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Gestão empresarial

Indicadores: entenda os benefícios para a sua empresa

Os indicadores, como o nome já dá a entender, serve para “indicar” a “dor” da organização.

Por isso, eles são de extrema importância para a sobrevivência das empresas, visto que são ferramentas responsáveis por metrificar e monitorar todas as ações que interferem em seu funcionamento, impactando desde o faturamento até a satisfação dos clientes do negócio.

Assim, empresas que não possuem indicadores vivem constantemente o “gerenciamento pela autópsia“. Em outras palavras, descobre-se o problema da organização somente quando a mesma já está em uma situação preocupante e, muitas vezes, já é muito tarde.

Você pode estar pensando: “Possuo uma empresa que não tem indicadores e mesmo assim alcança todas metas e objetivos. Por que eles me seriam úteis, então?”.

Bom, atingir uma meta sem contar com o monitoramento de indicadores é até possível. Mas deve-se levar dois pontos em consideração: os indicadores ajudariam a atingir melhores resultados e, ainda, a formular melhores metas (e se a sua empresa não esteja colocando as metas corretas? Já pensou nisso?).

É incontestável que a implementação de indicadores se torna indispensável para qualquer tipo de organização, visto que eles podem se adaptar da melhor forma possível para cada realidade, alinhando-se com a estratégia do negócio.

No decorrer deste blog post você entenderá o que são indicadores, quais os seus tipos e como é o processo de definição dos indicadores de uma organização. Vamos à leitura!

 

O que são indicadores?

Os indicadores são dados que podem ser quantitativos ou qualitativos e que servem para avaliar os resultados e processos internos da empresa.

Por isso, é necessário que sejam atualizados recorrentemente para que mostrem, da forma mais clara e assertiva possível, como está a eficiência da empresa.

A título de exemplo, suponha que você tenha um objetivo de ler cinco livros durante o semestre. Para que isso ocorra, você decide ler 20 páginas diariamente.

O número de páginas lidas é um indicador de sucesso da sua meta de ler cinco livros por semestre. As 20 páginas é uma meta reduzida, acompanhada diariamente para que você alcance a meta maior.

Pode parecer besta, mas é assim que ocorre em grandes organizações. Define-se uma meta maior e a monitora em partes menores.

 

Tipos de Indicadores

Os  indicadores podem possuir diferentes tipos, variando de acordo com níveis da empresa. São três: estratégico, tático e o operacional. Vamos falar um pouco sobre cada um.

– Estratégico

É o indicador que está diretamente relacionado ao seu Planejamento Estratégico, englobando metas como Faturamento Anual ou Taxa de Satisfação do Cliente. Uma vez que os demais indicadores serão traçados a partir dos indicadores estratégicos, é importante que você sente com as lideranças da organização para definir quais são os pontos-chave da sua empresa e colocar metas em cada uma.

– Tático

Os indicadores táticos são partes menores dos indicadores estratégicos. É através dele que você conseguirá acompanhar, de modo fidedigno, como está sendo o andamento dos processos para o alcance da meta estabelecida acima. É importante pontuar que os indicadores táticos são sempre separados por área da empresa (financeiro, marketing, comercial, recursos humanos e outros).

Se a meta do indicador estratégico de faturamento for de 3 milhões por ano, um bom indicador tático é faturamento da área de marketing. A meta desse indicador seria um percentual da meta maior.

– Operacional

Por fim, mas não menos importante, os indicadores operacionais são os indicadores que cada um dos colaboradores possuem para alcançar as metas dos indicadores táticos.

As metas desses indicadores são justamente as metas individuais, que são muito importantes para a compreensão de quais são os funcionários com o maior desempenho.

 

Conclusão

Vimos que os indicadores são ferramentas que possuem o objetivo de monitorar todos os tipos de atividades que envolvem o funcionamento de uma organização.

Dessa forma, a partir da coleta e da análise desses dados, podemos metrificar o grau de eficiência de uma empresa e a partir disso elaborar planos de ação para solucionar esses problemas e alavancar os seus resultados.

Esperamos que esse conteúdo tenha sido útil para você! Caso tenha alguma dúvida, pode entrar em contato conosco, ficaremos muito felizes de solucioná-la para você![/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Marketing e Vendas

5 fases para mudar a marca da sua empresa

Mudar a marca não é algo simples. Principalmente quando a empresa já existe a algum tempo e as pessoas já estão acostumadas com a identidade visual que ela sempre utilizou.

Mesmo assim, sabemos que em muitas ocasiões a marca precisa se reinventar para conseguir conquistar um melhor posicionamento no mercado ou trazer uma nova proposta, tendo que mudar os seus padrões visuais, seu posicionamento e até mesmo o seu nome.

Neste blogpost, traremos alguns conceitos sobre diversos aspectos do mundo das marcas falaremos sobre os principais fatores que você precisa levar em consideração antes de decidir mudar a sua marca.

 

 

O que é marca?

