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Competitividade empresarial: 7 dicas matadoras

Você tem preocupação com o futuro da sua empresa? Está sem alternativas para pôr em prática? Não se preocupe, a competitividade empresarial é isso. O primeiro passo para qualquer ação é conseguir enxergar o problema.

Depois disso, é necessária disciplina para assegurar que a teoria funcione na prática. A execução é tão importante quanto o planejamento.

Preparei essa lista com alguns planos de ação que podem ser de grande utilidade se postos em prática na sua empresa:

  • Conheça sua competição

Quem são meus principais concorrentes? Qual o perfil de cliente que atendo? Qual o potencial de crescimento do meu negócio? Se não conseguir responder essas perguntas, algo está errado.

Num mercado cada vez mais competitivo, o mínimo que se espera de uma organização que se preze, é a consciência do panorama instalado. É preciso compreender quais oportunidades a organização pode estar perdendo, quais as principais forças e pontos de melhoria e, principalmente, as grandes ameaças para a atuação da empresa perante o mercado.

Neste conteúdo apresentamos a análise SWOT, ferramenta que o auxiliará na visualização e solucionamento das dores de posicionamento da sua empresa. Em síntese, SWOT é um acrônimo em inglês, e significa S-Forças (Strenghts); W-Fraquezas (Weaknesses); O-Oportunidades (Opportunities) e T-Threats (Ameaças).

Não menos importante, é o domínio para com seu público alvo. Todo prestador de serviço deve ser um especialista que entenda as dores dos seus clientes e como solucioná-las. Além disso, entender novos desejos do mercado e percepções externas acerca do comportamento e hábito do consumidor é primordial para a renovação da estratégia empresarial. Para isso, o desenvolvimento de uma pesquisa de mercado é uma alternativa muito assertiva.

competitividade empresarial - busca de concorrentes

  • Análise de dados

Num mundo, mais do que nunca, vulnerável a mudanças repentinas, o valor da informação chega a ser inestimável. Por isso, ter uma base para compilar toda informação é essencial.

Alguns softwares mais elaborados são bem completos e podem agregar bastante, mas não descarte as planilhas, por mais que demandem um trabalho manual e, consequentemente, mais esforço, podem ser tão úteis e práticas para o objetivo final.

A ideia da análise de dados baseia-se na ideia de que a tomada de decisão tem maiores chances de ser assertiva quando se leva em consideração dados reais e não percepções e elementos imensuráveis. E, voltando à questão das mudanças repentinas, o alto volume de informação num curto espaço de tempo pode ser perigoso se a empresa não possuir um controle da informação e dos dados eficiente, o que ocasionará em disfunção na tomada de decisão eficiente.

O ideal é estruturar a gestão para o controle e monitoramento por indicadores, como por exemplo analisar o fluxo de caixa.

  • Tenha seus processos mapeados

É comum que as operações de uma empresa absorva muitos focos com o passar do tempo. Um mapeamento de processos permite que seja visualizada toda a operação empresarial, todo o ciclo de vida de um produto ou serviço.

É possível também, perceber quem são os responsáveis por cada atividade e, a partir disso, buscar pontos de melhoria para reduzir esforços desnecessários, deslocamentos muito esticados, desperdícios de recursos, entre outros. Preparamos aqui um infográfico sobre este tema!

  • Benchmarking e inovação

O termo inglês benchmark, em tradução direta, significa referência. Trata-se de uma tática empresarial utilizada para correção de falhas, melhorar comunicação dos colaboradores, enxergar erros e evitar novos.

Com o benchmarking é possível avaliar o passado, trabalhar com o presente e prever o futuro. Em síntese, é uma análise interna ou externa de oportunidades a serem exploradas, seja analisando concorrentes diretos ou não.

A ideia é averiguar o que de bom está sendo praticado pelo mercado.

Esta prática deve ser contínua e constante, e não pode ser encarada como um esforço pontual em um determinado período, nenhuma mudança considerável acontece da noite pro dia.

Além disso, é importante compreender que nem tudo que outra empresa faz irá funcionar em outra organização e, por isso, é imprescindível discernir o que é aplicável no cenário da sua organização.

A comparação entre produtos similares é natural e sempre irá acontecer, mesmo que de forma inconsciente. Por isso o benchmarking é importante, pois trata-se da estruturação de uma coisa que, querendo ou não, irá acontecer.

