalie o impacto que você causa dentro do ecossistema de sua empresa. Isso já é um grande exercício.

Confiança

Um profissional que transmite confiança aos chefes e companheiros de trabalho é alguém muito mais propenso a conseguir o que deseja. É também a primeira pessoa que vem em mente na hora de delegar tarefas mais complexas ou desafios.

Uma pessoa confiante de si reflete segurança para o outro e isso abre muitas portas a ela no mercado de trabalho.

Comunicação interpessoal

A comunicação é a habilidade mais preciosa para um bom marketing pessoal, pois é através dela que o seu produto, ou seja, você será divulgado.

Quando há comunicação, seja por escrito ou oral, criam-se vínculo e o profissional mostra o que tem de melhor. Usar uma linguagem correta e adequada a cada contexto, escrever bem, vencer a timidez, usar diálogos motivadores e manter um fluxo de comunicação regular com as pessoas é básico para um bom desenvolvimento profissional.

Além disso, é se comunicando que o profissional irá construir uma rede de relacionamentos que pode ser muito importante para a sua evolução profissional.

Posicionamento de imagem

Até agora falamos de imagem no sentido figurado, mas isso não quer dizer que a sua aparência não influencie em como as pessoas veem você. Por isso, este ponto deve ser analisado/observado.

O posicionamento de imagem é a adequação visual ao contexto social. Isso quer dizer que vestir o traje correto e adequado a cada momento, é saber combinar peças, cores e estilo e se cuidar fisicamente (corte de cabelo, higiene, saúde dentária, etc.). Tudo isso é fundamental para uma composição harmônica e atrativa de imagem.

Segundo a pesquisa  Why beauty matters publicado pelo The American Economic Review pessoas que cuidam mais da sua imagem sofrem o estereótipo de serem mais produtivas. Além disso, são pessoas mais confiantes.

Empatia

É a capacidade de colocar-se no lugar do outro. Pessoas empáticas no ambiente de trabalho tendem a estar sempre a disposição para ajudar o colega e tem bons ouvidos para dar conselhos e confortar os outros.

São pessoas bastante adoradas e que passam uma imagem muito positiva para os outros. Pessoas empáticas agem sem segundas intenções e conseguem tudo isso como consequência das suas boas ações.

Agir com empatia é agir como você gostaria de ser tratado, valorizando e respeitando as opções do outro, no que tange os assuntos profissionais.

Otimismo

Pessoas otimistas proporcionam um ambiente agradável e propagam o bem-estar a todos a sua volta. Ser otimista não significa ignorar os aspectos ruins da realidade, mas ressaltar os aspectos positivos, valorizando os feitos dos colegas de trabalho e sabendo identificar as falhas como pontos de crescimento e melhoria dos colaboradores da organização a qual está inserido. Uma perspectiva otimista é mais favorável para concretizar os seus objetivos.

Conclusão

Essas foram algumas das principais características que um profissional deve ter para praticar um bom marketing pessoal. É preciso lembrar que   essa ferramenta não deve ser utilizada em momentos específicos da carreira, como em entrevistas de emprego por exemplo, deve ser algo colocado em prática não só nessas ocasiões, como durante o dia a dia de trabalho de qualquer profissional.

Qualquer dúvida sobre o assunto, nos colocamos completamente à disposição!

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3 tipos de parceria empresariais mais comuns

É muito comum vermos diversas empresas formando parcerias com outras organizações e construírem um relacionamento de benefício mútuo.

Porém, algumas vezes, não entendemos muito bem o que isso significa na prática.

Neste conteúdo, falaremos sobre todo o conceito de parcerias no mundo corporativo.

Além disso, quais são os tipos de parceria existentes e os principais benefícios de cada uma delas.

Vamos à leitura?

O que são as parcerias entre empresas?

Podemos entender parceria como a união de esforços entre duas ou mais partes em prol de objetivos comuns.

Objetivos estes que, provavelmente, seriam inatingíveis (ou quase) por uma empresa atuando sozinha.

Na prática, a ideia é que as partes sejam complementares uma da outra, seja esse complemento por competências, atuação geográfica e, em vários casos, pela troca de conhecimentos.

Essas parcerias muitas vezes podem resultar até mesmo em fusões, incorporações ou Joint Ventures

Porém, também existem parcerias que não têm objetivos operacionais.

Nesses casos, o mais comum é que tenham um único e simples objetivo: marketing.

As marcas se associam com o intuito de utilizarem a imagem uma da outra para ganhar reconhecimento no mercado, viabilizando a captação de novos clientes. 

O intuito é agregar mais valor ao produto vendido e alcançar novos públicos, de modo a gerar maior visibilidade em ambos os segmentos.

O ponto-chave para que essa prática dê certo é que os objetivos e expectativas estejam alinhados, para que ambas as partes sejam de fato beneficiadas pela parceria.

Uma vez com todos os pontos devidamente alinhados, firma-se o relacionamento.

Quais os benefícios de se firmar parcerias

1. Diminuição da burocracia

Em uma parceria, a burocracia tende a reduzir para ambos os lados, pois a cooperação pode facilitar bastante os processos internos dos envolvidos.

Porém, essa diminuição varia de acordo com a relevância da parceria para cada organização

2. Atuação cada vez mais estratégica

Uma redução nas burocracias pode trazer diversas otimizações nos processos internos das organizações.

Com os processos internos consolidados, as empresas podem dar um enfoque maior para a gestão estratégica, visando a expansão do negócio.

3. Soma das competências

Um benefício de grande destaque quando falamos em parcerias.

Como mencionado anteriormente, muitas parcerias têm como principal objetivo utilizar a expertise de cada uma das organizações com o intuito de criar um produto ou negócio, visando um retorno financeiro no longo prazo.

Um caso muito conhecido e recente foi a parceria entre a Samsung e a IBM.

Esse tratado de cooperação tem como objetivo o desenvolvimento de chips para computadores com apenas 5 nanômetros.

No futuro, essa parceria pode trazer grandes frutos para ambas as organizações.

A Samsung, por exemplo, poderá utilizar esse chip em seus produtos e a IBM ganhará um maior destaque no mercado.

Quais os tipos de parceria existentes no mundo corporativo?

Agora que você já conhece o conceito e os objetivos de se firmar uma parceria, falaremos um pouco sobre os principais tipos de associação entre organizações!

1. Co-Branding

Traduzido como a união de duas marcas, o Co-Branding tem sido muito adotado no mercado de marketing e trouxe excelentes resultados para as empresas.

Ganho esses tanto em ganhos financeiros e aumento das vendas, quanto no aumento do valor agregado ao produto e na expansão da empresa (em vários segmentos).

Trata-se de uma parceria onde duas ou mais marcas se juntam em uma ação ou para promover um produto conjunto, aproveitando as qualidades e competências de cada uma delas e atendendo uma necessidade do mercado.

Os casos mais comuns de Co-branding são os que duas empresas se unem para lançar o mesmo produto ou combinar produtos diferentes numa espécie de bundle (pacote).

Um exemplo conhecido de Co-Branding é o caso OMO + Comfort.

Ambas as empresas possuíam produtos do mesmo segmento, mas, também, possuíam características complementares que possibilitavam o lançamento de um produto melhor.