De acordo com o Sebrae, “marca é todo sinal distintivo, visualmente perceptível, que identifica e distingue produtos e serviços, bem como certifica a conformidade dos mesmos com determinadas normas ou especificações técnicas”.

Falando em uma outra linguagem, marca é tudo aquilo que representa algo.

Diante disso, vale a pena se perguntar: quais são as características primordiais da marca da sua empresa? O que a sua marca transmite para o público?

É muito importante que você compreenda o poder que os aspectos visuais da sua marca possui. Dependendo do design, o cliente pode enxergar mais ou menos valor no produto ou serviço que você oferece. Falaremos melhor sobre isso mais à frente.

O que é Branding?

Um outro conceito muito importante que você precisa conhecer é o Branding. O Wikipedia define Branding como “a gestão da marca de uma empresa, tais como seu nome, as imagens ou ideias a ela associadas, incluindo slogans, símbolos, logotipos e outros elementos de identidade visual que a representam ou aos seus produtos e serviços”.

Não dá para querer mudar a marca da sua empresa sem antes pensar em todos os aspectos que a mesma transmite. Lembre-se disso: a marca não é apenas o ícone ou símbolo. É uma ideia.

Antes de mudar a marca para qualquer coisa visualmente mais bonita, você precisa entender o que a sua empresa é, o porquê dela existir e quais são as suas principais características.

Não dá para querer transmitir a ideia da sua empresa para outras pessoas através da marca se nem o próprio dono do negócio entende o que o seu empreendimento é.

Como mudar a marca de uma forma efetiva?

O processo de mudança de uma marca é bastante complexo e deve seguir um certo fluxo composto de 5 fases. Vamos falar sobre cada uma delas!

Decida de vale a pena mudar a marca

Antes de decidir que você irá mudar a marca da sua empresa, é necessário fazer algumas análises para compreender se essa mudança é algo que você realmente deve investir o seu tempo e os seus recursos.

Para isso, o primeiro passo é compreender a essência da sua organização. Passe alguns minutos pensando nessas 5 perguntas abaixo:

  • O que a sua marca atual representa?
  • Quais são os pontos fortes e pontos fracos da sua marca?
  • Quais são os aspectos que o mercado mais valoriza no segmento em que a sua empresa está inserida?
  • Qual o propósito da sua organização? Por que a sua empresa existe?
  • Quem são os seus clientes?

Só com essas perguntas você já começa a compreender um pouco melhor sobre quais são os objetivos que a nova marca precisa atingir. Dependendo das respostas dadas a cada uma delas, você já pode observar se a sua marca atual está alinhada ou não com aquilo que o seu negócio deseja transmitir.

É importante levar em consideração fatores como o tempo de mercado da sua empresa, se ela já possui uma carteira de clientes bem definida e a sua disponibilidade de tempo e recurso para todo o processo de mudança da marca (que costuma ser demorado). Leve um tempo pensando em cada um desses pontos para não tomar nenhuma decisão por impulso.

Uma vez que você levanta todos esses pontos e decide mudar a sua marca, partimos para a fase de análise.

Análise

Nesta fase, é muito importante que você compreenda mais à fundo a realidade da sua empresa. Por isso, vale muito a pena realizar alguma dinâmica com os seus colaboradores para entender as impressões que os mesmos possuem do seu negócio.

Para construir esse momento, recomendamos que você utilize esse documento de Daniel Padilha com uma série de aspectos que devem ser levados em consideração quando se fala de análise da marca.

Esse momento será muito útil pra que você compreenda o que a sua marca atual possui de pontos de melhoria bem como os pontos fortes que você pode evidenciar mais na nova marca.

Também é recomendado que você converse com pessoas fora da realidade da sua empresa, buscando entender a visão de quem não a conhece. Para isso, basta criar um formulário rápido e divulgar para que o máximo de pessoas respondam.

Também é válido ressaltar que existem agências específicas que realizam essas análises para, posteriormente, construir a nova marca. Por isso, se você desejar uma visão mais profissional, contratar esse serviço deve ser a melhor saída.

Construção

Através dessas análises você já deve possuir muitos insumos para começar a construir a nova marca.

Prepare um documento com todos os pontos coletados nas pesquisas e descreva bem detalhadamente os pontos principais que foram vistos. Isso será importante para que a pessoa ou a empresa que irá criar a nova marca esteja bastante alinhada com o que você deseja.

Os insumos deverão mostrar se a mudança da marca será parcial ou total: caso você queira apenas ressignificar a marca, mantendo a ideia central, ela é parcial. Contudo, caso você queira mudar desde cores até o próprio nome, ela será total.

Neste último caso, você precisará investir ainda mais na fase de adaptação, para que as pessoas não pensem em empresas diferentes por conta da mudança.

Existem algumas coisas que você deve estar por dentro durante o processo de criação:

  1. Comunicação é a chave para que tudo ocorra da melhor forma possível. Acompanhe de perto o processo de construção da marca e seja bastante solícito.
  2. É normal que a pessoa não consiga entregar, logo de primeira, a marca final. São necessárias várias validações e ajustes até que se chegue naquilo que represente a sua empresa.
  3. Pode parecer estranho no começo ver uma marca muito diferente da que você estava acostumado. Mas isso vai passar com o tempo e, acredite, você vai achar muito melhor depois!

