Eficiente no mundo empresarial, o método de utilização do Ciclo PDCA é um dos mais conhecidos quando se fala de executar um planejamento estratégico nas organizações, ajudando assim a garantir que elas se tornem destaque no mercado.

Seu objetivo se baseia na elaboração e auxílio da execução da estratégia, fazendo assim com que os projetos que saem do papel sejam bem monitorados de forma a não ocorrerem problemas no caminho e garantindo um melhor desempenho das empresas.

Pensando nisso, neste artigo iremos apresentar o funcionamento do ciclo PDCA desde o seu surgimento até a sua aplicação.

Confira!

Como surgiu o Ciclo PDCA?

O PDCA foi desenvolvido ainda na década de 20 por Walter Andrew Shewhart, físico conhecido por ser pioneiro no uso do Controle Estatístico de Qualidade, que o utilizou nas indústrias locais do Japão e iniciou sua divulgação pelo país. 

Contudo, já na década de 50 surgiu outro professor que o ajudou a popularizar o método pelo mundo, William Edwards Deming.

Deming foi reconhecido pela sua importância na melhoria dos processos produtivos dos Estados Unidos, trabalhos de consultoria realizados e, principalmente, como guru do gerenciamento da qualidade.

Em seus mais de 90 anos, muitos outros estudiosos aprimoraram o uso da ferramenta e a tornaram o que ela é hoje: um dos principais métodos para a compreensão de processos e resolução de problemas decorrentes nele, garantindo assim o aprimoramento contínuo da qualidade dos produtos e serviços das empresas.

O que é o Ciclo PDCA?

O ciclo PDCA é assim chamado devido aos nomes em inglês de cada uma das etapas que o compõe.

 

  • P do verbo Plan, planejar;

 

  • D do verbo Do, fazer ou executar;
  • C do verbo Check, checar, analisar ou verificar;
  • A do verbo Act, agir.

Ela se trata de uma metodologia que busca solucionar problemas que não são facilmente visualizados e é largamente utilizada em corporações que desejam melhorar a gestão de seus processos através de um controle eficiente das atividades que são executadas, padronizando informações e minimizando erros durante as importantes tomadas de decisão.

Baseado na melhoria contínua, funciona exatamente como apresentado em seu nome, um ciclo que é interativo e apresenta resultados diferentes a cada repetição, que devem ser utilizados de forma cumulativa com base na identificação de falhas, tornando mais simples o processo de correção.

Outro fator importante a ser levado em conta sobre o método é que ele se baseia na mensuração, importante no gerenciamento de projetos.

Como implantar o PDCA em sua empresa?

Como apresentado anteriormente, o ciclo PDCA possui quatro etapas. São elas:

1. PLAN - PLANEJAMENTO

Para que seu projeto seja bem elaborado, é primordial que o primeiro passo a ser tomado seja a realização de um planejamento de forma a impedir falhas futuras e se obter um ganho de tempo.

O objetivo aqui é levantar informações sobre a situação atual do processo como forma de elaborar uma estratégia e estabelecer os objetivos e metas futuros, tomando como base as diretrizes políticas da empresa. Uma dica é realizar o planejamento de acordo com a missão, visão e valores da empresa.

Estratégia estabelecida, chegou a hora de escolher o caminho a ser percorrido para atingi-la e quais os métodos que serão utilizados para esse fim. Deve-se definir também quem serão os líderes de cada processo.

Essa etapa pode ser dividida em quatro fases:

    • Identificação do problema: aqui, você deve se perguntar o que está causando resultados ruins em seu processo. Após encontrar, levante o histórico dele (dica: utilize o brainstorm com os colaboradores das áreas) e proponha datas para solução;
    • Observação do problema: analise quais são as características específicas do problema sob vários pontos de vista diferentes e nos locais onde ele acontece;

 

  • Análise do problema: levante as possíveis causas e escolha as mais prováveis de estarem influenciando o problema, as colocando em ordem de relevância e descartando as menos prováveis;

 

  • Plano de ação: identificadas as causas dos problemas, chegou a hora de criar ações para resolvê-los. Utilize ferramentas de criação de planos de ação como o 5W2H, que permitem descrever como, onde, quando e por quem, por exemplo, serão realizadas as medidas de correção.

2. DO - EXECUÇÃO

Após um planejamento cuidadoso, coloque-o em prática seguindo a risca o planejamento para não comprometer todo o ciclo PDCA.

