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Marketing e Vendas

Como vender pela internet: guia rápido para ter resultados online

Entender como vender pela internet é um dos principais desafios de muitas empresas.

O mercado se digitalizou, seus consumidores estão agora comprando mais pelo celular, computador, tablet e muitos ainda não sabem como posicionar sua empresa no ambiente online.

Por isso, pensamos em trazer um guia rápido para você começar a dar os primeiros passos no ambiente online aprender a como vender pela internet.

Então, quer começar a ter resultados online e garantir uma presença consistente da sua empresa na internet? Continue lendo.

1. Tenha um site funcional

O primeiro passo para entender como vender pela internet é saber como ter um site que solucione todas as necessidades do seu cliente e garanta para ele uma excelente experiência.

Atualmente, existem muitas ferramentas que possibilitam que a sua empresa crie um e-commerce com uma plataforma simples, segura, intuitiva e que garanta todas as funcionalidades necessárias para que o seu cliente tenha uma experiência e realize a compra do seu produto.

Algumas ferramentas de e-commerce, bastante conhecidas no mercado, que podem te auxiliar na construção de sua loja virtual são:

  • Nuvemshop;
  • Vtex;
  • Linx Commerce;
  • Tray;
  • Wix;
  • Loja Integrada.

Essas são apenas algumas das mais utilizadas no mercado, mas existem várias outras que podem te ajudar a construir o seu e-commerce iniciar as suas vendas online.

Ao construir, lembre de garantir uma excelente experiência para os seus usuários que se tornaram clientes.

Isso deve ser feito desde a definição do layout da plataforma até a disponibilidade de informações e produtos oferecidos.

Os clientes precisam estar encantados em todos os pontos de contato para avançarem na jornada de compra e concluir a compra do seu produto.

2. Seja uma empresa multicanal

É imprescindível que você estabeleça uma comunicação que vá além de um site com a loja virtual.

Você precisa estabelecer uma comunicação nas redes sociais para direcionar a demanda para o site e também vender por lá.

Por isso, ter um bom posicionamento nos mais diversos canais de comunicação podem não fazer com que o cliente compre de imediato, mas irá contribuir para que ele avance na jornada de compra.

Por isso, invista em uma estratégia multicanal para conquistar visibilidade e autoridade de marca.

Atualmente, redes sociais como o Facebook e o Instagram possui uma loja integrada, onde você pode estabelecer suas vendas e gerenciar pelo seu site ou até mesmo pela própria rede social.

Que permite integração com outras ferramentas de pagamento que podem te auxiliar nesse processo.

Além disso, podemos também habilitar a opção de shopping no próprio Google.

Mas, para deixar mais claro como funcionam esses canais para você aprender de fato como vender pela internet, vamos explicar cada um.

Vamos lá?

Google Shopping

google shopping

Com a loja no Google, você vai conseguir alcançar um público ainda maior.

As pessoas que pesquisarem pelo produto que você está oferecendo vão ver no Google Shopping, então não necessariamente ela precisa conhecer a sua empresa.

A vantagem disso é que você consegue uma maior visibilidade da sua marca também.

Mas, é importante ressaltar que, caso muitas empresas ofereçam o seu produto, vai ser difícil conseguir uma boa posição no Google, por isso é importante investir em patrocinado.

Para se diferenciar com o anúncio no Google Shopping e alcançar a primeira posição, trouxemos algumas dicas para te ajudar, são elas:

  • Realize uma descrição bem detalhada de todos os seus produtos que estão sendo anunciado;
  • Faça a nomeação correta de todos os seus produtos;
  • Informe qual o seu site corretamente e coloque sempre os links para ele;
  • Adicione a URL nas imagens dos seus produtos;
  • Estabeleça uma categoria para cada um dos seus produtos;
  • Ofereça aos seus potenciais clientes mais opções de pagamento, isso também vai te ajudar a facilitar a decisão de compra;
  • Informe todos os produtos que tem preços promocionais;
  • Estabeleça datas limites de exibição dos produtos.

Essas dicas vão te ajudar a conquistar uma boa posição e fazer com que as suas vendas sejam ainda mais potencializadas.

Além disso, você pode realizar o patrocínio de alguns anúncios para que apareçam para o seu consumidor em outros canais de comunicação de acordo com o seu perfil de compra e o que foi pesquisado por ele.

Isso vai te ajudar a definir estratégias assertivas com campanhas segmentadas para determinado público com seu produto.

Instagram Shopping

instagram shopping

Já no Instagram Shopping permite a marcação de seus produtos nas publicações.

Funciona de a mesma forma como marcar um amigo em uma foto, só que em uma nova aba, chamada “Comprar.”

Fazendo isso, você vai conseguir tornar o processo de compra mais simples reduzindo esforço do usuário ao optar por seu produto.