2. Joint Ventures

Trata-se de um acordo comercial entre duas ou mais empresas, não importando seus segmentos, que decidem unir recursos para realizar uma tarefa específica, geralmente no viés de expansão e na criação de novos negócios.

É uma parceria com tempo de duração determinado.

Tem a grande vantagem de que as organizações podem realizar transações livremente entre si sem que haja a necessidade de qualquer tipo de licenciamento ou aquisição, já que nem sempre é de interesse das mesmas.

Analisando a própria composição do nome desta parceria, podemos observar um ponto muito importante: ambas as palavras vêm do inglês, e traduzidas significam junto risco.

Em outras palavras, nesse tipo de associação não são compartilhados apenas recursos, mas também os riscos, custos e eventuais prejuízos.

É importante salientar que existem dois tipos de Joint Ventures:

  1. contratual: não há formação de novas empresas
  2. societária: já na Joint Venture Societária, podemos observar a criação de novos negócios, sendo o caso mais comum a criação de spin offs

Um caso muito conhecido de Joint Venture foi a Autolatina, onde houve a união entre a Volkswagen e a Ford, duas empresas automobilísticas.

logo da autolatina

A união perdurou de 1987 até meados de 1996.

Na época as fábricas e operações das duas empresas foram integradas, com o intuito de compartilhar os custos e potencializar os pontos fortes de cada uma.

A experiência também esteve presente em Portugal com a criação da AutoEuropa. A Autolatina envolveu os mercados brasileiro e argentino.

3. Corporate Ventures

É expressão utilizada para denominar o sistema no qual grandes empresas investem capital e conhecimento em startups e novos negócios em geral.

As vantagens de fazer esse tipo de investimento vão além de gerar retorno financeiro sobre o valor investido, como também trazer novas ideias, ter maior agilidade no lançamento de produtos no mercado.

Além de acesso a novas tecnologias e soluções, a um custo e risco reduzidos.

Por outro lado, o nome, poder de mercado e a economia de escala das grandes empresas é uma excelente oportunidade para Startups terem uma maior facilidade na entrada e consolidação no mercado.

Entre os exemplos mais famosos de empresas que receberam esse tipo de aporte financeiro estão : Pipefy, Nubank, 99 Taxis e Stone Pagamentos.

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Imagem por Nubank

Cuidados essenciais ao escolher entre os tipos de parceria

É de suma importância conhecer muito bem qualquer organização com a qual se cogite criar uma parceria.

Afinal, o risco de haver um conflito de imagens é sempre existente, podendo gerar prejuízos para ambas as partes.

Por isso, busque sempre por organizações que possuem valores alinhados com os da sua empresa, sempre levando em conta que o mais importante é encontrar um senso de complemento entre ambas.

Os riscos sempre existirão e o mundo corporativo está repleto deles, mas não se deve desistir no primeiro insucesso.

O melhor a se fazer é estudar a fundo cada tipo de parceria e também quem serão seus parceiros.

Dessa forma, é possível diminuir os riscos e criar parcerias que de fato impulsionem os resultados da sua empresa.

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Como Preparar a sua Empresa para os Efeitos da Sazonalidade

A Sazonalidade de mercado pode fazer toda a diferença nos resultados de uma empresa. É comum ouvir falar de casos em que o faturamento de um negócio foi comprometido por esse fator, mas para outros pode ser uma grande oportunidade de negócio. Neste artigo, falaremos um pouco sobre o que é a Sazonalidade e o que você pode fazer para não se prejudicar, ou até mesmo crescer nos períodos em que ela se mostra presente!

Definição

No mundo empresarial, podemos chamar de Sazonalidade o efeito causado por fatores externos que causam flutuações na demanda por um produto ou serviço ao longo de um período. Essas flutuações têm as mais variadas origens, desde alterações climáticas, crises em geral, eventos periódicos como uma Copa do Mundo, datas comemorativas, etc.

Um exemplo prático de como a Sazonalidade pode impactar o faturamento de um negócio é o mercado de chocolates, que tem um grande crescimento em vendas no período próximo à Páscoa ou o mercado de sorvetes, que tem uma

queda nas vendas no período de Inverno.

Mas, como posso lidar com a Sazonalidade?

1- Reconheça o problema e sua dimensão

Antes de tomar qualquer decisão estratégica, é necessário entendermos quais são as principais causas da diminuição nas suas vendas naquele período.

Como devo fazer isso?

Para este fator, não existe segredo ou fórmula mágica. Você, como gestor, já deve ter percebido quais são os períodos em que suas vendas sofrem uma queda ou têm um aumento significativo. Em seguida, basta consultar os números. Observe sua base histórica de resultados e identifique quais são os períodos que apresentam irregularidades e qual o impacto que estão trazendo para sua empresa.

Tendo esses dados em mãos, é interessante que você elabore um planejamento, de preferência no começo do ano, de forma que você consiga prever esses momentos de baixa e tenha planos de contingência para enfrentá-los da melhor forma.

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2- Não tome medidas desesperadas

Quando a empresa está num momento de baixa, é muito comum vermos gestores fazendo as mais variadas ofertas com o intuito de atrair clientes para o seu negócio. O problema é que em muitos desses casos essas ofertas são elaboradas sem nenhuma estratégia, podendo ser prejudicial para o seu negócio e fazendo com que ele tenha um prejuízo ainda maior.

A ideia é utilizar descontos como último recurso.

Ao invés disso, crie campanhas com antecedência, garanta que sejam vistas e que sejam muito atrativas. Pois, quando ocorrer a diminuição no fluxo de vendas, você já vai estar preparado.

3- Treine sua equipe

Estar com uma equipe competente, alinhada e treinada para períodos de Sazonalidade é essencial para que os colaboradores não se sintam desmotivados. Dessa forma, você pode garantir um bom desempenho da equipe e evita que a dinâmica de trabalho e suas vendas sejam prejudicadas.

Crie o mindset de que em tempos de dificuldades é que devemos nos desafiar, pensar fora da caixa e inovar na hora de vender.

Uma boa prática é criar formas de reconhecimento e premiação desses colaboradores, sendo um estímulo para que continuem animados e com sede de resultados.

4- Tenha uma reserva de capital

Ter um capital de reserva é um fator muito importante tanto para reforçar o estoque num cenário de Sazonalidade positiva, quanto para se prevenir contra possíveis prejuízos nos momentos de sazonalidade negativa. A desatenção sobre esse ponto é um erro cometido por muitos empresários. É recomendado guardar algo em torno de 30% do lucro mensal obtido na empresa para que os períodos de sazonalidade sejam enfrentados com segurança.

 

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5- Atente-se a pequenas sazonalidades

Muitos empreendedores se perguntam se vale a pena investir nesses curtos períodos ou não. A resposta é: Depende.

Podemos usar o clássico caso do Açougue numa Sexta-feira Santa. Será que vale a pena para este açougueiro investir na compra de peixes para esse dia específico? Comprar peixes, notificar seus clientes que estará vendendo-os e convencê-los a comprar em seu estabelecimento ao invés de ir a uma peixaria. Provavelmente o investimento não traria um retorno satisfatório e seria mais interessante apenas fechar o açougue naquele dia.