Aqui, deve-se inicialmente realizar treinamentos de todos os colaboradores inseridos no projeto e depois acompanhar de perto as ações que estão sendo tomadas.

É importante salientar que a coleta de dados deve ser feita ainda nesta etapa para uma posterior avaliação.

Isso permitirá que o time envolvido no processo entenda sobre a importância da participação e irá gerar aprendizados.

3. CHECK - VERIFICAÇÃO

O check é o estágio onde são identificadas possíveis brechas no projeto.

Aqui, verifica-se os resultados obtidos do que foi executado de forma a confirmar se o que foi planejado já está implantado e compara-se o antes e depois do projeto para entender se a meta proposta foi atingida ou não. 

Existem duas formas que podem se devem ser utilizadas para realizar essa etapa.

Uma delas é ainda durante a execução, de forma paralela, de modo a ter certeza que o trabalho está sendo bem realizado, e ao término da execução, de forma a se obter uma análise dos dados mais abrangente e completa.

4. ACT - AÇÃO

O último estágio do PDCA se caracteriza como a fase em que são aplicadas as ações corretivas para os problemas, de modo a aperfeiçoar o projeto.

Pode ser entendido como o fim ou o começo, pois o PDCA não para por aqui e tudo que foi encontrado deve ser levado novamente para a fase de planejamento, de forma a garantir que o processo seja contínuo.

Aqui, o plano de ação é padronizado de forma que as falhas não se repitam e a equipe deve fazer uma avaliação sobre o antes e depois.

Conclusão

O ciclo PDCA é uma das ferramentas mais simples e eficazes para a melhoria de processos nas empresas, e você pode aplicar na sua apenas seguindo esses passos.

Um dos maiores desafios na gestão de empresas é a implementação de técnicas que aumentem a produtividade e auxiliem a equipe a obter resultados positivos. O aproveitamento do tempo é algo precioso para equipes de trabalho, mas acaba sendo deixado de lado em muitos momentos devido a erros que vão impactar tanto nos recursos quanto no pessoal. Uma empresa bem estruturada precisa ser produtiva e manter um fluxo que gere qualidade e lucratividade.

Por isso, utilizar processos bem definidos é uma das melhores estratégias para que a empresa funcione como um todo e que haja integração entre as diferentes áreas – e esses são apenas alguns dos pontos positivos.

Redução de custos na empresa

Uma das maiores vantagens para uma empresa que possui processos bem definidos é a possibilidade de reduzir custos em diferentes áreas.

Isso pode ser aplicado, por exemplo, no treinamento de funcionários, que pode ser feito de forma mais rápida e eficaz, otimizando o tempo do instrutor e também do funcionário, que se tornará capacitado e poderá iniciar sua produção em menos tempo.

Outro bom exemplo é a menor necessidade de horas extras. Com a melhor definição dos processos, os funcionários conseguirão lidar com o estoque de trabalho de forma mais funcional e sem grandes obstáculos, visto que haverá uma padronização nas entregas dos serviços.

Melhor aproveitamento do tempo

Uma gestão que utilize essas técnicas também evita o retrabalho, um dos maiores pesadelos dos gestores e que resulta em um tempo não aproveitado. Os processos bem definidos ainda evitam o acúmulo de trabalho para alguns setores e possibilitam reduzir o tempo e recursos gastos em cada função, permitindo que, além do cumprimento de prazos nas entregas das demandas, haja maior tempo disponível para revisões e prevenção de erros nas entregas das demandas, bem como para atualizações e aperfeiçoamentos da equipe. Consequentemente, melhoram a dinâmica interna e aumentam a produtividade.

Uma boa organização empresarial auxilia na definição de metas eficientes e na estruturação das etapas necessárias para que elas sejam alcançadas e é capaz de gerar um maior destaque no mercado e uma elevação no padrão de qualidade dos projetos.

Com todos esses benefícios, os clientes também terão maior satisfação pelo serviço prestado e há maior chance de fidelização.

Como começar a usar processos bem definidos na minha empresa?

Em um momento inicial, destacamos a importância de realizar um mapeamento de processos. A partir desse mapeamento, será possível mensurar o desempenho destes processos e fazer um levantamento de formas para otimizá-los.