Aplicações da Marca

Se você acha que o trabalho acaba quando a marca nova estiver acabada, repense um pouco. O verdadeiro trabalho está em construir os padrões institucionais da sua empresa com a marca atualizada.

Folder, Apresentações Institucionais, o acrílico da marca colado na sua parede, o adesivo da porta, o site do seu negócios, timbrado, assinatura de e-mail, padrão das mídias sociais… a lista só cresce.

É importante que você não deixe nada desalinhado com a nova marca e mudar a marca oficialmente apenas quando você tiver todos esses materiais prontos. Você não vai querer ficar com duas

Plano de Comunicação

Uma que vez que você tiver com tudo preparado, está na hora de divulgar isso para as pessoas. Primeiramente, comece com os seus clientes atuais.

Caso você seja uma empresa prestadora de serviços com poucos clientes ativos fica ainda mais fácil. Entregue algum presente para eles com alguma carta divulgando a marca nova! Isso vai fazer com que eles se sintam especiais.

Porém, caso você seja um negócio B2C e tenha muitos clientes, escolha os clientes mais especiais e faça um momento com eles. Esse será um momento que você irá querer registrar.

Após passar para os clientes, está na hora de comunicar para o mercado como um todo. Atualize as mídias sociais da empresa com um post falando sobre todo o processo de mudança.

É importante mostrar para as pessoas que a decisão de mudar a marca foi tomada porque houve uma mudança da própria organização. Isso irá contribuir para que as pessoas vejam mais valor no seu negócio.

Conclusão

Como você pode perceber, mudar a marca não é algo simples. É necessário muita análise e muito trabalho para que tudo ocorra da melhor forma possível.

Caso você queira entender mais sobre o tema: recomendo a leitura de outros de nossos blogposts. Colocarei alguns abaixo!

Espero que você tenha aprendido algo novo neste artigo! Nos colocamos completamente à disposição para conversarmos caso você tenha alguma dúvida!

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Gestão Estratégica

Como usar a gamificação nas empresas? Aprenda agora

Querendo otimizar o funcionamento geral das atividades, bem como aumentar o incentivo e a conexão das partes envolvidas, a gamificação nas empresas tornou-se algo mais frequente.

Pois, a partir dela, é possível estimular uma competição saudável dentro da organização e garantir o engajamento do pessoal com as atividades da empresa.

Mas você ainda não sabe como a gamificação nas empresas pode ser usado de forma mais efetiva?

Então continue lendo e descubra tudo sobre o tema.

O que é a gamificação?

A gamificação é uma estratégia que funciona por meio de um processo de design human-focused, ou seja, focado nas pessoas.

Possui esse nome, pois remete à indústria de games, a qual sempre foi voltada a fornecer metas alcançáveis às pessoas e entretenimento como forma de alcançar os objetivos.

O método é baseado na utilização de dinâmicas e práticas de jogos em situações cotidianas, com a finalidade de estimular um maior envolvimento dos usuários, tornando as atividades mais atrativas.

Como no exemplo do vídeo abaixo feito pelo Sebrae SP, mostrando como funciona a gamificação nas empresas.

Usam, também, como uma forma de incentivo, prêmios e recompensas para os participantes, para que, aliado a um acompanhamento assertivo, tudo saia conforme o planejado.

Além disso, vale entender, que a gamificação nas empresas pode ser realizada em duas situações:

  1. Uma para o público externo, voltada para o envolvimento dos clientes com a marca
  2. E outra para o público interno, dirigida ao engajamento dos colaboradores.

A primeira situação pode ser vista na Nike, empresa líder no segmento de vendas de produtos esportivos.

Ela construiu uma plataforma de gamificação chamada de “Nike Plus”, com a finalidade de envolver os entusiastas do mundo fitness e elevar os seus treinos para um nível mais profissional.

Dessa forma, há um maior compartilhamento de informações, sobre especificações dos produtos e divulgações de descontos, gerando, assim, uma elevação do consumo.

Na outra situação, um exemplo é a Gerdau, organização da área de aço nas Américas, que inovou na parte de treinamentos realizados aos colaboradores.

Ela passou a disponibilizar uma atividade em realidade virtual, onde mostrava ambientes e o usuário deveria identificar situações de riscos e classificar o seu potencial de severidade.

A partir disso, é gerado aos funcionários um sentimento de pertencimento na empresa, originando motivação para realizarem as atividades com maior satisfação.

Quais os benefícios da gamificação nas empresas?

Mas você deve estar se perguntando “Por que devo implementar esse método na minha organização?”.

Pois bem! Listamos aqui alguns benefícios que irão mostrar o quão a gamificação nas empresas é eficiente.