O fato é que, datas comemorativas, estações do ano e feriados sempre irão existir e caso você tenha um produto ou serviço que considere sazonal, haverá duas opções: Correr riscos ou estar preparado.

É necessário entender muito bem sobre o seu ramo de atividade e se planejar com antecedência, de forma que você consiga prever as possíveis oscilações do mercado. Através disso, você poderá traçar estratégias não só para aproveitar os momentos de Sazonalidade positiva, mas também enfrentar com maior tranquilidade os de Sazonalidade negativa.

Foto de autoria pra blogposts

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Scrum: Conheça a Metodologia para um Gerenciamento de Projetos mais Ágil

A FCAP JR. Consultoria sempre prezou pela qualidade e eficiência no gerenciamento de seus projetos. A empresa toma como base duas vertentes de metodologias muito conhecidas que foram adaptadas para a realidade da FCAP JR. Consultoria tornando-as complementares. PMBOK e Scrum, foram usados de esboço o desenvolvimento das metodologias próprias da empresa, MGP (Modelo de Gerenciamento de Projetos) e MGPA (Modelo de Gerenciamento de Projetos Ágil), respectivamente.

Nesta oportunidade é a vez de conhecermos mais a fundo sobre como funciona a metodologia Scrum, um framework bastante conhecido no universo de consultoria, é um método que preza por um gerenciamento mais flexível, contendo três pilares básicos e três práticas fundamentais que se adaptam ao escopo de qualquer serviço, prezando pela otimização do tempo para tornar os processos mais ágeis.

Os 3 Pilares Básicos do SCRUM

Com o intuito de prever e controlar os riscos no decorrer de um projeto, o Scrum preza por seus 3 pilares básicos para se prevenir de possíveis riscos que possa ter futuramente.

1) Transparência: Aspectos significativos e padronizados a fim de que todos os membros da equipe saibam o que está sendo executado de forma macro e tenham total acesso às informações referentes ao projeto. Utilizar uma linguagem comum a todos os participantes de forma clara e direta faz total diferença.

2) Inspeção: É uma forma de assegurar que o acordado junto ao cliente está sendo realizado da maneira correta, inspecionando os artefatos e a evolução do projeto, podendo identificar oscilações indesejadas. OBS: deve-se ter cuidado quanto a periodicidade dessa inspeção, pois o seu excesso pode atrapalhar bastante a execução das atividades.

3) Adaptação: Traz a flexibilidade citada anteriormente, permitindo que sejam feitas alterações necessárias no decorrer do projeto, desde que sejam respeitados os valores e práticas do Scrum.

 

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Práticas Fundamentais de Scrum 

Além destes pilares o Scrum possui suas Práticas Fundamentais que devem ser seguidas em todos os casos, independentemente do serviço ou área de atuação. é o que mantém o padrão e torna a metodologia funcional. Abaixo vamos destrinchar cada uma das 3 práticas fundamentais.

1) Artefatos: São os elementos característicos do Scrum, bom começar pelo artefatos para um entendimento melhor dos papeis e e dos eventos:

  • Product Backlog: É uma relação de funcionalidades de um determinado produto, literalmente falando, é o que o cliente final espera receber ao término da execução daquele projeto.
  • Sprint Backlog: O projeto é dividido em Sprints, períodos de curta duração (no máximo 4 semanas) sem variar o tempo de cada sprint de um para outro. Este método possui a finalidade de criar uma rotina e minimizar a necessidade de reuniões não previstas pelo Scrum.
  • Incremento/Entrega: Nada mais é do que o desmembramento do backlog em vários sprints, na prática é uma parte do backlog. Ao final de cada sprint é entregue uma parte diferente do backlog para que ao final do projeto ele esteja completo.

2) Papeis: Abaixo estão separados aqueles que compõem os papeis com seus respectivos deveres, vale ressaltar que o Scrum preza bastante pelo equipe, o time em si tem uma importância e valorização maior do que estamos acostumados a ver.

  • Scrum Master: É um especialista na metodologia Scrum, trabalha como um facilitador para que todos da equipe entendam, abracem os princípios e práticas do Scrum. Além disso ajuda a equipe a desenvolver uma abordagem própria da metodologia.
  • Product Owner: É um líder responsável por potencializar o valor do produto, do trabalho e pelos resultados entregues. Define quais recursos e funcionalidades serão utilizados juntamente na ordem em que se dará a execução. Além disso mantém todos os membros da equipe informados dos objetivos do projeto, priorizando os itens do Product Backlog.
  • Dev Team: São as pessoas que vão executar o projeto, elas que decidirão como farão as atividades, preza por uma equipe autogerenciável sem depender de ninguém de fora do time.

3)  Eventos: O Scrum traz um conceito denominado Time-boxing, com a ideia de determinar um tempo para cada tarefa de um projeto, auxiliando o time na gestão do seu tempo. Na prática, cada processo tem um número de horas específico para ele, fazendo com que o trabalho seja mais objetivo.

  • Sprint Planning: Antes do início de cada sprint, existe uma reunião de planejamento, momento em que será criado o backlog, definindo quais funcionalidades podem ser completamente finalizadas naquele sprint e ordenadas em nível de importância ou urgência.
  • Execução Sprint: O backlog será fracionado em partes de acordo com a importância das funcionalidades como foi planejado, cada sprint tem por objetivo entregar uma parte do backlog até que ao final de todos os sprints ele esteja completo.
  • Daily Scrum: É uma reunião diária com duração de 15 minutos em que cada membro do time vai responder a 3 perguntas, são elas: O que fiz ontem para o time bater a meta do sprint? O que vou fazer hoje para o time bater a meta do sprint? Tem algo que impeça o time de bater a meta do sprint?

Revisão Sprint: É uma reunião ao final do sprint, com o objetivo de validar e adaptar o produto que é consumido, verificar se o realizado está de acordo com o planejado.

Retrospectiva Sprint: Também ao final do sprint, tem a finalidade de verificar necessidades de adaptação no projeto, serão levantados todos os pontos positivos e negativos, o que será mantido e o que deixará de ser feito ou sofrerá mudanças para o próximo sprint.

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CONCLUSÃO 

O Scrum, de fato está conquistando cada vez mais espaço no mercado por prezar pela agilidade mantendo os padrões de qualidade na execução, algo muito difícil de se englobar em uma metodologia.

No caso da FCAP JR. Consultoria, por exemplo, passamos a utilizar em diversos projetos e o resultado foi extremamente satisfatório decidimos utilizar principalmente nos projetos que necessitam de uma capacidade de inovação um pouco maior.

foto de autoria rafa

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SEBRAE, SENAI E SENAC: Como podem me ajudar?

Você conhece instituições como o SEBRAE, SENAC e SENAI? São organizações dispostas a contribuir para o desenvolvimento e capacitação dos profissionais tanto na sua própria área de atuação ou até mesmo saber mais sobre determinado setor. Afinal, ninguém está 100% pronto para tudo, correto? Sempre é possível aprender mais, adquirir mais experiência, compreender as tendências e inovações que surgem a cada dia.

Foi justamente nesse viés que a FCAP JR. Consultoria decidiu falar um pouco sobre algumas das melhores opções de capacitação para o empreendedor no Brasil. Neste conteúdo, traremos algumas entidades com qualidades reconhecidas, em estrutura, gestão e, principalmente, no ensino.