Para já começar a anunciar os seus produtos no Instagram Shopping, você precisa seguir algumas regras, que são:

  • Apenas os produtos físicos podem ser vendidos na loja virtual;
  • O recurso possui uma política com os termos de uso que deve ser seguida, você precisa estar de acordo com todos os pontos. Para acessar, basta clicar aqui;
  • A sua conta no Instagram precisa ser Comercial para conseguir instalar o Instagram Shopping;
  • Essa conta do Instagram precisa estar associada à Página do Facebook da sua loja.
  • Para ativar a loja, você precisa ter pelo menos 9 postagens publicadas no Instagram.

Seguindo todos esses critérios elencados, você vai poder instalar sua loja no Instagram Shopping.

Depois você só precisa seguir algumas instruções para efetivar a criação da sua loja e começar usar esse recurso para vender pela internet.

Facebook Marketplace

facebook marketplace

O principal diferencial do Facebook é a facilidade em cadastrar os seus produtos, diferente de muitas outras plataformas.

Para criar, você só precisa ter uma página da sua loja no Facebook, habilitar o recurso de Loja e cadastrar cada um dos seus produtos.

Caso você já tenha o site criado, você pode tentar seguir o processo de importação desses produtos, isso vai ajudar bastante na implementação caso você tenha muitos produtos para serem cadastrados.

No cadastro do produto na Loja do Facebook de sua página, as principais informações que você vai precisar disponibilizar vão ser as seguintes:

  • O nome de seu produto;
  • Preço;
  • Localização;
  • Categoria;
  • Descrição;
  • Fotos.

Muito simples, não é mesmo?

Agora você precisa se preocupar como o Facebook julga a relevância dos anúncios.

Alguns critérios que são levados em consideração pelo Facebook são:

  • Novidade: Produtos que acabaram de ser registrados costumam aparecer em destaque;
  • Cliques e Perguntas: Anúncios que tem um maior engajamento por parte dos usuários;
  • Localização: O Facebook leva em consideração a geolocalização para ligar pessoas próximas.

Para habilitar esses recursos, você pode acessar esse conteúdo que explica detalhadamente todos os passos para a instalação da loja no Facebook, Instagram e no próprio Google. Para acessar, basta clicar aqui.

Agora que você entendeu os principais canais mais acessíveis para começar, entender como vender pela internet ficou mais simples.

Porém, ainda precisamos falar de outro tópico importante. Vamos ver?

3. Garanta uma boa logística e distribuição

Antes de começar a pensar em como vender pela internet, precisamos entender como a logística da sua empresa funcionará.

A logística e distribuição é um dos pontos mais imprescindíveis no processo de venda dos produtos, pois tem um impacto direto na satisfação do cliente.

Você certamente já teve uma experiência muito negativa com isso, seja pedindo uma comida ou comprando um produto que você espera que chegue rápido até você e isso não ocorre.

Recordou de alguma situação agora, não é? Então você sabe bem do que estamos falando.

A logística e distribuição é muito relativa ao produto e a região que você vende.

Escolha mais de um fornecedor

Temos muitos fornecedores no mercado que atendem todas as regiões do país e entrega diversos tipos de produtos.

Mas, infelizmente não conseguem garantir uma agilidade e efetividade na entrega.

O recomendado é que você tenha mais de um fornecedor que atenda sua demanda da melhor maneira possível.

Para isso, você precisa dedicar tempo de pesquisa de fornecedor e estudo das possibilidades.

Tenha alguém dedicado a logística

Além disso, é muito importante que você tenha alguém na equipe para direcionar os esforços para este processo de logística e distribuição.

Assim você vai garantir uma boa experiência dos seus clientes e fazer que eles se tornem promotores de sua marca.

Supere as expectativas do seu cliente

Você deve atentar também a superação de expectativa, busque sempre estabelecer um prazo onde você saiba que consegue entregar antes disso.

Empresas como a Magazine Luiza e a Amazon fazem isso muito bem e conseguem proporcionar uma excelente experiência para todos os seus consumidores.

Com uma logística bem alinhada as expectativas dos seus clientes, certamente você terá sucesso na venda pela internet.

4. Invista em anúncios patrocinados

O investimento feito em anúncios patrocinados é proporcional ao seu resultado.

Quanto mais você puder investir, de maneira inteligente, você vai melhorar seus resultados.

Com uma boa estratégia de anúncios patrocinados, você vai conseguir chegar até a pessoa certa, no momento certo, no lugar ideal oferecendo o que ela precisa.

No entanto, na definição dos anúncios patrocinados, é importante atentar a definição do público que sua campanha será direcionada, ao conteúdo ou produto que ela oferece e ao objetivo do anúncio.

Nas redes sociais, os objetivos mais utilizados são:

  • Reconhecimento de marca;
  • Alcance;
  • Tráfego;
  • Envolvimento;
  • Instalações do aplicativo;
  • Visualizações do vídeo;
  • Geração de cadastros;
  • Mensagens;
  • Conversões;
  • Venda de catálogo;
  • Tráfego para o estabelecimento.