1. Objetividade

Parte da implementação da gamificação é coleta de dados constante e automática, onde é possível obter taxas de bastante importância para a análise da situação de cada um dos colaboradores, de como eles estão se saindo.

Logo, isso facilita o diagnóstico do gerente, por exemplo, pois mostra de forma imparcial e objetiva os insumos coletados.

2. Feedbacks Constantes

O feedback é um dos elementos mais importantes da gamificação.

Pois, através dele é possível mostrar o desempenho de todos os envolvidos e verificar o que está sendo positivo e negativo.

A partir disso, caso seja necessário, são realizados planos de ações que otimizem o trabalho realizado, aprimorando, assim, o seu desenvolvimento.

Nesse contexto, as falhas são encaradas como uma oportunidade de crescimento e de aprender coisas novas.

3. Reconhecimento

Em uma organização, todos gostam de sentir que estão fazendo um excelente trabalho e que está sendo reconhecido pelos líderes.

Dessa forma, o modo como o funcionário é visto dentro da empresa é tão importante quanto as recompensas financeiras.

Logo, a gamificação nas empresas traz essa vantagem de poder saber quem está se apresentando bem, quem fez grandes progressos e quem necessita de uma chamada de atenção.

4. Motivação

Quando o colaborador se sente que ele realmente faz parte de algo maior, que faz a diferença na empresa, sem se prejudicar e que ainda receberá recompensas, é gerado uma motivação.

O que implica diretamente com o seu desempenho e resulta em aspectos bastante positivos no cumprimento dos seus objetivos.

5. Autonomia

Por fim, a gamificação nas empresas gera um senso de autonomia e escolha nos funcionários.

Isso quando gamificação se torna voluntária e é lançada várias opções que os usuários podem escolher como gostariam de utilizar a estratégia.

Como implementar a gamificação na sua empresa?

Existem alguns pontos que você precisa entender para que a implementação da gamificação seja um sucesso na sua empresa.

É de extrema importância levar em conta as seguintes recomendações:

Compreenda a situação da empresa

Primeiramente, é necessário fazer uma imersão na organização, com a finalidade de entender e saber como são realizadas as atividades, o que cada cargo realiza e qual é o core business, ou seja, a essência da empresa, por exemplo.

A partir disso, cabe analisar se é necessário otimizar ou modificar algumas funções para quando a gamificação iniciar, não se torne mais complicado mensurar o desempenho de alguns do que de outros.

Entenda o público-alvo

Nessa etapa, é fundamental que se conheça a fundo os colaboradores da empresa, a fim de que as estratégias sejam as mais assertivas possíveis.

Afinal, quanto mais completas e verdadeiras forem às informações sobre os perfis dos colaboradores, torna mais fácil e personalizado o desenvolvimento das ideias.

Defina um propósito

Quando as pessoas possuem um propósito, um objetivo bastante claro e acreditam nele, elas tendem a ter determinação e motivação nas ações tomadas.

Por isso, as pessoas não se inspiram pelo “o quê” se faz e sim no “porquê” se faz algo, como afirma Simon Sinek, no vídeo abaixo.

Um exemplo que pode ser observado na prática de motivação é o aplicativo “Zombies, Run!“.

Ele nos convida a correr e realizar atividades físicas para escapar de um apocalipse zumbi.

Mesmo que escutemos música durante os treinos, o jogo vai introduzindo áudios onde são narradas as aventuras do mundo repleto de mortos vivos, para nos fazer dentro do jogo.

Estabeleça metas

Nessa etapa, fica mais prático determinar qual será o direcionamento para atingir o propósito estabelecido.

Então, analisa e considera ações que levarão até o resultado esperado.

Assim, é necessário que as metas sejam totalmente alinhadas e alcançáveis, para que não desmotivarem o colaborador.

Além disso, pode-se definir, também, qual o melhor jogo que irá abranger todos os pontos necessários.

Utilize recompensas

Esse ponto é bastante importante para a gamificação nas empresas, pois as recompensas e prêmios, aliadas ao reconhecimento do desempenho do profissional, resultam motivação e consequências positivas à organização.

Vale ressaltar que não é gerado o mesmo impacto quando só apenas uma dessas opções são realizadas, pois, devem caminhar em conjunto.

Um aplicativo bastante reconhecido que utiliza as recompensas é o Duolingo, que nos convida diariamente a superar as metas através da acumulação dos pontos de habilidade, para seguir melhorando os idiomas que possuímos interesses.

Realize o monitoramento constante

É muito importante que seja efetuado um acompanhamento periódico, pois serve de insumos para feedbacks que auxiliam no desenvolvimento e aprendizagem do jogador.

Aliado também com utilização de ferramentas que possibilitem o acompanhamento mais assertivo e metrificado – como, por exemplo, o CRM, que acompanha desde o lead até o pós-venda; sendo possível mensurar os níveis das vendas e a qualidade do produto/serviço prestado.

Outro ponto importante: permita que o rankingse for utilizado sistema de pontos, por exemplo – esteja exposto.