Uma estratégia interessante seria a criação de um setor exclusivamente dedicado à inovação e análises inteligentes de mercado, para que se formem especialistas que garantam o ciclo de renovação da organização.

  • Gestão de pessoas

No âmbito corporativo, o centro de tudo são as pessoas. Todo processo, a nível operacional, tático ou estratégico, depende de pessoas para ser executado. Um profissional desmotivado pode ser um elemento maléfico pois, além de provavelmente não cumprir com suas funções como deveria, contamina o resto da equipe.

Outro plano de ação é a realização de análises periódicas de habilidades dos colaboradores. É preciso que as pessoas certas estejam nos lugares certos.

Pode acontecer de um funcionário não estar rendendo bem em sua função atual, mas se, de repente, for realocado para outro setor, pode reverter o cenário. É mais interessante (por já estar alinhado com a cultura da empresa) e barato que se desenvolva talentos dentro da empresa do que buscar externamente.

Pesquisas de clima organizacional e avaliações de desempenho são outras ferramentas interessantes para o setor de gestão de pessoas da empresa.

Medir a satisfação e felicidade no trabalho é essencial, qualquer disfunção nesse indicador pode ser preocupante e acarretar em problemas nas demais áreas. Já as avaliações de desempenho, servem para que o rendimento daquele funcionário seja mensurado e, posteriormente, um feedback seja fornecido a ele, mostrando os pontos de melhoria e elogiando os pontos fortes.

Numa organização moderna, ter as pessoas certas nos lugares certos é um pré requisito.

competitividade empresarial gestão de pessoas

  • Revise seu modelo de negócios

A zona de conforto é e sempre será uma ameaça constante para qualquer organização. É comum que empresas tracem metas e objetivos, atinjam-os e, logo em seguida, entrem numa esfera de acomodação.

O mundo dos negócios está cada vez mais voraz, não dando brecha para uma empresa acomodada. Para isso, a reinvenção deve ser periódica. Uma simples revisão no modelo de negócio da empresa pode fazer total diferença, postamos um conteúdo aqui sobre a ferramenta Canvas, que pode auxiliar você na montagem do modelo de negócio da sua empresa. 

Numa revisão, oportunidades que antes passavam despercebidas podem surgir, determinados esforços despendidos podem ser cortados, entre diversos outros fatores.

  • Experiência do cliente

É inegável que nos últimos anos a mudança do foco de atuação no mundo corporativo mudou e continua mudando. Essa alteração de foco é nosso sentido de que antes as ações giravam em torno do lucro, e nos dias atuais as atenções têm se voltado para o cliente. Mais especificamente: o sucesso do cliente. Aqui, o que antes era o foco (o lucro), hoje é encarado como uma consequência. 

Num cenário cada vez mais competitivo, não é incomum encontrar diversas empresas de um mesmo segmento na mesma região, o que vai diferenciar uma da outra é justamente a preocupação com o cliente. O intuito aqui é entregar o máximo de valor em todo ponto de contato com o consumidor, muito ligado à ideia de que o “seu (cliente) sucesso é o meu (empresa) sucesso”. 

Segundo Philip Kotler, fidelizar um cliente é entre 5 e 7 vezes mais barato do que captar um novo. O cuidado na entrega de um produto ou serviço de qualidade é a forma de prospecção mais efetiva, pois é um mesmo esforço para duas finalidades: entregar o produto final pro cliente e fidelizar ou assegurar um marketing boca a boca eficiente a partir da qualidade que foi apresentada.

competitividade empresarial experiência do cliente

Conclusão

Podemos perceber que essas 7 dicas já podem te nortear para agora mesmo começar a implementar novas melhorias em seu processo e dar continuidade ao crescimento da organização.

Porém, caso ainda esteja sem saber por onde começar, a consultoria empresarial é uma excelente saída para facilitar o processo de decisão e também adquirir experiência, entre em contato conosco!

 

 

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Gestão Estratégica

Definição e acompanhamento de metas e resultados organizacionais

Onde você pretende estar com sua empresa daqui 3 anos? O que você está fazendo hoje para chegar nesse objetivo? Você está se baseando em dados ou no achismo?

 

Hoje em dia as melhores empresas estão cada vez mais investindo em Business Intelligence e Business Analytics, (US$ 187 bilhões em 2019 segundo o IDC) que consiste na análise de dados internos para basear as tomadas de decisão.

Está cada vez mais claro para o mercado que uma decisão tomada a partir de achismos, a chance dela ser uma decisão errada é bem maior. 