Escolha bem o seu objetivo na hora de definir sua campanha, mas se atente a relevância dos anúncios patrocinados também de topo de funil, que está mais associado ao posicionamento da marca, pois eles também são fundamentais para suas estratégias de vendas.

Muitos cometem o erro de tentar apenas vender, mas não vale só querer vender e não buscar posicionar sua marca para que os clientes se sintam atraídos por ela.

E quando falamos de posicionar a marca, a criação de conteúdo é uma das melhores estratégias para conquistar a confiança do seu consumidor.

Então vamos entender como isso pode ajudar em suas vendas?

5. Crie conteúdo relevante

O marketing de conteúdo é a base de uma boa estratégia de marketing, pois é por meio dele a sua organização vai conseguir educar o seu público e gerar interesse para que ele tome uma decisão positiva em relação ao seu produto/serviço.

Então, para entender como vender pela internet, precisamos entender como essa estratégia pode trazer resultados para seu negócio.

Segundo a pesquisa realizada pela Content Trends em 2019, empresas que adotam o marketing de conteúdo alcançam 1,3 vezes mais visitas em comparação com as que não fazem uso dele.

Além disso, as empresas que usam marketing de conteúdo também conseguem gerar 1,4 vezes mais leads que as empresas sem uma estratégia similar.

Então resultados não faltam com essa estratégia, concorda? Mas como começar a usar?

O primeiro grande passo a ser trabalhado antes de iniciar a produção de conteúdos, é definir a Buyer Persona, para que tudo que for produzido seja direcionado para pessoa certa, no momento certo.

E, tendo a persona definida, você precisará definir a jornada de compra dela.

Mas, o que é a jornada de compra?

Para entender melhor a jornada do cliente no consumo dos conteúdos, a Resultados digitais dividiu o marketing de conteúdo da seguinte forma:

jornada de compra

Para que sua loja virtual se torne ainda mais conhecida, você precisa produzir bastante conteúdo para aumentar sua visibilidade e agregar valor aos seus potenciais clientes.

Conclusão

Entender como vender pela internet pode ser um desafio para você e para muitas empresas.

Porém, para iniciar, precisamos dar o primeiro passo. E esperamos que essas dicas iniciais possam te ajudar a entrar nesse meio com o pé direito.

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Gestão Financeira

Controle Financeiro Empresarial: 7 passos para melhorar a saúde financeira

Todo gestor entende a importância de fazer um controle financeiro empresarial eficiente.

Esse controle, quando não acompanhado constantemente, tende a desorganização e geração de grandes problemas futuros.

O estudo Causa Mortis feito com as empresas pelo SEBRAE-SP, que revela quais as principais razões para o fracasso  e sucesso das empresas nos primeiros 5 anos revelou os seguintes dados:

  • 39% não sabiam qual era o capital de giro necessário para abrir o negócio
  • 50% não determinaram o valor do lucro pretendido
  • 42% não calcularam o nível de vendas para cobrir custos e gerar o lucro pretendido

Essas informações refletem o quão ineficiente é a gestão financeira das empresas, interferindo.

Portanto, no crescimento e desenvolvimento orgânico do negócio, pois ele não terá segurança sobre onde, quanto e quando aplicar seus recursos.

Mas, apesar dos inúmeros benefícios, uma gestão financeira empresarial eficiente pode ser um pouco complicada de ser implementada, principalmente em um cenário onde não tem pessoas específicas para a área.

Então, quer entender como ter um controle financeiro impecável em sua empresa e garantir uma saúde financeira melhor? Continue lendo.

O que é controle financeiro empresarial?

O Controle Financeiro Empresarial é um conjunto de ações realizados dentro do negócio com o objetivo de melhorar o gerenciamento dos resultados financeiros dele.

Todas as atividades que fazem parte da vida financeira, e impactam em seus dados, desde a parte dos responsáveis pela alimentação do fluxo de caixa até quem atua no planejamento financeiro anual do negócio, estão inseridas na definição de controle financeiro.

Qual a importância do controle financeiro para as empresas?

Para continuidade e crescimento do negócio, a saúde financeira do mesmo é fundamental.

A perda do controle das finanças podem levar a empresa à falência, por isso se faz necessária a sua estruturação.

Já sabia disso? E tem mais…

O controle financeiro empresarial pode servir como indicador de acompanhamento se as ações planejadas estão rendendo os resultados esperados, proporcionando ao gestor a oportunidade de otimizar e revisar os planos.

Com a devida alimentação dos dados, é possível fazer análises mês a mês que podem prever problemas, e assim o gestor pode antecipar soluções.

Por exemplo: devido ao maior prazo de pagamento dado aos clientes, o gestor verá, por meio da análise das finanças, que a receita prevista só entrará em caixa depois de um certo período.

Durante esse período ele deve evitar grandes compras com curto prazo de pagamento, ou pode negociar as aquisições com os fornecedores para serem pagas com um prazo maior, evitando, assim, prejuízos para o caixa da empresa.

Assim, um bom controle financeiro empresarial tem o papel fundamental na prevenção de possíveis problemas que podem afetar todo o negócio

Como fazer um controle financeiro empresarial eficiente?