 

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MAS O QUE SÃO ESSAS INSTITUIÇÕES?

Existem, aqui no Brasil, diversas organizações de cunho muito similar, sem fins lucrativos e com o mesmo intuito: capacitar os profissionais. Nelas, é possível participar de cursos de capacitação com baixo custo (muitos são totalmente gratuitos!), uma vez que existe uma contribuição do Estado para isso.

Os cursos são disponibilizados de acordo com diversos critérios. É bastante comum, por exemplo, que uma mesma instituição oferte cursos diferentes de acordo com a região do país, pelas demandas particulares que cada território apresenta.

Vamos conhecer agora sobre essas organizações. Listamos três: SENAI, SENAC e SEBRAE.

 

1) SENAI:

O maior complexo de Educação Profissional da América Latina, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial existe desde 1942 e já formou mais de 70 milhões de trabalhadores brasileiros.

Para se ter ideia do tamanho da organização, ela possui 541 unidades fixas e 452 móveis, que vão até as pessoas desfavorecidas de educação profissional em sua região. Além dessas quase 1.000 unidades, o SENAI disponibiliza cursos online, permitindo que as pessoas se capacitem independentemente da distância.

A instituição fornece cursos para muitas áreas da indústria nacional, abrangendo desde uma fase inicial com cursos profissionalizantes até graduação e pós-graduação.

Algumas dessas áreas são: alimentos/bebidas, automação/mecatrônica, automotiva, construção civil e naval, energia GTD, energia renovável, gestão, logística, madeira e mobiliário, metalmecânica, meio ambiente, polímeros, refrigeração e climatização, segurança do trabalho, tecnologia da informação, telecomunicações, têxtil, transportes e vestuário.

 

2) SEBRAE:

A mais famosa dentre as instituições, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), é uma organização sem fins lucrativos. Criado em 1972, trabalha pelo desenvolvimento e educação da população por meio do empreendedorismo.

 

Atualmente, o SEBRAE está em todos os estados do país, totalizando mais de 700 unidades de atendimento em todo o Brasil. Além de cursos de capacitação, como o Empretec (o mais famoso e bem conceituado da organização), o SEBRAE auxilia os empreendedores a articular políticas públicas que tornem um ambiente mais favorável ao empreendedorismo, proporcionando o acesso do empresário a novos mercados e orientando o melhor meio de buscar ajuda no âmbito financeiro.

Empreendedorismo, planejamento, finanças, inovação, leis, mercado e vendas são alguns dos temas tratados em cursos da organização que possuem grande procura pelas pessoas de setores como: agricultura, alimentos/bebidas, artesanato, beleza, construção, móveis/decoração, mercado digital, moda, pecuária, petroquímico, saúde, turismo e mobilidade.

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3) SENAC:

Criado em 1946, o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial, ou SENAC, também é uma organização sem fins lucrativos que busca qualificar os profissionais voltando-se para áreas como turismo (muito forte com idiomas) e comércio de bens e serviços.

O SENAC possui cursos de capacitação nas mais diversas áreas do conhecimento, de uma formação básica, cursos técnicos até uma pós-graduação, permitindo um planejamento de educação profissional constante. Assim como SENAI e SEBRAE, o SENAC está em todo o Brasil, dispondo de mais de 600 unidades espalhadas em todas as regiões do país.

Dentre as centenas de cursos que o SENAC oferece pelo país, algumas das principais áreas abordadas são: beleza, artes, comunicação, educação, gastronomia, gestão, idiomas, informática, meio ambiente, moda, saúde, segurança, turismo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Por mais que você esteja executando muito bem suas funções, atingindo as metas e superando expectativas, não se acomode. Não há profissional que deva rejeitar capacitação, deve sempre existir espaço para aperfeiçoar o trabalho.

Agora que você conhece um pouco mais sobre algumas das instituições de ensino espalhadas pelo Brasil, não perca tempo. O aprendizado constante é fundamental para a evolução de qualquer profissional, independente da sua área de atuação.

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Matriz GUT: O que é e Como Utilizar?

Administrar uma empresa não é uma tarefa fácil.

Pois, todos os dias, é preciso que se tome uma série de decisões para que a organização como um todo permaneça funcionando.

E é nesse cenário que surgem alguns problemas os quais a Matriz GUT pode lhe ajudar.

Você já se viu em alguma circunstância na qual existia uma série de problemas que precisavam ser resolvidos e você não sabia como priorizar os mais importantes?

Seja na vida pessoal ou na profissional, saber priorizar aquilo que realmente importa é uma habilidade que impacta diretamente no seu sucesso.

Por isso, iremos neste conteúdo mostrar como essa ferramenta simples, porém poderosa, funciona.

O que é a Matriz GUT?

A ferramenta GUT é um instrumento que ajuda a identificar, observar, analisar e propor soluções para os problemas da empresa, organizando-os por nível de gravidade, urgência e tendência.

A partir destes três critérios, a Matriz GUT permite que você possua uma visão do que é mais importante para a sua empresa.

Isso se torna possível a partir do momento em que se faz um levantamento de todos os problemas existentes e, posteriormente, se pontua cada um dos problemas de acordo com os três critérios já citados.

Dessa forma, você consegue obter uma visão completa dos problemas existentes e compreender quais devem ser resolvidos com maior prioridade.

Além disso, através dessa priorização, pode-se pensar em questões como a alocação dos funcionários para resolução dos problemas, assegurando que as melhores pessoas estão alocadas nas situações certas, o que faz toda a diferença.

Para que você possa utilizar a ferramenta GUT da melhor forma possível, é importante que você compreenda bem cada critério de avaliação.

Então, vamos entender cada um deles?

Gravidade

Pergunta-chave

O que esse problema pode gerar de impacto para a empresa?

Nesse critério, deve-se analisar o impacto que o problema resultará no negócio caso não seja solucionado.

Por isso, é preciso pensar no que esse problema pode causar para empresa e ponderar a prioridade com base no contexto do seu empreendimento.

Um exemplo dessa análise seria se uma empresa estivesse com uma má gestão do estoque.

Para que se possa pontuar esse problema a partir do critério da Gravidade, deve-se pensar no grau de intensidade dos danos que essa má gestão pode gerar, como:

  • comprar mais do que se é necessário;
  • produtos passarem da validade;
  • faltar insumos quando se precisar.

A partir dessa análise, a pontuação deve ser feita da seguinte forma:

  1. Sem gravidade
  2. Pouco grave
  3. Grave
  4. Muito grave
  5. Extremamente grave

Urgência

Pergunta-chave

Existe um prazo para que eu solucione esse problema?

No quesito urgência, é ponderado o tempo para ser resolvida determinada situação.

Nesse caso, deve ser analisado se o prazo pode ser postergado ou se é algo que deve ter retorno com uma certa pressa.

Um bom exemplo disso é uma empresa que está com poucos recursos e precisa pagar o salário dos funcionários no final do mês.

Para que se possa pontuar a partir da perspectiva da Urgência, é preciso pensar no prazo máximo para a realização do pagamento, levando em consideração que existe um dia limite para se realizar a transferência.