O planejamento estratégico é uma ferramenta que é usada para definir o acompanhamento das metas e dos resultados nas empresas. Sua empresa já tem um?

Como mensurar

Definir o acompanhamento de indicadores e metas da sua empresa não é algo simples, por isso muitas das vezes as empresas contratam outras empresas de consultoria que fazem essa estruturação. Mas vou falar para você aqui algumas dicas que podem te ajudar a estabelecer uma cultura de metas e análise de dados dentro de sua empresa!

Antes de começar a falar sobre como fazer de fato o acompanhamento, é preciso falar que existem algumas metodologias para isso. Aqui neste texto vou falar sobre duas delas mas existem uma infinidade de métodos que você pode usar dentro de sua empresa!

OKR

O objectives and key results ou OKR é uma forma de planejar os indicadores de sua empresa através de objetivos e resultados-chave como diz o nome.

Imagine que você tem o objetivo de vender mais na sua empresa. O que a metodologia OKR indica é que você monitore não só o número de vendas, mas também os resultados-chave que você precisa ter para aumentar esse número. Ou seja, quantas leads você precisa prospectar para conseguir aumentar suas vendas, por exemplo.

Voltando ao OKR, ela é uma metodologia bastante usada no vale do silício que ficou famosa por ter suportado a Google que passou de 40 funcionários para mais de 60 mil nos dias de hoje.

● O (objective):

Os objetivos são de caráter qualitativo e representam uma meta final

● KRs (Key Results):

Os resultados chave têm caráter mais quantitativo e podem ser de 2 a 5 para cada Objetivo. São metas que vão impactar diretamente o Objetivo. Algumas características do OKR: 

● Períodos mais curtos:

Os OKRs tem como natureza serem sempre definidos para períodos mais curtos, deixando a gestão da empresa mais ágil. 

● Simplicidade:

As metas a serem postas nos OKRs devem ser simples, focando sempre na eficiência. 

● Acompanhamento semanal:

Os acompanhamentos devem ser feitos semanalmente para que haja sempre uma resolução de possíveis desafios que alguém possa estar passando para bater sua meta  

● Transparência:

A transparência ajuda sempre na resolução dos problemas, não se deve ter medo de compartilhar seus resultados.  

● Resultados, não esforço:

As metas dos OKRs devem sempre serem focadas nos resultados que elas vão trazer para a organização, assim, o esforço para a realização das tarefas vai ser naturalmente reduzido.    

GPD

O Gerenciamento Pelas Diretrizes ou GPD, é uma metodologia de planejamento desenvolvida no Japão mas foi disseminada no Brasil por Vicente Falconi, um dos consultores mais famosos do país. Ela é muito baseada no PDCA que dá naturalmente um foco muito grande na qualidade. 

Seguindo uma linha parecida com a dos ORKs, o GPD também pega uma meta maior e a desdobra em metas menores. 

     Alinhamento:

como toda a empresa vai estar fazendo parte das metas, com suas metas menores, isso naturalmente acaba disseminando facilmente, aumentando o alinhamento do time. 

     Resultados:

A especificidade das metas facilitam a compreensão e cobrança das metas, com isso, o atingimento das metas fica mais fácil também. 

     Objetividade e eficiência:

a definição de tudo também facilita as operações, diminuindo o desperdício de tempo e retrabalho nos processos. 

O GPD tem dois tipos de sistemas, o primeiro é o gerenciamento interfuncional, que vislumbra, prioritariamente, o futuro da empresa. Ele está diretamente ligado à alta administração, ao desdobramento das diretrizes e sua divisão entre os departamentos. 

O segundo é o gerenciamento funcional, que está voltado para a melhoria contínua e a manutenção das rotinas da organização. Ele é diretamente ligado à administração e ao controle da qualidade das atividades diárias e rotineiras da empresa. 

Gestão à vista 

O que muitas empresas fazem para facilitar a disseminação das metas e dos objetivos da empresa é usar a gestão à vista, e é bem simples de implementar isso em sua empresa! Basta ter um quadro, alguns post-its e criatividade! 

A ideia é que os indicadores e as metas de cada setor ou de cada funcionário fiquem espalhados nos ambientes de trabalho e uma forma visual para que todos tenham sempre fácil acesso sobre o que está acontecendo na empresa!  

Qual usar?