Agora que explicamos a importância, listaremos os principais passos para que você possa implementar um bom controle financeiro na sua empresa.

Veja só como é feito:

1. Crie um fluxo de caixa preciso

Em definição, o fluxo de caixa são os registros das entradas e saídas da empresa em um determinado período (diário, semanal, mensal, bimestral, etc.).

Ele é o primeiro passo para um bom controle e planejamento financeiro.

Pois, por meio dele é possível compreender a capacidade de lucro do negócio, e basear o restante das ações de gestão financeira.

Interessante não é? E tem mais

Alimentando os fluxos de caixa, de forma correta e contínua, é possível fazer previsões de quanto irá receber e pagar nas próximas semanas e nos próximos meses, e assim, será possível organizar a necessidade de capital.

Não se preocupe, caso não tenha domínio de planilhas ou sistemas de gestão, temos um modelo pronto de fluxo de caixa que vai te ajudar nesse controle.

super planilha de fluxo de caixaPowered by Rock Convert

2. Separe seus gastos dos da empresa

É fundamental separar os gastos da empresa dos gastos pessoais, e é preciso de muita atenção para haver um controle assertivo das finanças.

O ideal é que haja uma programação de forma que os custos da vida particular não se misturem com as despesas do negócio.

Pois, caso isso aconteça, os lucros da empresa podem não ser suficientes.

Mas, calma, tem como controlar isso. Veja abaixo.

Para um melhor controle financeiro empresarial, é importante separar uma porcentagem dos rendimentos da empresa para os gastos particulares, e respeitar esse limite, para evitar grandes prejuízos.

4. Precifique os produtos da forma correta

Precificar o produto ou serviço da maneira adequada, é um bom meio para otimizar controle financeiro empresarial.

Muitos gestores comentem erros no processo de precificação pelo simples fato de não considerarem todos os fatores que impactam no cálculo do preço final do produto serviço.

Mas por qual razão isso acontece?

Dentro desses fatores existem desde os custos fixos e diretamente relacionados ao processo de produção ou aquisição, a custos variáveis como taxa de envio e armazenamento.

Por isso, não considerá-los, pode levar as empresas a terem mais despesas do que lucro.

E mesmo que o produto tenha um alto volume de vendas, sempre vai haver um desequilíbrio, gerando dificuldades para quem fará o controle financeiro na empresa.

5. Faça projeções a longo prazo

Fazer o planejamento das finanças a longo prazo é uma ação que faz parte de um bom controle financeiro.

Pois, essa prática permite que o gestor visualize a médio e longo prazo qual será a situação da empresa e quais as melhores decisões a serem tomadas, diante dos cenários analisados, evitando, assim, problemas com o capital de giro futuramente.

As projeções são muito importantes para que todas as despesas sejam planejadas de acordo com a realidade da empresa e para ajustar as finanças caso surja algum imprevisto que afete negativamente o seu controle financeiro.

6. Deixe de lado o papel, use o digital

O uso da tecnologia irá otimizar a rotina financeira dos gestores.

Pois ele consegue automatizar várias etapas do processo, trazendo maior celeridade e eficiência para o controle das informações.

Mas eu já uso planilhas para esse controle. Devo continuar?

A utilização de planilhas para a gestão das finanças é válida. Porém, após um período, a atualização se tornará cansativa e tomará muito tempo dos gestores.

Hoje, no mercado, existem softwares pagos e gratuitos que podem suprir sua demanda, dependendo da realidade da empresa.

Além disso, esses softwares geralmente possuem a função de já calcular os indicadores de desempenho financeiro, e alguns até geram relatórios, que facilitam ainda mais a rotina do gestor.

7. Estabeleça um rito de controle

Independente da quantidade de processos implementados, é fundamental que a empresa tenha uma rotina financeira bem estabelecida.

Ou seja, que sejam definidos responsáveis para cada atividade, que os prazos sejam respeitados e que os processos estejam claros para todo o time.

Essa organização vai favorecer todos os envolvidos com o processo, além de facilitar a melhoria contínua dele.

Concluindo

Quando o negócio está iniciando, é o período mais complicado para fazer o controle.

Pois, ainda não há padrões de despesas e receitas, e quando se faz o controle financeiro apenas quando a empresa está com uma maturidade maior, há dificuldade na implementação.

Portanto, a melhor estratégia, é ter o cuidado com a saúde financeira desde o seu início, para que o hábito seja criado, e todos tenham ciência da importância.

Uma empresa com uma rotina financeira bem definida, terá maiores chances de crescer de forma orgânica, saudável e preparada para qualquer cenário.

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Gestão Financeira

Como fazer o cálculo de hora extra dos seus funcionários

Um dos principais desafios no que se refere a elaboração do contrato de trabalho, é a definição da jornada dos colaboradores.

Todavia, há muitos casos onde a carga horária não é suficiente para entregar todas as demandas da empresa, abrindo espaço para horas extras a jornada dos funcionários.