Caso ainda estivermos no começo do mês, pode-se priorizar o pagamento de outras questões, por exemplo.

Em outras palavras, a pontuação desse quesito deve ser feita com base na proximidade do prazo que um determinado problema possui.

  1. Pode esperar
  2. Pouco urgente
  3. Urgente, merece atenção no curto prazo
  4. Muito urgente
  5. Necessidade de ação imediata

Tendência

Pergunta-chave

Se eu não solucionar esse problema agora, ele irá piorar?

O segundo critério da Matriz GUT é a tendência.

Nela, é tomado como base o que acontecerá caso o problema não seja solucionado naquele momento.

Em outras palavras, deve-se pensar no grau de crescimento do problema.

Um exemplo prático disso, consiste na necessidade de se realizar a manutenção de uma determinada máquina.

Ao se analisar tal situação a partir do critério de Tendência, observa-se que caso essa manutenção não seja feita, a máquina em questão poderia quebrar dentro de 3 meses, o que seria bem mais custoso para a empresa.

Dessa forma, o problema deve ser pensado não em como ele é hoje, mas como ele poderá ser no futuro.

A pontuação deve ser feita a partir dessas perspectivas

  1. Não irá mudar
  2. Vai piorar a longo prazo
  3. Irá piorar a médio prazo
  4. Vai piorar a curto prazo
  5. Irá piorar rapidamente

Como utilizar a Matriz GUT?

Para utilizar a Matriz GUT, é preciso primeiramente pensar nos atuais problemas da sua empresa e listá-los de modo organizado.

Deve-se entender todas as áreas da organização e quais são os desafios que cada uma enfrenta.

Só depois de se ter todos os problemas levantados que se segue para a segunda etapa do processo.

Após realizar a listagem, chega a hora de pontuar cada problema com base na Gravidade, Urgência e Tendência.

Para isso, é recomendado que essa pontuação sempre seja feita em grupo para que se tenha uma visão realista dos problemas.

Fazer essa avaliação individualmente pode fazer com que os juízos de valor da pessoa interfira diretamente nos resultados e, assim, inutilizar toda a Matriz GUT.

Por fim, a ferramenta multiplicará automaticamente às três notas, gerando um valor para cada problema, em um intervalo de 1 a 125 (sendo 125 a maior prioridade de solução).

É dessa forma simples, porém eficaz, que se consegue criar planos de ação para os pontos mais importantes do seu negócio.

Exemplo de uma matriz GUT

Para te ajudar a entender ainda mais como a ferramenta da Matriz de GUT funciona, vamos a um exemplo prático.

Imagina que você é dono de uma transportadora e tem diversos problemas que estão listados abaixo na coluna “Problema”.

exemplo de uma matriz gut

Como mostrado no exemplo acima, colocamos todas as pontuações de gravidade, urgência e tendência para cada um dos problemas.

Depois que enumeramos todas, fizemos uma soma total e classificamos aquela que tinha a maio pontuação.

Então, você como dono dessa transportadora deveria primeiro resolver o problema do armazém pequeno.

Conclusão

A partir desse conteúdo, você aprendeu o que é a ferramenta GUT, seus critérios e as funcionalidades. Agora está na hora que colocar tudo isso na prática.

Lembre-se sempre: tudo está ligado às prioridades. Saber onde focar é essencial e pode ser o seu diferencial dentro de um mercado competitivo.

Esperamos que você tenha gostado do conteúdo e, em caso de qualquer dúvida sobre algum ponto tocado, não hesite em nos chamar! Nossos consultores estão à disposição!

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Como Obter uma Gestão de Estoque de Qualidade

O que você sabe sobre administração de materiais? Conhece os benefícios que uma boa gestão de estoque pode trazer? Se você deseja aprender mais sobre o assunto e seus benefícios, esse material vai te ajudar.

Para adentrar em como fazer uma gestão de estoque mais efetiva, alguns conhecimentos precisam ser  apresentados anteriormente. Ao ler esse texto, você será capaz de entender melhor o impacto de comprar a quantidade correta de produtos no seu negócio. Também será abordado a importância de priorizar certos produtos, como priorizá-los e como analisar os níveis de estoque. Dito isso, vamos à leitura.

Definir os tipos de compras é importante para que seja possível diferenciá-las e para demonstrar a importância de se comprar corretamente. Podemos definir quatro tipos de compra de material. São eles:

  • Emergência: feita às pressas, acaba sendo mais cara que uma transação tradicional. Não é ideal, uma vez que só ocorre devido a um planejamento de compras deficiente. Como, por exemplo a picanha de uma churrascaria for mais consumida do que o esperado durante a semana e acabar antes da sexta, a churrascaria vai ter que acionar uma compra de emergência para suprir a demanda que virá.
  •  
  • Especulativa: Como o nome sugere, o comprador aposta em altas ou baixas nos preços. Por ser uma “aposta”, os riscos inerentes também persistem. Por exemplo, supermercados compram frutas antecipadamente visando a época de colheita das suas respectivas safras.
  •  
  • Contratada: É aquela que prevê um contrato antecipado para adquirir determinados materiais em épocas específicas. Os supermercados fazem a gestão de estoque dos ovos de páscoa através desse método.
  •  
  • Antecipada: De acordo com um planejamento pré-estabelecido, ela é feita para suprir uma rigorosa previsão de vendas. Levando em consideração a previsão do aumento de vendas de peru no final do ano, o supermercado encomenda com antecedência, a quantidade que suprirá suas previsões.

Como devo comprar?

Uma vez definidos os métodos de compra, passamos para um próximo estágio da Gestão de Estoque: o  quanto deverá ser comprado. O LEC (Lote Econômico de Compra) define o quanto de um material deve ser comprado levando em consideração o preço médio, o consumo do material em quantidade de tempo pré-estabelecida, o custo de emitir um pedido e o custo de mantê-lo em estoque.

O LEC pode ser definido através de alguns métodos específicos:

  • Método prático: Utilizando preferencialmente uma tabela, com todos os custos expostos, se calcula-se o lote econômico de compra ideal através de testes com quantidades pré-determinadas. Também é levado em consideração a redução do preço médio por unidade do material, que tende a diminuir conforme o volume. Os testes podem variar desde quanto é consumido em uma quinzena até quanto é consumido no ano inteiro.
  •  
  • Método analítico: Consiste em um cálculo que se faz através de uma fórmula já pronta. Essa fórmula leva em consideração a demanda atual pelo material, o estoque médio, a taxa de armazenamento, o ponto de pedido e o preço médio unitário. Esse método permite que seja calculado com precisão a quantidade de deve ser comprada de acordo com a situação atual do estoque. Caso queira saber um pouco mais sobre o assunto, clique aqui.
  •  
  • Métodos empíricos: Parte muito da experiência do gestor. Segue um padrão em que o gestor, possuindo conhecimento ou uma ideia do consumo médio, multiplica esse valor pelo intervalo de ressuprimento. Em outras palavras, o gestor consegue um valor aproximado do que deve ser comprado, mas por outro lado, as primeiras compras tendem a ter resultados negativos.
  •  
  • MRP (Materials Requirement Planning): A quantidade comprada depende das necessidades por materiais específicos. Acontece quando definimos quanto queremos produzir e analisamos quanto de material devemos comprar para efetuar a sua produção. Se tivermos 200 unidades em estoque e forem necessários 1000 unidades, compramos 800 unidades.