Nesta etapa, buscar alternativas para automatizar os processos pode ser uma boa ideia. Há uma ampla gama de softwares pensados para auxiliar nesses momentos, mas é necessário que haja um monitoramento constante para que o fluxo se mantenha bem organizado.

Também é fundamental definir as prioridades atuais da gestão, e isso envolve encontrar as falhas, dificuldades, ruídos na comunicação e os seus motivos. Ao final, os gestores terão maior facilidade para entender o atual funcionamento das equipes e quais devem ser as novas metas e formas eficientes de alcançá-las.

Filosofia Agile para a sua empresa

Uma opção a ser considerada é a adoção da filosofia Agile, criada em 2001 com a divulgação de um manifesto fundamentado em quatro valores – que envolvem interações entre indivíduos, foco em funcionamento, colaboração com o cliente e adaptabilidade – e doze princípios. Inicialmente, era utilizado no mercado de softwares pensando num desenvolvimento ágil, mas hoje se tornou referência para gestão empresarial e também foi a base para criação de metodologias como Kanban e Scrum.

Neste modelo de gestão, é utilizada uma abordagem iterativa e com foco no tempo, que torna a empresa mais adaptável a mudanças e permite que o processo de tomada de decisões seja mais rápido, por meio da comunicação simples e de uma estrutura organizacional flexível.

É preciso ter disciplina

De que adianta mapear processos, definir metas, adotar uma filosofia... E não colocar nada em prática? Ou colocar em prática somente pela metade?

Para alcançar os resultados desejados, as técnicas não podem ficar apenas no campo teórico. É preciso que a equipe esteja integrada e que haja disciplina para cumprir os processos da forma que foram definidos e que essa mentalidade se mantenha constantemente.

É comum definir uma forma de organização que dá certo durante os meses iniciais e depois começa a desandar. Por isso, incentivos e monitoramento de equipe são fundamentais para a real implantação dos processos bem definidos na empresa.

Se precisar de ajuda para dar início a esse processo, conte com a Trilha de Consultoria da FCAP Jr. Entre em contato conosco para agendar uma visita e receber um diagnóstico gratuito!

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Investir em marketing é essencial na gestão de qualquer empresa. Afinal, já diz o ditado: quem não é visto, não é lembrado. E é uma verdade! No entanto, engana-se quem pensa que marketing é sinônimo de fazer propaganda de um serviço ou produto. A área de marketing é composta por diversas atividades que têm o objetivo de entender o mercado consumidor e suprir suas necessidades. Ou seja: tudo que uma empresa precisa para ter um bom funcionamento e otimizar lucros, não é mesmo?

Mas o que é o marketing digital?

O termo marketing digital tem sido muito falado no meio corporativo e não é à toa. Basicamente, ele engloba formas de aplicar estratégias de marketing no meio digital e, como vivemos nessa era tecnológica, ele tem sido muito importante para definir as novas formas de consumo.

Agora, um motivo para comemorar: o marketing digital pode ser usado a favor da sua empresa de maneiras práticas, baratas e com resultados bem precisos. Uma das formas mais utilizadas é o marketing nas redes sociais, mas pode-se usar também o e-mail, os sites, blogs, infoprodutos... Esse post que você está lendo é também faz parte de uma estratégia de marketing digital!

Uma das principais características do marketing digital é o foco no conteúdo. As pessoas não querem ter sua experiência na internet atrapalhada por anúncios diretos. Dizer “compre meu produto” ou “contrate meu serviço” repetidamente não vai gerar vendas nesse novo modelo social que vivemos. Porém, o conteúdo é capaz de gerar relacionamentos e não há nada mais valioso que isso.

Por meio de uma boa estratégia de conteúdo, é possível compartilhar a filosofia da empresa e encontrar pessoas que se identifiquem com ela. Se a conexão funcionar, a marca pode chegar ao nível de ter seus defensores, pessoas que espalham sua mensagem por uma questão de gosto pessoal. Sem cobrar nada por isso. E o boca-a-boca ainda é uma das melhores maneiras de divulgação, afinal, ele é baseado na confiança. E que empresa não quer todas essas vantagens?

Como o marketing digital pode impulsionar suas vendas

Já citamos a indicação de clientes pelo boca-a-boca e a importância do conteúdo divulgado, mas como chegar a esse nível e como transformar os seguidores em clientes?