Essas horas extras são calculadas, caso esse limite seja superado, considerando que de acordo com a lei, essas horas a mais devem ser remuneradas com valor superior à hora normal.

Por isso, neste post, você aprenderá tudo que precisa saber para fazer o cálculo de hora extra da forma correta para o seu negócio.

Então, quer entender como fazer o cálculo de hora extra e evitar problemas trabalhistas? Continue lendo.

Primeiro, o que é hora extra?

As horas extras consistem em todo período de trabalho que excede a jornada de trabalho acordada em contrato com o funcionário.

O artigo 59 da CLT afirma que:

“Art. 59 – A duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não excedente de 2 (duas), mediante acordo escrito entre empregador e empregado, ou mediante contrato coletivo de trabalho.”

Esse conceito ressalta a importância do alinhamento formal dessas condições entre empregador e empregado, antes de o regime ser adotado.

Quem tem direito a receber horas extras?

Para verificar essa questão, você pode recorrer à lei, pois ela trata de forma clara desse assunto.

De acordo com a Constituição Federal, todo empregado que seja contratado pelo regime de CLT, tem direito ao pagamento de horas extras, com acréscimo de, pelo menos, 50%, e em domingos ou feriados a remuneração deverá ser o dobro.

Para adotar esse regime, é necessário que seja feito um acordo individual ou coletivo de trabalho com os interessados.

Também é importante frisar que, o valor pago pelas horas extras reflete em outras despesas de pessoal como férias, FGTS, décimo terceiro salário, entre outras.

Portanto, é fundamental que o cálculo seja bem feito, para que não haja erros na quitação das despesas citadas.

Como fazer o cálculo de hora extra?

Agora que entendemos um pouco sobre o conceito e a quem se aplica o regime de horas extras, vamos entender como calcular elas com um passo a passo claro que montamos.

Passo 1: Calcule o valor da hora de trabalho comum

Antes de fazer o cálculo de hora extra, é fundamental entender qual o preço da hora trabalhada.

Considerando que todo colaborador é remunerado pela quantidade de horas trabalhadas durante um mês, até mesmo os que recebem um salário fixo.

E o valor da hora comum é o resultado da divisão do valor fixo recebido pela quantidade de horas trabalhadas/mês.

Exemplo: Um colaborador recebe R$2.200,00 por mês, e trabalha no regime de 220 horas mensais.

O cálculo poderia ser feito da seguinte forma:

  • R$2.200,00 / R$220,00 = R$10 por cada hora de serviço.

Com esse cálculo, você saberá o valor da hora comum, e poderá fazer o cálculo de hora extra dos seus funcionários.

Vamos lá entender como?

Passo 2: Calcule o valor da hora extra

Para fazer o cálculo de hora extra do colaborador, é preciso atentar-se ao valor do acréscimo que o é assegurado por direito, pois, o valor pode variar de acordo com o dia da semana referido.

Os valores podem ser alterados de acordo com a convenção coletiva ou acordo individual feito, devendo o gestor ficar atento a essas variações.

Existe o acréscimo de:

  • 50% para os dias de segunda a sábado;
  • 100% para domingos e feriados;
  • Cálculo de hora extra noturna (adicional noturno).

Abaixo, mostramos como cada um é feito. Acompanhe!

Hora extra 50% (segunda a sábado)

Utilizando o mesmo exemplo anterior, suponha que o colaborador tenha trabalhado seis horas no sábado, e assim terá um acréscimo de 50% sobre a hora comum.

Sabendo que o valor da hora comum é R$10,00, será necessário multiplicar esse valor por 1,5.

Formulando o seguinte cálculo:

  • Hora extra (50%) = R$10,00 x 1,5 = R$15,00

Assim, para saber qual valor será acrescido ao salário, basta multiplicar o valor da hora extra 50% pelas horas trabalhadas.

Definindo o seguinte cálculo, caso o colaborador trabalhe por 6 horas:

  • 6 horas x R$15 = 90,00

Logo no final do mês, será acrescido ao salário do colaborador R$90,00, totalizando R$2.290,00.

Hora extra 100% (domingos e feriados)

Esse tipo de hora extra é aplicado para aos domingos e feriados, e considerando o exemplo anterior, suponha-se que o colaborador realizou 8 horas extras em um feriado.

E então será multiplicada a hora comum por dois, como demonstrado no cálculo abaixo:

  • Hora extra (100%) = R$10,00 x 2 = R$20,00

Como o funcionário trabalhou oito horas, o cálculo será definido da seguinte forma:

  • 8 horas x R$20,00 = R$160,00

Nesse caso, no final do mês, será acrescido ao salário do colaborador R$160,00, totalizando R$2.360,00.

Hora extra noturna

O adicional noturno é um direito concedido aos colaboradores que exercem suas atividades no período noturno, por considerar o maior desgaste físico que é causado ao corpo humano.

Porém, para o seu cálculo é necessário saber quando começa e termina a hora noturna.