Os colaboradores poderão fazer comparações e conseguir acompanhar seu progresso de forma visual, e sentir que estão de fato atingindo novos níveis.

Case de sucesso de uso de gamificação nas empresas

Um dos empreendimentos mais conhecidos pelo seu sucesso através da gamificação foi a Ford Motors, uma fabricante de automóveis multinacional estadunidense, que foi fundada em 1903 por Henry Ford.

A organização estava possuindo dificuldades para fazer com que os colaboradores entrassem no portal da empresa de e-learning, que impacta diretamente nos conhecimentos gerais da empresa.

Dessa forma, perceberam que a gamificação poderia reverter essa situação, fazendo com que o acesso aumentasse consideravelmente.

Assim, foram disponibilizados jogos com o objetivo de ajudar as equipes de vendas, para terem um maior conhecimento sobre os novos modelos de carros, financiamentos e tecnologias, por exemplo.

A partir disso, a Ford Motors registrou um aumento de 417% no uso dos portais, maiores vendas e uma maior satisfação dos clientes.

Conclusão

Neste blog você pôde perceber como a gamificação nas empresas pode gerar impactos muito positivos.

Ela engaja e estimula todos os usuários, gerando, assim, resultados assertivos no funcionamento da empresa.

Agora que você já conhece o que é Gamificação, como ela pode ser aplicada e alguns de seus benefícios, que tal aplicá-la na sua organização?

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Curiosidades

8 premissas indispensáveis para um bom marketing pessoal

Não basta estar em constante mudança, o mercado de trabalho está repleto de profissionais semelhantes entre si. São pessoas que, aparentemente, tem o mesmo a oferecer e acabam se tornando mais do mesmo.

O desejo de todos é claro:  construir uma carreira bem-sucedida. No entanto,  diante de tamanha concorrência, como se sobressair?

Mais do que nunca, é preciso saber se vender. Mostrar o seu diferencial para que os outros vejam o  valor que você possui. Entender como e quando mostrar os seus conhecimentos e as suas habilidades, de modo a alcançar a admiração das pessoas que estão diretamente e indiretamente conectadas com você nunca foi tão estratégico.

Você pode estar pensando: mas logo eu, que não sou vendedor? Isso mesmo! Como afirmou Nathalia Arcuri, em seu canal de finanças pessoais “Me Poupe”:  “Todo dia estamos nos vendendo. Quando partimos para a vida profissional, viramos vendedores”.

Todos nós, independente da profissão, precisamos nos tornar vendedores de nós mesmos. Por isso, é importante investir em técnicas para que isso ocorra. Ao contrário do que muitos pensam, a arte de se vender pode ser aprendida e tem até nome: marketing pessoal.

 

 

Mas o que é Marketing Pessoal?

Segundo Philip Kotler, Marketing Pessoal é a arte de satisfazer as necessidades de um mercado-alvo identificando necessidades e desejos não realizados aumentando o potencial de lucro.

O marketing é essencial para toda empresa que quer atrair a atenção do consumidor e garantir a preferência de escolha na hora da compra. É uma forma de lapidar o seu produto ou serviço, agregando valor à mesma.

O marketing pessoal segue o mesmo raciocínio. A única diferença é que nele, a mesma pessoa é o produto e o profissional de marketing. É papel de quem realiza o marketing pessoal, identificar as necessidades e desejos das organizações e mostrar habilidades que possam supri-las da forma mais assertiva.

Em outras palavras, é a estratégia que visa promover a sua imagem a um público específico. Agora que você já sabe o que é o Marketing Pessoal, veremos algumas características que são definitivas na hora de colocá-lo em prática.

Visão

Ter uma visão é saber onde você quer chegar. É o profissional saber o que está fazendo e o porquê de se estar fazendo. Basicamente, ela irá direcionar e dar sentido às suas ações.

A melhor forma para fazer a sua visão se tornar realidade é partir para o autoconhecimento. Ao conhecer as suas forças e fraquezas, a jornada para chegar até o seu objetivo torna-se muito menos árdua e as chances de sucesso ficam maiores.

Além disso, um profissional com visão é aquele que não tem medo de apresentar as suas ideias e demonstrar a sua opinião. É a pessoa que está sempre pensando à frente e que tem ambição, no sentido mais positivo da palavra.

Liderança

Uma das características mais importantes para um bom marketing pessoal é a liderança. Ser líder nada mais é do que ter a habilidade de influenciar pessoas e ser formador de opinião.

É aquela pessoa que não precisa impor pelo poder, porque tem uma admiração tão grande das outras pessoas que torna-se desnecessário qualquer tipo de coação. É alguém que sabe mediar conflitos e divergências e age de forma humanizada.

Um verdadeiro líder sabe ouvir os seus colaboradores e colegas e admite os próprios erros. Ele inspira através de exemplos, e não apenas pelo seu  discurso.

Apesar de algumas pessoas terem mais facilidade de liderar, por se tratar de uma habilidade, qualquer um pode tornar-se um bom líder, basta colocar em prática.