Precisamos apresentar brevemente o conceito de funil de vendas: no topo do funil estão as pessoas que ainda não sabem que precisam do seu negócio. No fundo estão as que se tornaram clientes. Antes disso, elas passaram pelo processo de conscientização, passaram a entender que precisavam do seu negócio, se interessaram e, enfim, fizeram uma compra. Mas, é claro, o topo do funil tem muito mais gente e o marketing digital nos ajuda a converter mais pessoas para o fundo.

O conteúdo é o melhor modo de atrair as pessoas para esse funil, mas ele deve ser pensado para os leads que estão nestes diferentes momentos. Por exemplo, um conteúdo pode ser sobre uma das vantagens do seu produto ou serviço e outro, trazer o depoimento de algum cliente, o que vai ser útil para quem está próximo do fundo do funil por estar considerando a compra, mas que possui alguma hesitação ou resistência.

Uma das estratégias mais utilizadas é a de criar conteúdos de valor em 70% do tempo e vender em outros 30%, e aqui entram as ofertas.

Além dos resultados orgânicos, é importante utilizar estratégias de tráfego pago, os famosos anúncios. Um grande diferencial dos anúncios digitais é que o custo é bem mais baixo em relação ao marketing off-line.

Pense em um outdoor no meio de uma avenida movimentada. Milhares de pessoas vão passar por ele. Colocá-lo ali não é barato. Mas quantas dessas pessoas vão realmente se interessar pelo produto? Quantas delas sequer fazem parte do público-alvo daquela marca? Todos os perfis possíveis podem visualizar o outdoor.

Mas imaginem que queremos falar com mulheres de 20 a 30 anos, que morem em certa região, que trabalhem em um ambiente corporativo e que vivam de aluguel. Quantas pessoas se encaixariam nesse perfil? A resposta é que não há como saber. O marketing off-line não permite mensurar resultados de forma precisa.

Já o marketing digital faz o oposto: o direcionamento é bem definido e há indicadores que mostram todas as ações realizadas por quem foi alcançado por aquele anúncio, desde visualizações até cliques, em plataformas bem completas para análise de métricas. Além disso, o valor mínimo investido é baixo, e permite mudanças e novos testes para aumentar o desempenho com controle de gastos.

Se um anúncio não teve o resultado esperado, é possível pausá-lo ou finalizá-lo e, em seguida, criar um novo com alterações necessárias. As possibilidades são inúmeras e todas podem ser testadas. Definitivamente algo que não acontece com o outdoor...

Agora que você está ciente da importância do marketing digital para a sua empresa, é chegado o momento de montar uma equipe ou contratar profissionais terceirizados e qualificados para essa função.

Qual o papel de um profissional de marketing digital?

O trabalho de marketing digital é composto por oito etapas, também conhecidas como oito Ps. O primeiro passo deve ser a pesquisa, que inclui um estudo aprofundado do público-alvo e concorrentes.

Em seguida, tem início o planejamento, que envolve criação de persona, definição de linguagem da marca, estabelecimento das ferramentas a serem utilizadas e o que mais for necessário na estratégia criada, de acordo com os resultados da pesquisa.

No terceiro momento, a prática se inicia e temos a produção, a publicação, a promoção, a propagação, a personalização e a precisão. Essas fases envolvem o conteúdo, os anúncios, o atendimento ao cliente e outras práticas.

De acordo com o tamanho da empresa, cabe à gestão definir qual a melhor solução, montar uma equipe, contratar uma agência ou mesmo freelancers.

Por fim, é preciso que haja uma boa organização e integração do marketing com os outros setores. Dessa forma, os resultados esperados serão alcançados de forma mais rápida e com maior economia de recursos.

 

A área financeira é uma das mais importantes em uma gestão empresarial, mas ainda é uma das que mais sofre com erros. Em pesquisa do Sebrae sobre o fechamento de empresas nos primeiros cinco anos, foi constatado que 55% delas não haviam elaborado um plano de negócios, 50% não haviam determinado o valor do lucro pretendido e 39% não sabiam o capital de giro necessário.

Percebemos que os erros na gestão financeira podem ser graves e causar até mesmo o fim de uma empresa. Por isso, essa postagem traz algumas dicas importantes para melhorar essa gestão e evitar complicações, além de reduzir custos desnecessários.