Quanto devo comprar?

Antes de nos aprofundarmos um pouco mais sobre o LEC, precisamos explicar alguns conceitos que serão utilizados, por exemplo, como estoque mínimo, estoque máximo e consumo médio.

  • O estoque mínimo é uma quantidade de material reservada com o intuito de cobrir a as necessidades da produção em casos de eventual atraso nas entregas.
  •  
  • O estoque máximo, como o nome sugere, é a quantidade de material máxima que o estoque deve ter.
  •  
  • O consumo médio define o quanto é gasto de um material em um determinado período de tempo. Geralmente, se utiliza um mês, mas não é obrigatório.

O Lote econômico de compras deve contemplar o tempo de reposição do material requerido, ou seja, o tempo que o fornecedor leva para efetuar a entrega do material. Em uma situação hipotética e ideal, onde não existiriam atrasos de entrega por parte dos fornecedores, o estoque deveria consistir em estoque mínimo e o consumo médio, atingindo assim, o nível de estoque máximo. 

A otimização desses fatores é de suma importância, visto que eles afetam diretamente a rentabilidade das empresas ao resultarem em um capital de giro maior e mais previsível. Além disso, também deve-se levar em consideração o espaço físico disponível. Quanto maior forem os lotes comprados, maior será o espaço que deverá ser alocado para recepcionar o material adquirido.

Ao otimizar a periodicidade e os tamanhos dos lotes, é possível também reduzir o espaço físico alocado para o estoque. Menos custos, mais eficiência e praticidade.

Classificação de produtos do estoque

Não é incomum que empresas tenham diversos produtos que devam ser gerenciados. Por isso, devemos dar prioridade à produtos de validade curta além de definir, por meio de uma análise de representatividade do faturamento, quais produtos são os mais importantes. 

Curva ABC

A curva ABC é um método de classificação que é baseado no Diagrama de Pareto. Segundo o economista, Vilfredo Pareto, 80% das riquezas produzidas ficam nas mãos de 20% da população. O diagrama de Pareto pode ser aplicado em diversas situações e fornece múltiplas interpretações, como a de Joseph Moses Juran. Sua interpretação diz que 80% dos problemas vem de 20% das causas. Juran, desenvolveu a curva ABC para atribuir às situações, seu grau de importância e definir prioridades. Esse conceito de classificação também pode ser aplicado na gestão de estoque, de modo que definiremos os produtos da seguinte maneira:

  • Produtos “Classe A”: São definidos assim de 10% a 20% dos principais materiais que representam a maior quantia do valor vendido, representando cerca de 70% a 80% do valor total.
  •  
  • Produtos “Classe B”: Constituem de 20% a 30% dos principais materiais após os produtos definidos como “Classe A” e que representam de 15% a 20% do valor total.
  •  
  • Produtos “Classe C”: Representam apenas 5% do valor total vendido e são responsáveis por 60 a 70% dos produtos em estoque.

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Classificando de acordo com a criticidade e curva ABC

Após classificarmos os produtos por classes, ainda se faz necessário definir quais produtos “Classe C” são imprescindíveis para o funcionamento da empresa. Essa classificação pode ser feita definindo a criticidade do produtos. A classificação por criticidade define os produtos em: “Z”, “Y” e “X”.

Irão existir produtos em estoque que talvez nem sejam comercializados pela empresa mas são vitais para seu funcionamento. Para visualizar, imagine uma fábrica que produza estruturas de aço para construção civil. Devido às dimensões da fábrica, só existe uma linha de produção. O maquinário comprado é alemão e as peças demoram duas semanas para chegar se um pedido de urgência for emitido. Caso essas peças quebrem e não existam outras em estoque, a produção ficará parada por duas semanas. Portanto, possui essa peça “reserva” é importantíssimo para que se possa ter uma Gestão de Estoque bem estruturada. A esse tipo de produto damos a classificação de “Material Z”.

Materiais “Y” seriam produtos menos críticos. São importantes, mas não chegam a parar a produção da empresa. Esse materiais têm como principal característica serem intercambiáveis, ou seja, podem substituir tanto os produtos “Z” como os “X”, caso não estejam em estoque.

Materiais “X”, são produtos menos importantes, que não fazem muita diferença se estiverem ou não no estoque.

A classificação por criticidade é diferente da curva ABC. As duas classificações podem ser usadas em conjunto ou separadamente. Afinal, esses conceitos são básicos e, portanto, podem e devem ser aprofundados de acordo com as necessidades e portes das empresas que pretendem aplicá-lo.

Conclusão

É inegável que a gestão do estoque é trabalhosa e que a sua fiscalização é crítica. Além disso, a perda de competitividade, o capital de giro volátil e o espaço físico limitado são bons motivos para começar a prestar atenção e desprender tempo para a organização do estoque e, consequentemente, deixar de perder dinheiro.

Em caso de qualquer dúvida sobre o tema, não hesite em falar conosco! Nossos consultores estarão a sua disposição!

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O que os Funcionários Esperam do Chefe?

O que vem na sua mente ao escutar a palavra “chefe”? Quais habilidades você acredita que são cruciais para que uma pessoa possa assumir um cargo de liderança dentro de uma organização? Muito se vem discutindo sobre o assunto e, caso você já ocupe uma posição mais estratégica dentro de alguma empresa ou deseje ocupar futuramente, é preciso estar atento em cada ponto abaixo! Vamos à leitura.

CONTEXTO

Historicamente, a palavra chefe sempre possuiu um peso negativo dentro do ambiente corporativo. O termo provoca lembranças estereotipadas do típico patrão muito exigente com os prazos de entrega e que raramente sabe reconhecer o bom trabalho de seus colaboradores. De fato, esse modelo de liderança existiu e ainda existe em diversas empresas e, por isso, um termo que deveria ser atrelado a alguém que sabe inspirar os seus subordinados permanece como algo negativo.

Por conta disso, e já pensando no futuro do mercado e todas as suas tendências, escrevemos esse conteúdo para que os atuais e futuros chefes saibam quais são os principais pontos que eles precisam se preocupar caso eles queiram construir um ambiente que estimule a produtividade dos funcionários e que contemple todos os stakeholders.

Elencamos 3 tópicos que precisam sempre estar na mente de todo superior.

1. É PREFERÍVEL MOTIVAR À OBRIGAR

Toda organização possui uma série de regras e diretrizes que devem ser seguidas. Isso é – e deve ser – padrão. Porém, existe uma diferença muito clara entre o impacto de uma regra e de um valor geral. Tentemos compreender com uma situação hipotética.

Todos os colaboradores de uma empresa precisam comparecer a um importante evento. Para garantir a presença de todos, o chefe informa que as pessoas que não forem irão receber uma determinada penalidade, de acordo com o tão citado documento de Normas da Empresa.

Essas “Normas da Empresa”, com regras do que deve ser feito e o que ocorrerá caso alguém não cumpra algum dos pontos, possui uma utilidade clara para diversas organizações e isso é inegável. Porém, as empresas que desejam se posicionar bem no mercado atual não precisam de funcionários que conseguem cumprir normas. Precisam de pessoas engajadas com o negócio.