Pois o adicional só é válido para aqueles que trabalham entre o período das 22 horas até 05 horas da manhã.

Então, todos os colaboradores que trabalham à noite recebem o valor da hora trabalhada acrescido de 20%.

Para calcular o valor da hora extra com adicional noturno, pode-se considerar 20% sobre o valor da hora extra comum que foi acrescida de 50%.

Vale ressaltar que não se deve somar os dois percentuais e aplicar 70% na hora comum.

Ainda seguindo o exemplo anterior, supondo que o colaborador passou a trabalhar à noite, veja como se dará o cálculo

  • Hora extra noturna: R$15,00 x 1,2 = R$18,00

Assim, o valor do adicional noturno com a hora extra será de R$18,00.

Em um caso onde o funcionário trabalhou 9 horas extras durante o período noturno, temos o seguinte cálculo:

  • 9 horas x R$18,00 = R$162,00

Nesse caso, no final do mês, será acrescido ao salário do colaborador R$162,00, totalizando R$2.362,00.

Conclusão

O cálculo de hora extra quando feito corretamente dá uma maior segurança ao gestor no momento de que ele está cumprindo a legislação e pagando o que é devido ao colaborador.

Garantir um ambiente de trabalho ético e responsável é fundamental para sua equipe e para a imagem da empresa.

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Gestão Financeira

Como achar o empréstimo ideal para sua empresa?

Você está precisando de um empréstimo para sua empresa e não sabe qual é o ideal para o objetivo do seu negócio?

Relaxa. Hoje vamos te apresentar os principais empréstimos para empresas que existem no mercado e como cada um pode servir para cada objetivo.

Se interessou? Continue lendo.

O que são os empréstimos para empresas?

São “contratos” feitos entre uma instituição/pessoa e uma empresa a fim de fornecer uma quantia em troca de algo.

No direito diz-se que um emrpéstimo é um contrato em que uma das partes recebe, para usar ou utilizar, algo, que deve ser restituído, ou dado outro em mesmo gênero, quantidade e qualidade, após um determinado tempo

Quais são algumas opções de empréstimos para empresas?

BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social)

O BNDES foi criado exatamente para ajudar as empresas.

Por isso, ele oferece crédito para os microempreendedores que precisam daquele dinheiro inicial para um empreendimento ou ideia.

Além de também apoiarem os empreendedores que querem investir ou expandir nos seus negócios já funcionais.

Sócio Investidor

O sócio investidor “compra” parte da empresa. A empresa recebe uma quantia para investir nos seus negócios e crescer,  enquanto o investidor espera para receber um retorno futuro.

É uma situação mais delicada, pois se lida com um novo sócio na empresa, uma pessoa que pode ter gostos e pensamentos diferentes da cultura da empresa.

Contudo, também pode ser uma opção boa de empréstimos para empresas, visto que pode trazer dinheiro e novas ideias para o negócio.

Investidor-anjo

É quem realiza empréstimos para empresas, buscando apoiar o crescimento do empreendimento e, consequentemente, lucrar com ele no futuro.

Quase sempre o Investidor-Anjo se apaixona por uma ideia ou inovação e coloca seu dinheiro lá para ver isso sair do papel.

Esse tipo de crédito foi regulamentado em julho de 2017, com a Lei Complementar 155/2016.

O que foi determinado pela lei é que o investidor-anjo possar investir apenas entre R$ 50 mil a R$ 600 mil em microempresas e pequenas empresas.

Diferentemente do investimento como sócio investidor, esse tipo de investimento não configura como sócio e oferece um retorno de 50% dos lucros, durante os 5 primeiros anos.

Empréstimo Comercial

O empréstimo comercial é um dos meios mais comuns para conseguir crédito para empresas. Alguns bancos e financiadoras oferecem 2 tipos de empréstimo. São eles:

  • Empréstimo não garantido: não é preciso deixar nenhum bem como garantia. Porém, eles costumam ser mais difíceis de sair e possuem taxas mais elevadas.
  • Empréstimo garantido: é aquele que precisa de uma boa garantia em troca do empréstimo. Caso não efetue o pagamento, o credor pode pegar um bem no mesmo valor que foi emprestado.

Empréstimo de peer to peer (de pessoa para pessoa)

Apesar de ser pouco conhecida, essa modalidade vem crescendo cada vez mais qando se fala de empréstimos para empresas, com os avanços da internet.

No Empréstimo de peer to peer (de pessoa para pessoa) você busca um investidor por uma plataforma de empréstimo online e ele empresta um valor para investir no seu negócio.

Depois você precisa pagar o valor emprestado para o credor com taxas mais atraentes que as dos bancos tradicionais.

Antecipação de imposto de renda e de restituição do IR

A antecipação não compromete a renda mensal do usuário.

Por isso, é uma boa alternativa para saldar dívidas com juros mais caros sem que haja necessidade de cortar gastos, reordenar prioridades ou contar com um saldo bancário mais magro.