Para entender ainda mais sobre liderança leio o nosso conteúdo “O que os funcionários esperam dos seus chefes?” no link https://fcapjr.com.br/o-que-os-funcionarios-esperam-do-chefe/

Espírito de equipe

Ter um espírito de equipe é essencial. Mas como saber se você possui essa característica?

Se você é capaz de colaborar para o seu desenvolvimento e dos seus colegas no trabalho, conhece bem as pessoas que estão na sua equipe e sabe as expectativas deles, isso já é um grande indicador de que você possui um grande espírito de time.

Ter espírito de time é saber motivar o outro e tornar a equipe coesa e, consequentemente, com uma maior produtividade e satisfação. Pense um pouco no profissional que você é hoje e avalie o impacto que você causa dentro do ecossistema de sua empresa. Isso já é um grande exercício.

Confiança

Um profissional que transmite confiança aos chefes e companheiros de trabalho é alguém muito mais propenso a conseguir o que deseja. É também a primeira pessoa que vem em mente na hora de delegar tarefas mais complexas ou desafios.

Uma pessoa confiante de si reflete segurança para o outro e isso abre muitas portas a ela no mercado de trabalho.

Comunicação interpessoal

A comunicação é a habilidade mais preciosa para um bom marketing pessoal, pois é através dela que o seu produto, ou seja, você será divulgado.

Quando há comunicação, seja por escrito ou oral, criam-se vínculo e o profissional mostra o que tem de melhor. Usar uma linguagem correta e adequada a cada contexto, escrever bem, vencer a timidez, usar diálogos motivadores e manter um fluxo de comunicação regular com as pessoas é básico para um bom desenvolvimento profissional.

Além disso, é se comunicando que o profissional irá construir uma rede de relacionamentos que pode ser muito importante para a sua evolução profissional.

Posicionamento de imagem

Até agora falamos de imagem no sentido figurado, mas isso não quer dizer que a sua aparência não influencie em como as pessoas veem você. Por isso, este ponto deve ser analisado/observado.

O posicionamento de imagem é a adequação visual ao contexto social. Isso quer dizer que vestir o traje correto e adequado a cada momento, é saber combinar peças, cores e estilo e se cuidar fisicamente (corte de cabelo, higiene, saúde dentária, etc.). Tudo isso é fundamental para uma composição harmônica e atrativa de imagem.

Segundo a pesquisa  Why beauty matters publicado pelo The American Economic Review pessoas que cuidam mais da sua imagem sofrem o estereótipo de serem mais produtivas. Além disso, são pessoas mais confiantes.

Empatia

É a capacidade de colocar-se no lugar do outro. Pessoas empáticas no ambiente de trabalho tendem a estar sempre a disposição para ajudar o colega e tem bons ouvidos para dar conselhos e confortar os outros.

São pessoas bastante adoradas e que passam uma imagem muito positiva para os outros. Pessoas empáticas agem sem segundas intenções e conseguem tudo isso como consequência das suas boas ações.

Agir com empatia é agir como você gostaria de ser tratado, valorizando e respeitando as opções do outro, no que tange os assuntos profissionais.

Otimismo

Pessoas otimistas proporcionam um ambiente agradável e propagam o bem-estar a todos a sua volta. Ser otimista não significa ignorar os aspectos ruins da realidade, mas ressaltar os aspectos positivos, valorizando os feitos dos colegas de trabalho e sabendo identificar as falhas como pontos de crescimento e melhoria dos colaboradores da organização a qual está inserido. Uma perspectiva otimista é mais favorável para concretizar os seus objetivos.

Conclusão

Essas foram algumas das principais características que um profissional deve ter para praticar um bom marketing pessoal. É preciso lembrar que   essa ferramenta não deve ser utilizada em momentos específicos da carreira, como em entrevistas de emprego por exemplo, deve ser algo colocado em prática não só nessas ocasiões, como durante o dia a dia de trabalho de qualquer profissional.

Qualquer dúvida sobre o assunto, nos colocamos completamente à disposição!

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Gestão empresarial

Employee Experience: saiba como melhorar a experiência do colaborador

Provavelmente você já ouviu falar sobre Customer Experience (Experiência do Consumidor), não é?

Mas e o Employee Experience, você conhece?

O CX, como é conhecido, se trata da soma de todos os pontos de contato que geram experiências entre o cliente e organização e, atualmente, é utilizado como estratégia pela maioria das grandes empresas.

E, por ter gerado resultados positivos, o CX deu origem a outras linhas de pensamento, que pensam na experiência dos stakeholders como o centro do desenvolvimento de uma organização.

Ficou curioso?

Neste post vamos te mostrar como o employee experience pode melhorar a relação dos seus colaboradores com a sua empresa e melhorar o seus desempenhos.

O que é o Employee Experience?

O Employee Experience é um conjunto de ações que colocam o colaborador como o centro das ações da área de Recursos Humanos.

Ou seja, assim como a empresa faz ao se concentrar no cliente externo, o employee experience foca no cliente interno da empresa: o colaborador.