Possuir uma espécie de “sistema de punição” para assegurar que o funcionário se fará presente nos assuntos da empresa se faz completamente desnecessário quando se estrutura um ambiente que engaja os funcionários a quererem estar presentes nos assuntos da organização.

Mudando o contexto do exemplo dado inicialmente, obtemos um cenário em que as pessoas que forem para o evento estarão lá porque desejam, o que irá melhorar o rendimento do próprio encontro. O foco deve ser dado a esse grupo.

Como chefe, é seu papel criar esse tipo de ambiente. Um ambiente com menos autoridade e mais engajamento. Segundo a Gallup, empresa americana responsável por diversas pesquisa de opinião, organizações com indivíduos emocionalmente comprometidos têm 147% mais ganhos por ações do que as demais.

Por isso, é muito importante que as autoridades comecem a perceber formas de fazer com que os seus funcionários abracem a ideia do negócio. Com certeza isso será um grande desafio, mas os resultados à longo prazo são inimagináveis.

2. O DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DO FUNCIONÁRIO É DE RESPONSABILIDADE DO CHEFE

Poucos são os chefes que compreendem o poder dessa frase, embora a lógica seja bastante óbvia. Os resultados de toda empresa dependem exclusivamente de pessoas. Até as empresas que lidam diretamente com máquinas e possuem poucos funcionários precisam dar a devida importância a isso.

Uma vez que paramos para refletir e enxergamos toda situação de modo funcional, nos tornamos capazes de compreender o porquê do chefe ter que se preocupar em desenvolver seus liderados.

É pura regra de três. Quanto mais capaz é o funcionário, mais resultado ele é capaz de entregar. Dessa forma, o chefe que apenas passa uma lista de atividades para os seus subordinados, sem se preocupar com a capacitação dos mesmos, precisa mudar essa realidade. E rápido.

Os impactos que ocorrem nas empresas que conseguem estruturar esse relacionamento de ganha-ganha entre autoridade e colaborador são enormes. A visão que a sua empresa passará para o mercado externo, a cultura de aprendizagem que surgirá dentro do ambiente de trabalho, a preferência que as pessoas darão a sua organização quando forem escolher onde trabalhar e tantos outros fatores farão com que se crie um cenário de desenvolvimento mais sustentável para o negócio.

 

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3. RECONHECER É IMPORTANTE

Dentro do ambiente corporativo, uma das principais dores sentidas pelos funcionários é a ausência de reconhecimento pelos seus trabalhos por parte das lideranças. Embora seja algo muito simples, muitos chefes não param um momento dos seus dias para elogiar alguma entrega dos seus funcionários e as consequências disso a nível organizacional são enormes.

Acredito que todas as pessoas conhecem a frustração de dar tudo de si em alguma determinada atividade e não ser minimamente reconhecido pela mesma. Por consequência, sentimo-nos desestimulados a realizar entregas com grande qualidade, perdemos os brilhos nos olhos para buscar tarefas de forma proativa e, por fim, quando já não sentimos que somos importantes para a empresa, não queremos permanecer na mesma.

Caso o chefe desejar formar uma equipe engajada, é preciso que ele se desprenda um pouco do seu tempo para encontrar as melhores formas para garantir uma cultura de reconhecimento dentro da organização. Para isso, existem algumas dicas que podem ser úteis:

a) Reconhecimento se dá em público

Quando se trata de feedbacks construtivos, é sempre indicado sentar individualmente com cada um dos subordinados. Porém, quando estamos falando de reconhecimentos, é bom repassá-los em momentos em que várias pessoas da empresa estão presentes. Não só o funcionário se sentirá mais contemplado, como também estimulará os outros a alcançarem maiores resultados.

b) Reconheça na hora

Os reconhecimentos devem ser dados o mais cedo possível. É preciso fazer com que os membros da empresa saibam que os seus trabalhos foram bons para se motivarem a entregar mais resultados. Por isso, garantir o reconhecimento com antecedência é crucial para formar um time engajado dentro da empresa.

Analise como ocorre atualmente na empresa que você faz parte: se o discurso de um reconhecimento começa com “Gostaria de parabenizar Lucas pela sua entrega de 2 semanas atrás” e, antes desse discurso, Lucas nunca soube que a sua entrega havia sido boa, tem algo errado nessa organização.

No fim, tudo gira em torno de garantir os reconhecimentos de todos seus liderados para garantir uma cultura de funcionários que se sintam mais parte da empresa e, consequentemente, possuam maiores desempenhos.

c) Seja específico

Ao dar um reconhecimento, é preciso ser muito específico. Nada de parabenizações vagas: cite o que foi feito e o porquê disso merecer ser parabenizado. Lembre-se que o foco é inspirar os outros funcionários a realizar boas entregas e, por isso, deve-se deixar claro o que é necessário para se receber um reconhecimento das lideranças.

Com todos esses pontos alinhados, obtêm-se um ambiente de trabalho que estimula a produtividade e, consequentemente, os resultados da organização.

CONCLUSÃO

É inegável que o ser humano depende de diversos estímulos para manter-se produtivo e engajado. O chefe precisa, cada vez mais, encontrar formas nítidas de fornecer esses estímulos e formar uma cultura que faça com que os funcionários se sintam felizes em ser parte da empresa.

É muito importante que se crie um relacionamento de confiança entre o time para que todos os pontos citados durante o texto aconteçam em um contexto que estimule e propague cada um deles. Afinal, antes de chefe, é preciso ser líder. São conceitos bem diferentes.

Deixe-nos saber o que você achou do texto! Seu feedback é muito importante para nós. Futuramente, traremos mais conteúdos voltados à liderança. Caso você já deseje ler um pouco mais sobre o tema, indicamos um outro conteúdo nosso chamado “Liderança e Gestão de Conflitos”. Para acessá-lo, basta clicar aqui.

“As melhores empresas para se trabalhar lembram sempre de uma coisa que não muda: as pessoas com quem trabalham sempre serão pessoas” – Robert Levering, co-fundador da Great Places to Work

 

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6. Curiosidades

O que Você Precisa Saber para Crescer no Setor Alimentício

Você possui um negócio no setor alimentício e não sabe como impulsionar os seus resultados? Você que abrir um negócio no setor mas ainda não sabe como? Se você respondeu sim para uma das duas perguntas, esse é o conteúdo certo para você!

CONTEXTO

O setor alimentício é um dos setores que não foram afetados intensamente pela crise econômica pela qual o Brasil passou nos últimos anos. Por isso, é considerado pelos economistas um mercado estável e alvo de muitos empreendedores que querem abrir uma nova empresa ou expandir seus negócios.

Esse mercado é muito competitivo e apresenta um alto nível de crescimento. Dados da Abia (Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação) indicam que o segmento food service vem crescendo de forma consistente, com uma taxa média de 14,7% ao ano. Esse dado mostra que mesmo com a crise econômica o mercado não para de crescer e empreendedores não param de investir no segmento.

Observando mais atentamente a cidade do Recife, podemos perceber que a mesma se consolidou ao longo dos anos como o terceiro polo gastronômico do Brasil, dado fornecido pela Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), atrás apenas de São Paulo e do Rio de Janeiro. A cidade é considerada um polo não somente pelo número de restaurantes e similares, mas também pelo qualidade dos restaurantes e pela diversidade de culinárias.