Existem várias ferramentas de gestão, incluindo o Balanced Score Card, Must Win Battles, etc. Mas o que se deve ter em mente é que não existe um modelo perfeito, vai depender de como sua empresa opera, do seu modelo de gestão qual metodologia seguir. Em muitos casos é natural até uma mistura de métodos para realmente se encaixar com o que a empresa precisa. Você pode ver mais ferramentas de gestão empresarial aqui.

O mais importante é implementar em sua empresa a cultura de análise de dados, sem números não se sabe ao certo para onde a organização está caminhando e consequentemente prejudica a tomada de decisão por parte dos gestores.

E agora? Qual o próximo passo? Por onde começo? Você pode começar definindo alguns indicadores de desempenho, e aos poucos implementando essa cultura dentro de sua empresa! Não é necessário que todos da empresa saibam todos os indicadores decorados, mas é interessante que cada um tenha consciência de que o que eles estão fazendo, ou seja, suas tarefas do dia-a-dia vão levar a organização para frente!

 

Quer conversar um pouco melhor sobre como implementar essa gestão dentro da sua empresa? Clica aqui para agendar uma reunião conosco! 

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Marketing e Vendas

5 passos para estabelecer um processo de vendas

Já teve a percepção que perdeu tempo com aquele possível cliente porque ele não fechou? O que você poderia ter feito diferente? Não é nenhum mistério que é preciso vender, não só nos negócios mas em todas as situações de nossa vida. Mas espera aí, não estou aqui para falar o que todo mundo já sabe, nesse texto você vai aprender, e apenas 5 passos, como as melhores empresas vendem!

 

1 – Conheça seu cliente ideal

O conceito é bem simples, para que possamos vender, temos que vender para alguém, não é mesmo? Mas para quem?

É pra isso que estou aqui! Antes de pegar o telefone e sair ligando para todo mundo, é legal entender quais são as melhores pessoas para se ligar, para conversar, para vender.

Existem algumas ferramentas que podem te ajudar a criar o PIC (perfil ideal de cliente), inclusive já falamos um pouco sobre a buyer persona e como ela pode te auxiliar em como achar para quem vender.

A ideia é que você crie uma recorrência cada vez maior, pois o custo de aquisição de um novo cliente pode chegar a ser de 5 a 7 vezes mais caro do que fidelizar alguém que já comprou de sua marca. Então botar os melhores clientes para dentro pode te salvar bastante tempo, dor de cabeça e dinheiro.

Para fazer isso com eficiência é estruturar um processo de Inteligência comercial para que sejam geradas listas com os leads de acordo com o seu PIC.

2 – Estruture um funil

O próximo passo é criar um funil de vendas. Mas o que seria essa funil que tanto falam? Bem, o termo é bem autoexplicativo, é um funil, só que de vendas haha. Você pode visualizar melhor na imagem abaixo:

  • Prospecção: Aqui vão ficar os prospects eles ainda não conhecem sua marca, mas você já os conhecem! Nesta etapa que você vai fazer a Inteligência comercial que comentei mais acima, ou seja, vai recolher o máximo de informações possíveis que vão servir para que você consiga conectar melhor com ele: informações sobre a empresa, sobre o tomador de decisão, contatos, etc.
  • Qualificação: Este é o momento de entrar em contato com o lead para alinhar se ele está no momento de compra ou não, evitando que se perca tempo negociando com alguém que não vai comprar. Vou falar um pouco mais detalhadamente desta etapa já já!
  • Fechamento: Nesta etapa é apresentada uma proposta de serviço, uma dica bem legal é usar a ancoragem ao seu favor. O que muitas empresas de Saas estão fazendo é apresentar planos diferentes, um mais caro com bastante coisa e um mais barato ainda com bastante coisa para que a pessoa tenha a impressão de que estão levando mais por menos.
  • Negociação: Na etapa de negociação é muito importante gerar urgência no lead para que ele não fique muito tempo no funil tomando tempo dos seus vendedores.

As etapas de um funil de vendas vão variar de empresa para empresa, mas geralmente eles seguem uma estrutura muito parecida. 

A ideia é que você tenha o controle das pessoas que têm potencial para se tornarem seus clientes e assim, aumentar sua taxa de conversão.

3 – Qualifique seus leads

Essa etapa é onde MUITOS vendedores erram, felizmente estou aqui para evitar com que você cometa os mesmos erros.

Aqui você vai usar as informações que você obteve na inteligência comercial e validar se o agora lead tem as dores que você pode sanar, se ele tem a capacidade de investimento e se está no momento de compra. 