Talvez você esteja se perguntando que vantagens a adoção dessa prática pode trazer para as empresas, já que, de acordo com o senso comum, quem gera resultado direto para a empresa é o seu cliente final.

A resposta não é simples.

Porém, é extremamente rica e pode gerar resultados nunca antes alcançados por uma organização.

Primeiro, podemos definir a Employee Experience como a transição da mentalidade do colaborador entre precisar se destacar dentro do seu ambiente de trabalho para querer se destacar.

Ou seja, despertar no colaborador o desejo de dar o melhor de si, o que permite que o funcionário alcance grandes resultados para a empresa.

Como usar o employee experience na sua empresa

Para que isso se torne possível na prática, deve haver uma mudança de paradigma do Setor de Recursos Humanos na empresa, de forma que ele se volte para os resultados da organização.

Ou seja, o papel do RH deve passar a ser muito mais estratégico, já que, para melhorar a experiência do funcionário, precisará atuar em cima de dados que forneçam insumos sobre as necessidades dos clientes do setor, os próprios funcionários da organização e, assim, criar estratégias em cima deles para atuar na experiência dos colaboradores.

Segundo Jacob Morgan, especialista no assunto, a principal forma de atingir uma boa Employee Experience é atuar em cima dos 3 ambientes que afetam o dia a dia do colaborador na organização:

1. Ambiente Físico

É o espaço de trabalho que podemos ver, tocar, provar, cheirar.

É qualquer tipo de regalia física que se possa obter, tal como ambientes colaborativos, sem mesas fixas e sem paredes que incitem e permitam a criatividade.

2. Ambiente Cultural

Se o ambiente físico é aquele que nos permite ver, tocar, respirar, o ambiente cultural é aquele que nos faz sentir.

É aquilo que nos energiza ou nos drena, nos motiva ou desencoraja.

Pode ser desde o estilo de liderança até a estrutura organizacional que compõe a organização.

3. Ambiente Tecnológico

Se refere às ferramentas que os funcionários utilizam para a realização do trabalho.

Desde redes sociais internas, até softwares de vendas.

O uso de tecnologias mal projetadas e que dificultem o trabalho do funcionário tem impacto direto na sua experiência, já que cria um ambiente frustrado e improdutivo.

Porém, é importante destacar que nada disso será proveitoso caso essas estratégias não condizem com o que o colaborador da organização necessite.

Por isso, o primeiro passo para a estruturação de uma boa Employee Experience é a realização de uma Pesquisa de Clima Organizacional (PCO), que permita aos gerentes de RH entender como trazer a experiência proporcionada externamente pela empresa para dentro da mesma.

Caso de sucesso do uso do Employee Experience

Um dos exemplos mais famosos dos resultados que a Employee Experience pode trazer para uma organização é o da Airbnb.

Eempresa que foi pioneira na criação do cargo de Global Head of Employee Experience, dedicado exclusivamente a “criar experiências memoráveis para os colaboradores no ambiente de trabalho”.

Os resultados não demoraram a aparecer e, em 2016 a empresa foi classificada como o #1 Best Place to Work (Melhor Lugar para se Trabalhar) de acordo com o Glassdoor.

Além disso, fez seu primeiro lucro no segundo semestre do mesmo ano e, atualmente, possui um patrimônio líquido de US$ 3.8 bilhões (Janeiro, 2019).

Conclusão

Através do investimento em reconhecer as necessidades dos colaboradores, percebemos que investir em reconhecimento, autonomia e melhores ferramentas resultará em um impacto positivo para os stakeholders internos e externos da empresa.

Visto que funcionários altamente motivados são um dos principais fatores para que a organização alcance um crescimento sustentável.

Além disso, uma boa prática de Employee Experience tem ligação direta com o oferecimento de uma liderança inspiradora, uma cultura de objetivos claros e de um ambiente organizacional que promova crescimento.

Essas questões geram, além de um bom clima organizacional, a atração de profissionais de alta performance e a retenção de talentos.

Agora que você já sabe o que é Employee Experience e as vantagens que ela pode trazer para a sua empresa, que tal aplicá-la ao seu negócio?

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Novos negócios

Cauda Longa: uma nova estratégia para o seu negócio!

Cauda Longa: uma nova estratégia para o seu negócio!

Você já ouviu falar no Modelo Cauda Longa? Conhece empresas que o utilizam e entende a sua definição por completo? Neste conteúdo, falaremos sobre esse tipo de estratégia e quais são as suas principais peculiaridades.

Mas antes, entenda um pouco mais sobre o que é Modelo de Negócios!

O que é um modelo de negócio?

Modelo de negócio pode ser definido como a forma pela qual sua empresa produz e entrega valor para os seus clientes. Em outras palavras, pode ser considerado um tipo estratégia que procura o êxito do negócio.

É basicamente a estruturação dos elementos que constituem a forma como a sua empresa atua. Portanto, possuir um modelo compatível com o seu negócio é essencial para aproximar a sua empresa do sucesso em matéria de vendas.