Contudo o dinheiro do 13º pode fazer falta na virada no ano, quando tradicionalmente aumenta o apelo ao consumo e os gastos com férias e presentes.

Nesta época, o indivíduo também arca com o pagamento de impostos como o IPVA e IPTU, além de matrículas e materiais escolares.

Enquanto isso, a restituição do IR rende um pouco mais que a Selic quando resgatada no seu devido tempo.

Isso não deixa de ser um benefício, com juros anuais na casa de dois dígitos.

Quem solicitar o dinheiro ao banco, por outro lado, pagará aos bancos até quatro vezes mais que a correção provida pelo governo.

Cooperativas de crédito

Em geral, as cooperativas fornecem empréstimos a taxas mais competitivas que aquelas praticadas pelos bancos.

A razão é uma só: por natureza, estas organizações não buscam o lucro, diferentemente dos bancos.

 Para participar, o interessado deve se enquadrar nas condições de admissão estabelecidas pelo grupo, normalmente ligadas ao exercício de uma determinada atividade profissional. 

Além disso, será necessário realizar um depósito inicial que funcionará como um ticket de entrada.

A regularidade desse aporte pode ser anual ou mensal, com volumes também variados.

O capital investido por todos os usuários forma o volume financeiro da cooperativa.

Parte desse dinheiro é disponibilizada aos associados mediante o pagamento de juros.

A outra parte é investida em títulos públicos. A cooperativa se sustenta com estas taxas, buscando sempre atingir um equilíbrio de compensação.

Isso significa que em um sistema perfeito, a renda proveniente destas duas fontes seria exatamente igual aos custos envolvidos na oferta de crédito aos participantes.

Como achar o empréstimo ideal?

1. Esgote todas as suas possibilidades

Antes de realmente efetivar um empréstimo eu tenho uma dica de amigo: esgote todas as suas possibilidades.

Venda coisas antigas, pegue um dinheiro na poupança, faça alguns negócios antes de se endividar.

Contudo, não peça dinheiro a amigos. Amigo não gosta de cobrar ou ser cobrado de uma amizade. Evite isso sempre.

2. Analise o tipo do seu empréstimo

Você precisa entender o por quê do seu empréstimo e colocar por escrito no papel. Isso vai te ajudar a mostrar às instituições financeiras exatamente o que quer.

Um emrpéstimo para comprar uma nova máquina é diferente de um empréstimo para pagar um funcionário.

3. Converse com os empreendedores da sua cidade

Ouça de quem faz empréstimos. 

Você precisa conversar com os empreendedores da sua cidade conhecendo suas histórias sobre empréstimos e descobrindo como são realmente as instituições financeiras que oferecem empréstimos para empresas.

4. Faça uma lista de todas as opções possíveis

Liste as organizações que fornecem empréstimos para empresas, sua taxas, prazo para pagamento, tratamento de clientes e a opinião dos empreendedores locais.

5. Visite as empresas e faça simulações

Não se deixe enganar na primeira oportunidade de pegar o dinheiro. Vá visitando as empresas e anotando. É uma grande decisão e merece muitos cuidados.

6. Escolha a opção do seu perfil

Escolha o que mais se encaixa com você e não apenas propostas genéricas.

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Marketing e Vendas

Cold Calling: passo a passo para garantir Cold Calls de resultado

Sua empresa já realiza uma prospecção ativa através de Cold Calling, mas ela não garante os resultados desejados? 

Talvez isso não esteja sendo feito da maneira certa!

Nesse conteúdo, você vai entender um pouco melhor sobre o Cold Calling 2.0 e como utilizar essa estratégia para potencializar os seus resultados em vendas.

Quer entender como fazer cold calls de resultados? Continue lendo.

O que é o Cold Calling?

O Cold Calling 2.0 surgiu justamente para substituir a ligação fria tradicional, que não geravam bons resultados e faziam com que os leads tivessem uma péssima experiência com a sua marca. 

O intuito aqui é fazer com que o primeiro contato entre sua empresa e um lead potencial seja o mais valioso, positivo e próximo possível.

Vamos abordar aqui o método presente no livro escrito por Aaron Ross, chamado Receita Previsível.

Pois, este livro foi considerado a evolução do Cold Calling tradicional. Por isso, caso ainda não tenha lido e deseje entender mais sobre o assunto, esta é uma leitura indispensável.

Agora, vamos te ajudar por meio de alguns passos, a maneira correta de fazer Cold Calling e conquistar mais leads.  

1. Tenha uma boa Inteligência Comercial

O ponto inicial de um bom Cold Calling é a uma Inteligência Comercial. 

Para que você consiga tornar a sua estratégia eficaz, você precisa garantir que os dados fornecidos são de fato qualificados e vão trazer as informações necessárias para que a prospecção seja feita.

Nesse caso, a Inteligência Comercial é o setor responsável por entender o mercado consumidor, fazer um estudo sobre os leads e conseguir as informações necessárias para que a prospecção seja realizada. 