O principal é ter consciência de que você está tendo uma conversa com seu lead, então é de extrema importância escutar e ter uma preocupação genuína com a dor dele assim que ela for identificada! Muitos vendedores ficam presos a um roteiro e, por isso, não conseguem tocar na dor e fazer com que o lead sinta necessidade de buscar uma solução, ou seja, o seu produto!

Existem também alguma ferramentas aqui que vão te auxiliar na qualificação dos seus leads: GPCTBA C&I, Spin Selling, BANT, e por aí vai.

Essa etapa é crucial para que você não perca tempo tentando vender algo para quem não tem interesse de comprar. Existe um texto que fala um pouco sobre essas ferramentas de qualificação que chamamos de frameworks.

4 – Analise os números

Você gostaria de saber quantos contratos vai fechar toda semana? Como tudo dentro de uma organização, a análise de dados é fundamental para o crescimento. Dentro do setor de vendas não deve ser diferente.

Deve ser criada uma rotina de análise de dados dentro do funil de vendas para que se tenha conhecimento sobre a taxa de conversão dentro de cada etapa, assim sabemos em quais etapas estamos perdendo mais leads. Além disso é interessante metrificar todo seu processo de vendas através das atividades realizadas pelos vendedores para que se saiba também sempre o que está sendo feito e que se faça uma análise ainda mais assertiva do setor.

Uma ferramenta que vai te auxiliar nesse processo é um CRM, não sabe o que é? Clica aqui para descobrir! 

Existem várias opções de CRM no mercado, a escolha da ferramenta irá depender do seu fluxo de trabalho e do seu bolso mas lembre-se. 

5 – Crie uma rotina 

Por último mas não menos importante, criar uma rotina para seu time de vendas é crucial para que se tenha bons resultados. A divisão do tempo pode ser feita de vendedor para vendedor, afinal cada um gosta de trabalhar de uma forma. 

Uma ferramenta interessante que pode ser usada é uma planilha compartilhada com os horários e o que vai ser feito em cada um desses horários. Como essa aqui abaixo:

Esses são os 5 passos que identifico como fundamentais para que se estabeleça um processo de vendas e que você consiga estruturar isso dentro de sua empresa!

Se você não sabe nem por onde começar, contratar uma consultoria vai te ajudar na estruturação do seu processo de vendas! Hoje já existem muitas opções no mercado de consultoria de vendas e de gestão, você pode agendar uma conversa conosco clicando aqui!

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Gestão empresarial

Melhore a Produtividade da sua Equipe e Aumente Seus Resultados

Assim como para Tom Jobim era impossível ser feliz sozinho, no mundo dos negócios é impossível prosperar sem uma equipe comprometida e preparada para buscar bons resultados. 

O recurso mais importante de qualquer organização são as pessoas que fazem parte dela e são justamente essas pessoas que determinam o ritmo em que sua empresa alcança os objetivos e a qualidade com que seu cliente final será atendido. 

Ter uma equipe feliz, motivada e bem orientada é muito importante para o sucesso do seu negócio. Você já parou para pensar no que seria de Steve Jobs sem Wozniak e sua equipe de Engenheiros e Designers mega-ultra-super competentes?Ou em John Lennon sem o restante dos Beatles? Eu já! 

 

Por isso que nós, da FCAP Jr., elencamos algumas dicas para melhorar a produtividade da sua equipe e aumentar seus resultados:

#1 Invista em uma Cultura Organizacional forte

            Ter uma cultura organizacional sólida impacta diretamente seus resultados, pois ela influencia diretamente no engajamento dos funcionários. E uma cultura organizacional forte não se resume apenas a um grupo de frases bonitas penduradas na parede.

            Estabelecer Missão, Visão e Valores é sim muito importante para a organização do ponto de vista estratégico, mas como você fortalece esses aspectos no cotidiano? Ao construir isso, é necessário entender que nenhum indivíduo consegue se adequar 100% a um determinado contexto e é justamente isso que faz toda a diferença.

            Uma boa cultura é aquela que abraça o incomum e vê na diversidade de ideias, de talentos e de pessoas uma oportunidade de sair na frente. Sua empresa está preparada para absorver as melhores ideias que seu time pode ter? É muito provável que cada um dos seus colaboradores tenha vindo de um contexto diferente.