Nesse artigo, falaremos sobre o Modelo Cauda Longa (ou Long Tail).

Como funciona o Modelo Cauda Longa?

Podemos dizer que a Cauda Longa é o inverso do Princípio de Pareto, também conhecido como a regra do 80/20, que afirma que, para muitos eventos, aproximadamente 80% dos efeitos vêm de 20% das causas.

Para entender melhor, utilizaremos o exemplo abaixo:

Uma loja “x” vende camisas de todos os tipos super-heróis, entretanto as camisas do Homem-Aranha e do Capitão América são vendidas em maior quantidade do que qualquer outra do estabelecimento.

Dessa forma, pode-se concluir que a loja lucra com todos os seus produtos, mas possui algumas camisas específicas que são mais populares do que outros itens. A venda desses produtos em larga escala é responsável por grande parte do faturamento.

Portanto, a loja não pode cometer o erro de possuir a mesma quantidade de estoque para todos os produtos e sim, fabricar em maior escala o que possui mais demanda e em menor escala aqueles itens que vendem menos.

Aplicando o Princípio de Pareto para a realidade de diversas empresas, podemos dizer que às mesmas costumam ter 80% de seu faturamento decorrente de apenas 20% do seu portfólio de produtos.

Diferente de Pareto, o Modelo Cauda Longa atua vendendo uma grande diversidade de produtos de nicho. Em outras palavras, são produtos que vendem pouco individualmente mas que possuem uma grande capacidade de gerar um enorme valor em vendas quando em conjunto.

Isso ocorre porque cada cliente possui as suas diferenças e particularidades. Desse modo, surge a ideia de oferecer diversos tipos de produtos, métodos de distribuição e diferente preços para que seja possível atender todas às necessidades.

Além disso, esse tipo de modelo realiza vendas de produtos populares, também conhecidos como “hits”, que são poucos, mas vendidos em grandes quantidades.

Como saber se essa é a estratégia ideal para o meu negócio?

Vimos que esse tipo de modelo se utiliza da estratégia de que produtos de baixa demanda conseguem, em conjunto, se assemelhar ou até mesmo ultrapassar o volume de vendas de poucos produtos considerados “hits”. Ele troca o tradicional padrão de mercado de massa, por um mercado segmentado formado por múltiplos nichos.

Entretanto, isso apenas é possível quando a empresa possui um canal de vendas com dois fatores:

  • Alta escala;
  • Baixo custo de distribuição.

Sendo assim, é essencial saber que esse modelo só é viável na internet, pois demanda uma estrutura que possa disponibilizar um abundante volume de produtos com fácil acesso para uma grande quantidade de pessoas.

Certo, então é só seguir esses passos que o seu negócio vai funcionar? Não!

Apesar da Cauda Longa ser uma ótima opção de modelo de negócio, é preciso entender que dentro dele podem existir algumas dificuldades, como:

  • Grande quantidade de produtos e fornecedores

Lidar com uma grande quantidade de produtos e fornecedores pode ser um problema se você não se organizar. É preciso fazer o controle de todas as operações que envolvem o fornecedor e a empresa. Portanto, surge a necessidade de possuir um controle de estoque bem estruturado.

Você pode acessar nosso material sobre controle de estoque clicando aqui.

  • Depender somente de produtos de nicho 

É importante saber que apesar da Cauda Longa abrir espaço para incluir diversos produtos de nicho, não é recomendado abandonar os “hits” ou “best-sellers”. Isso ocorre pois basear às vendas em produtos não muito populares pode ser um risco, devido a incerteza da quantidade de pessoas que podem se interessar por eles.

 

 

Case de sucesso

Um dos empreendimentos mais conhecidos pelo seu sucesso com o Modelo Cauda Longa é a editora “Lulu”, fundada em 2002 por Bob Young.

Nessa plataforma online, qualquer pessoa pode virar um autor um livro, publicá-lo e vendê-lo. Dessa forma, a “Lulu” permite a edição de livros de pessoas que não são muito conhecidos no mercado.

O êxito desse empreendimento se dá pela grande quantidade de autores que ele possui. Como a “Lulu” funciona com pedidos sob demanda, os livros são impressos através de pedidos realizados previamente, o que previne custos caso algum livro fracasse nas vendas.

O que importa, de fato, nesse modelo de negócios, é a oportunidade de possibilitar que qualquer autor publique seu livro. Isso faz com que existam vários livros que vendem pouco individualmente mas, quando em conjunto, acumulam um alto nível de faturamento, equivalente aos livros best-sellers.

Essa é a genialidade do modelo Cauda Longa.

Conclusão

Agora que você já conhece a Cauda Longa, é interessante saber que existem vários outros modelos de negócios que podem se adequar a realidade da sua empresa.

Ficou com alguma dúvida ou quer entender mais sobre esse assunto? A FCAP JR. Consultoria pode te ajudar a aplicar a melhor estratégia para o seu negócio!