Com uma boa Inteligência Comercial, a sua equipe de prospecção vai garantir excelentes resultados.

Algumas metodologias de qualificação de leads devem ser utilizadas pelo setor de Inteligência Comercial para que ele consiga criar as listas de prospecção.

2. Estabeleça um roteiro de ligação

O próximo passo é definir o seu roteiro de Cold Calling

Podemos garantir que, se tentar fazer as ligações sem um roteiro, você não vai conseguir estabelecer um padrão que permita a melhoria contínua do seu processo.

Por isso é importante que toda a equipe de prospecção participe da criação do roteiro de Cold Calling. 

Já que são eles que têm o contato direto com os leads e conseguem colher as boas práticas, lições e aprendizados de cada contato.

Após definir o processo de Cold Calling, garanta a melhoria contínua realizando reuniões do time de prospecção com determinada periodicidade para revisar o roteiro feito e conseguir aperfeiçoar ainda mais os seus processos de ligação.

3. Monte sua Matriz de Objeções

A Matriz de objeções nada mais é do que o compilado de todas as objeções dos clientes com planos de ação de como lidar com dada uma das objeções.

A metodologia entende que nem toda objeção é semelhante. Por isso, são dividas em categorias de objeções, que são elas:

  • Concepção errada – são as objeções relacionadas ao erro de qualificação e educação do lead;
  • Ceticismo – objeções geradas por falta de segurança e confiança do lead em relação a sua solução;
  • Real problema – essas objeções são as que ressaltam um ponto negativo de sua empresa;
  • Reclamação real – objeção que acontece quando o lead não teve uma boa experiência com sua empresa;
  • Deal breaker – essa objeção normalmente encerra a negociação porque se trata de cenários muito difíceis de se reverter.

Entenda melhor como funciona a Matriz de Objeções e reúna toda sua equipe de prospecção para construir a da sua empresa.

Pois, a percepção de todos é relevante para a construção, para que o levantamento contemple todas as objeções. 

Além disso, todo o time precisa estar alinhado sobre as objeções para que consigam, de maneira efetiva, evitar todas elas.

4. Estruture seu Fluxo de Cadência

A efetividade de uma venda se dá não apenas pela necessidade, mas sim pelo bom relacionamento realizando durante o período de negociação. 

Por isso, para que você consiga realizar um relacionamento efetivo, é importante montar o seu Fluxo de cadência.

O Fluxo de Cadência é a metodologia utilizada para estabelecer quais os pontos de contato serão feitos com os leads durante o período de negociação, também conhecidos como follow-ups.

Além disso, é importante que, na definição, considere outros canais de comunicação além das ligações.  

Uma pesquisa realizada pela HubSpot revela que 80% das vendas requerem até 5 follow ups para se concretizarem.

Com isso, podemos presumir que devem se estabelecer muitos pontos de contato para fazer com que os leads avancem na jornada de compra até tomar a decisão.

Por isso, na estruturação do seu fluxo de cadência, você deve considerar:

  • Quantidade de tentativas de contato;
  • Duração de um contato até o próximo;
  • Meios de comunicação que serão utilizados;
  • Espaçamento e conteúdo que serão abordados.

Um exemplo prático de fluxo de cadência pode ser esse abaixo:

exemplo de fluxo de cadência de cold calling
Imagem por Blog Leads2B

Nesse caso, ele é caracterizado por ser mais passivo, uma vez que espera mais ações feitas pelo cliente, como cliques nos e-mails enviados, para depois entrar em contato com ele.

Normalmente mais usados em empresas maiores que optam por uma estratégia de inbound marketing e têm uma venda mais complexa por causa do valor e tipo de produto/serviço.

5. Gere autoridade

Assim como todo tipo de negociação, o Cold Calling também exige de você realizar algumas e estabelecer uma postura que gere autoridade para que o lead tome uma decisão positiva em relação a sua proposta de solução.

Por isso, logo no início da ligação, você tem o desafio de conseguir cativar a pessoa para que ela tenha interesse no que está oferecendo e não sinta que é uma perda de tempo conversar contigo.

O ideal é que você chame a atenção do prospect citando uma possível dor que ele tenha (e que envolva o seu produto como solução) e gere autoridade mencionando alguns clientes que ele provavelmente conhece.

Além disso, você também deve conseguir gerar uma conexão com a pessoa para que ela se identifique e queira avançar na negociação. 

Para isso, o setor de Inteligência Comercial é importante para trazer as informações que necessárias para gerar essa conexão.

Conclusão

O Cold Calling ainda é sim uma estratégia muito utilizada e que vem trazendo resultados positivos para as empresas, mesmo em tempos de internet acessível a todos.

E, colocando tudo isso em prática, você certamente vai conseguir os melhores resultados com a prospecção por meio de Cold Calling. 

Mas vale ressaltar que é normal não conseguir garantir uma efetividade tão alta. Por isso, estimule o time a se manter motivado e estabeleça metas factíveis para que ele consiga se manter constante na entrega dos resultados.