As pessoas migram de cidades, de empresas, de cursos e, para o obter os melhores resultados possíveis, essas pessoas devem possuir liberdade para sugerir e compartilhar suas perspectivas. Uma boa saída para ajudar a acolher a diversidade de uma forma proveitosa é a adoção de um planejamento estratégico participativo.

Que tal uma imersão anual ou até mesmo semestral com brainstormings, reflexões, estabelecimento de metas e objetivos compartilhados por todos?

Vale muito a pena reunir seu time e perguntar-lhes:

1.    O que não deu certo no último período?

2.    No que podemos melhorar?

3.    Quais serão os nossos próximos passos?

Ao fazer isso, mostre-se aberto para as mudanças e enxergue-as como oportunidades para crescer. Você não precisa acatar todas as ideias, mas dessa forma você abre espaço para que as melhores surjam. Afinal, um time inteiro sempre terá uma visão mais ampla da situação do que seu gestor sozinho. Lembre-se: aprendizagem contínua é fundamental e ninguém sobrevive à competitividade do mercado sem se reinventar!

 

#2 Conheça seu time

            Vale a pena tirar um pouco do seu tempo para conhecer melhor aqueles que você gerencia. Em um bate-papo você pode descobrir que João, além de excelente programador pode ser um bom comunicador também e que Maria, da contabilidade, na verdade ama a área de vendas e se daria muito melhor nela.

            Além disso, apenas conhecendo bem sua equipe você saberá o que a faz se mover. De acordo com Eduardo Ferraz, em seu livro Seja a Pessoa Certa no Lugar Certo, as pessoas costumam ser motivadas, principalmente, pelos seguintes fatores:

     Estabilidade:

      algumas pessoas buscam segurança profissional em suas vidas e estão dispostas a abrir mão de altíssimos salários em função de riscos menores ou benefícios para familiares, por exemplo;

     Reconhecimento:

      ser reconhecido pelo que faz é o que move muitas pessoas em direção ao alcance de metas. Pode ser muito frustrante para alguns conseguir bons resultados e não receber nem um “parabéns” ao final. Esteja atento para não deixar os esforços de sua equipe passarem batidos aos seus olhos;

     Dinheiro:

      no mundo capitalista em que vivemos é comum que muitas pessoas prezem por boas recompensas financeiras. Aqui se encaixam os perfis que costumam se arriscar mais em troca de salários mais altos ou passar mais tempo trabalhando em troca de remuneração por horas extra.

     Aprendizagem:

      nesse grupo se encaixam as pessoas que são movidas por curiosidade e descobertas. Aqueles profissionais que estão sempre dispostos a aprender coisas novas e precisam disso para ir mais longe em suas carreiras. Para alguns, o conhecimento pode ser o principal fator de motivação;

   Saber qual o maior motivador da sua equipe pode te poupar esforços e deixar seus colaboradores muito mais satisfeitos. E é válido salientar que esses fatores podem variar ao longo da vida de uma pessoa.

   Por exemplo, recém formados ou estagiários costumam buscar bastante aprendizagem no início de suas carreiras. Já profissionais mais experientes costumam buscar maiores recompensas financeiras ou estabilidade em seus empregos.

            No entanto, essas observações não são regras, por isso a importância de conhecer a fundo com que você trabalha.

 

#3 Combata a Síndrome do Impostor

Atualmente os transtornos mentais são a terceira maior causa de afastamento no trabalho e a tendência é que, em cinco anos, eles sejam os principais motivos de afastamento. Portanto, para que o trabalho seja fonte de saúde e não de doença para o seu colaborador, é necessário que você se empenhe em combater males como a Síndrome do Impostor.

 A Síndrome é uma das causas mais comuns do Burnout, que é um distúrbio relacionado ao estresse e a depressão, muito característico do espaço de trabalho. Essa síndrome geralmente acomete pessoas que são capacitadas, no entanto não se sentem pertencentes à sua função ou não acreditam que estão desempenhando bem seu papel.

Como gestor, a sua principal função nesse combate é prover seus subordinados das condições mínimas necessárias para desempenhar as funções as quais são encarregados. E isso inclui desde prezar por um ambiente adequado até mesmo fornecer os materiais e a capacitação necessários para a realização de uma determinada atividade.

Se houver alguma suspeita de desmotivação no trabalho, pergunte o que houve e como você pode ajudar. Muito da atividade de um gestor é saber servir da melhor maneira possível àqueles que coordena e nesse link estão disponíveis alguns sinais que as vítimas da Síndrome do Impostor apresenta.