QUAIS FATORES DEVE-SE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO?

Por conta de tudo que foi dito, fica evidente de que entrar em um setor altamente competitivo e de alto crescimento como o alimentício não é uma tarefa simples. Saber posicionar sua marca em meio a tantos concorrentes, observar os anseios do seu público-alvo, entender os custos da sua produção e precificar o seu produto de forma correta são pontos extremamente importantes para fazer com que a sua empresa possa competir dentro desse nicho.

Se você está começando o seu negócio agora e deseja crescer cada vez mais no setor alimentício, fique atento nesses próximos pontos!

1) ENTENDA O SEU PÚBLICO-ALVO

Antes de saber a importância, é necessário que você empreendedor entenda o que é público-alvo. Público-alvo é um grupo específico de consumidores que apresentam alguma característica semelhante, seja renda, situação socioeconômica, aspecto cultural, local de moradia ou outras características.

A necessidade de um determinado público pode ser o gatilho para a construção de um negócio no setor alimentício. Por exemplo: alguém um dia raciocinou que um grupo de pessoas que trabalham por um longo período e que não possuem tempo de preparar sua alimentação, mas que tem preferência por comida saudável, estaria a comprar refeições saudáveis congeladas. Hoje, o mercado de refeições prontas se fortalece cada vez mais nas grandes cidades do Brasil.

O público-alvo pode ser também estabelecido de acordo com uma ideia já existente. Dessa forma, pesquisas são necessárias para identificar o perfil do seu público. Caso a ideia já exista e você ainda não possua um ponto comercial, será necessário buscar identificar o melhor local para abrir o seu negócio, levando-se em consideração onde o seu público-alvo reside ou trabalha.

Caso você não tenha uma ideia mas já tenha um ponto comercial, será necessário entender  qual o tipo de negócio se encaixaria com o perfil do público em que o seu ponto se encontra. Serão necessários alguns questionamentos para entender seu público e, com isso, construir o negócio ideal para essa determinada região.

Alguns pontos a serem questionados seriam:

  • Qual a faixa etária de frequentadores da área do seu futuro negócio;
  • Quanto essas pessoas estariam dispostas a pagar por uma refeição;
  • Quais são as características culturais em comum entre elas.

Outro fator a ser destacado é que, caso o seu empreendimento não vier apresentando crescimento ou esteja passando por um momento de estagnação de vendas, talvez deva-se analisar a possibilidade do seu público-alvo ter mudado ou, simplesmente, não se encaixar mais com o modelo proposto por seu estabelecimento ou produto comercializado!

Buscar entender seus consumidores e as alterações que apresentam ao longo do tempo se torna crucial para o crescimento do seu negócio, principalmente no setor alimentício, que é ligado diretamente aos gostos e vontades do público.

A importância do público-alvo se estabelece com os exemplos citados acima, pois através da identificação do seu público, você poderá:

  • Confirmar uma ideia;
  • Pensar em um novo modelo de negócios;
  • Traçar estratégias promocionais;
  • Precificar corretamente seu produto;
  • Estabelecer o produto certo a ser comercializado;
  • Fazer alterações e melhorias nos produtos que você já comercializa.

 

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2) POSICIONE A SUA MARCA NO MERCADO

Atualmente, o ato de se alimentar deixou de ser apenas uma necessidade fisiológica e passou a ser algo aliado ao prazer. O livro “O ato de se ‘alimentar’ como uma experiência de lazer no ambiente urbano: fast food versus slow food” traz o seguinte pensamento:

“Comer pode ser atividade lúdica, social, de entretenimento ou de preservação da saúde. Mas também pode ser um modo de ser, um modo de evidência de crenças, um modo de visibilidade da origem de classe e de disposição econômica”.

Dessa forma, os empresários enxergam cada vez mais a possibilidade de inovar de acordo com as necessidades do seu público consumidor, aliando os seus produtos e serviços nesse ramo não só a uma necessidade, mas também a um entretenimento para os seus clientes.

Porém, para inovar em um mercado tão competitivo e utilizar todo o potencial citado acima, é necessário que você observe e analise o pedido do seu consumidor, o que está em alta no mercado e as tendências futuras. Fazer essa análise se torna algo imprescindível para apostar na abertura e expansão de um empreendimento na área de food-service e inovar no mercado alimentício.

Você  não deve se ater apenas ao tipo de alimento que será servido no seu estabelecimento, mas também à experiência que o seu alimento, o seu serviço e o seu estabelecimento trarão ao seu público.

Um plano de marketing se torna altamente necessário no cenário competitivo atual, para entender o perfil do seu público alvo, os seus anseios, o que eles esperam da sua empresa e como atingi-los da melhor forma, proporcionando a experiência que eles desejam. Dessa forma, posicionando sua marca no mercado, torna-se possível gerar valor para o seu negócio e construir um diferencial perante à concorrência.

3) ANALISE OS CUSTOS PARA PRECIFICAR O SEU PRODUTO E O SEU SERVIÇO

Uma análise de custos bem feita possibilita escolher o melhor método para a formação do preço dos produtos a serem comercializados. Segundo o IBRACON (Instituto Brasileiro de Contadores), a definição do preço de venda do produto exerce função essencial para as empresas atuais, pois consiste em um dos fatores primordiais no planejamento empresarial, principalmente em meio a uma economia de contínuas mudanças.

Sem a análise de custos, a sua empresa fica impossibilitada de planejar um futuro com exatidão uma vez que você gestor necessita de dados contábeis para estabelecer metas e, ao mesmo tempo, entender até onde é possível chegar e o que se pode alcançar com o que se está produzindo. Dessa forma, a empresa é capaz de se tornar competitiva mesmo em um mercado tão extenso como o alimentício.

Para Roberto Assef, autor do livro Guia prático de formação de preços, a correta formação de preço é fundamental para a sobrevivência das empresas, bem como seu crescimento, independente do seu porte ou setor que está inserido. Para ele, somente usando uma política correta de formação de preço, as empresas conseguiriam alcançar os objetivos de lucro, suas metas, seu desenvolvimento geral, o desenvolvimento de seus funcionários e outras melhorias.

Contudo, lembre-se: uma política de preços eficiente não está ligada a preços altos ou baixos demais. É necessária uma análise do mercado em que a empresa está inserida, uma análise de custos da empresa, bem como  uma análise do equilíbrio operacional e do retorno esperado pelos empreendedores.

CONCLUSÃO

Se o seu desejo for trazer crescimento para sua empresa dentro do setor alimentício, é necessário observar o desejo do seu consumidor e o que ele espera da sua empresa. Depois de entender e compreender o seu cliente faça um levantamento comparando o preço do seu produto e o valor que o seu consumidor final é capaz de pagar por ele. Essa equação não deverá nunca pesar para um dos lados: o equilíbrio é essencial para se manter vivo nesse setor de alta competitividade.

No final, você só será capaz de crescer dentro do setor alimentício ao entender muito bem essa relação e saber tirar o melhor proveito dela. Em caso de qualquer dúvida, não exite em conversar com os nossos consultores! Eles estarão à sua disposição.

 

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