Busque fazer com que seus funcionários enxerguem os erros como oportunidades para aprender e até mesmo reconheça que alguns deles são inevitáveis. Caso se depare com alguém injustamente triste pelo próprio desempenho, ajude-o  e lembre-o dos seus acertos passados.

A preocupação com o bem estar seus colaboradores deve ser permanente e genuína!

Estratégias de endomarketing como a instalação de sala de jogos ou de descanso em empresas já estão batidas e fazem pouquíssimo efeito caso os funcionários estejam abarrotados de metas inalcançáveis. Mais importante do que um horário flexível ou a liberdade de trabalhar em casa, é o trabalhador saber que há alguém preocupado de verdade com a sua saúde.

Experimente incluir nas pesquisas de clima da sua empresa a vertente de saúde do trabalhador. E por saúde, entenda sua capacidade de adaptar-se bem ao ambiente em que trabalha.

Lembre-se: um time feliz e bem motivado reflete diretamente na qualidade do atendimento aos clientes. E a regra é simples: o cliente feliz recomenda seu produto e tende a voltar!

 

 

#4 Equipes pequenas funcionam melhor

 

            De acordo com Jeff Sutherland, criador da metodologia de Gestão de Projetos Ágil Scrum, já foi provado que equipes menores trabalham mais rápido. O ideal é que cada time seja composto por 7 pessoas, podendo haver variação de duas pessoas a mais ou duas a menos, e é essencial que entre esses profissionais estejam as competências necessárias para a concretização da tarefa.

            Lawrence Putnam, um autor e pesquisador da área de desenvolvimento de softwares, dedicou sua vida a descobrir quanto tempo as tarefas demoram para serem feitas e chegou à conclusão de que projetos com vinte ou mais pessoas levavam mais tempo para serem concluídos do que projetos com cinco ou menos integrantes.    

Putnam realizou centenas de experimentos os quais comprovaram sua teoria de que nem sempre equipes maiores apresentam melhores resultados. Na verdade, os experimentos mostraram exatamente o contrário e isso se deve principalmente a dois motivos:

O primeiro é o tempo que as pessoas levam para se tornarem rápidas em determinada atividade, o tempo para pegarem prática. Com mais pessoas, esse tempo tende a ser maior.

Já o segundo está ligado ao fato de que, com o aumento da quantidade de pessoas nos grupos, o número de canais de comunicação acaba aumentando drasticamente e nosso cérebro simplesmente não consegue acompanhar tão facilmente.

            Equipes menores tendem a acelerar a gestão das informações e a tomar decisões mais rapidamente. Tudo o que você precisa fazer é montar bons times e dar-lhes as condições necessárias para desempenharem seus respectivos trabalhos.

 

#5 Preze pela boa comunicação

 

            Warren Buffet estava certo ao dizer que “a boa capacidade de comunicação em público aumenta o seu valor de capital humano em 50%”. A regra número um para uma boa comunicação é olhar nos olhos. Ao passar uma tarefa qualquer para um determinado grupo, certifique-se de que foi bem compreendido. Peça para o seu interlocutor repetir o que ele tem de fazer e sempre pergunte se ele possui alguma dúvida.

            Ao solicitar algo, garanta o comprometimento do seu funcionário firmando um compromisso com ele. Uma dica para isso pode ser deixar que ele mesmo determine o prazo das suas entregas. Dessa forma, ele se sentirá mais pressionado a cumpri-las, afinal ele mesmo deu sua palavra que conseguiria naquela data.

Lembre-se também que a comunicação e a confiança são vias de mão dupla, então nunca deixe de cumprir suas promessas e evite esquecer seus compromissos. Não falte reuniões, seja transparente e forneça feedbacks construtivos. Esteja sempre acessível e atento para ouvir sua equipe também. E nunca se esqueça de olhar nos olhos!

             Por fim, mas não menos importante, comemore as conquistas em grupo! Observo muitos casos em que os chefes costumam premiar seus times pelo alcance de determinada meta com metas ainda mais agressivas. Isso pode ser bom para estimular a competitividade, mas quando essas metas não são bem planejadas, elas podem desencadear um sentimento de frustração coletivo.

            Portanto, preze pela celebração das conquistas. Que tal um happy hour vez ou outra para integrar melhor os times e ter uma equipe feliz e comprometida ao seu lado?