Saber precificar o seu produto ou serviço

Por mais simples que pareça, esse ainda é um erro muito comum. É importante levar diversos fatores em consideração no momento de precificar, como os custos de material, mão-de-obra, marketing, horas trabalhadas e a porcentagem de lucro. Muitas empresas pecam nesse quesito e acabam tendo prejuízo. Também é importante citar os descontos, que nem sempre são uma boa estratégia, se não forem bem pensados. Apesar de facilitar a venda, é necessário vender mais e investir mais tempo para ter o lucro desejado.

Mapear os processos financeiros

Um bom mapeamento de processos é essencial, mas não é o suficiente. É preciso definir os indicadores para mensurar os resultados e, é claro, realizar mudanças com base no que for percebido em análises periódicas. Se o custo por aquisição de cliente está muito alto, por exemplo, é necessário fazer um estudo dos motivos e pensar em novas estratégias para reduzir esse custo. Outro exemplo é se for encontrado algum gasto desnecessário e que poderia ser substituído por algum outro recurso mais viável. Para realizar esses processos e mudanças, a organização das equipes faz toda a diferença!

Ter um planejamento financeiro

Nada deve ser feito antes de um planejamento completo. Dessa forma, é possível ter um melhor controle de gastos, se preparar para imprevistos, ter uma definição exata de recursos, objetivos bem definidos e até mesmo a quantidade necessária de trabalho para atingir esses objetivos e o lucro necessário.

A gestão tributária também é um fator fundamental para esse planejamento, para que não haja qualquer inconsistência junto aos órgãos públicos e, é claro, para evitar as multas, que são um dinheiro perdido que poderia ter sido investido na empresa de forma muito mais eficiente. Para isso, os responsáveis precisam estar cientes de todos os impostos que recaem sobre seus produtos, serviços e sobre o regime tributário adotado por ela.

Ter um capital de giro bem definido

Outro fator essencial para qualquer empresa, mas que segue sendo negligenciado em muitas delas. O capital de giro é o que permite bancar o funcionamento da empresa de forma saudável, pensando em transações feitas a prazo, como compras pagas no cartão de crédito por clientes, pagamento de despesas operacionais e fornecedores, manutenção de estoques e outras necessidades.

Por isso, uma empresa não consegue ter muito tempo de vida sem planejar esse custo e acaba se perdendo em dívidas e atrasos.

Separar as despesas pessoais e do negócio

Esse é outro erro muito comum entre empreendedores. É necessário fazer essa separação de forma honesta, para que não haja problemas no futuro. Finanças pessoais e empresariais não podem se confundir! O mesmo vale para os lucros. Aliás, fica para a próxima dica...

Reinvestir parte dos lucros

Não adianta enxergar todos os lucros da empresa apenas como dinheiro entrando em caixa. É essencial que parte desse lucro seja reinvestida na própria empresa, seja em novos equipamentos, em capacitação profissional ou em outras necessidades. Na era em que vivemos, a inovação e a busca por conhecimento deve ser constantes, ou a empresa vai ficar para trás e pode acabar indo a falência. Por sinal, a falta de atualização também foi um problema identificado na pesquisa do Sebrae citada no início desse texto. Você não vai correr esse risco, não é?

Utilizar ferramentas financeiras

Para facilitar todos esses pontos citados, existem diversas ferramentas tecnológicas que podem ajudar na gestão financeira e que são ótimos investimentos para a empresa. Essa dica também pode ser unida a anterior, pois os funcionários precisam estar capacitados para utilizar essas ferramentas de forma que o tempo de trabalho possa ser reduzido e que a gestão possa ser mais exata.

Esperamos ter ajudado e desejamos que sua empresa tenha uma excelente saúde financeira e que, dessa forma, possa impulsionar seus resultados. 

A área financeira é uma das mais importantes em uma gestão empresarial, mas ainda é uma das que mais sofre com erros. Em pesquisa do Sebrae sobre o fechamento de empresas nos primeiros cinco anos, foi constatado que 55% delas não haviam elaborado um plano de negócios, 50% não haviam determinado o valor do lucro pretendido e 39% não sabiam o capital de giro necessário.

Percebemos que os erros na gestão financeira podem ser graves e causar até mesmo o fim de uma empresa. Por isso, essa postagem traz algumas dicas importantes para melhorar essa gestão e evitar complicações, além de reduzir custos desnecessários.

Saber precificar o seu produto ou serviço

Por mais simples que pareça, esse ainda é um erro muito comum. É importante levar diversos fatores em consideração no momento de precificar, como os custos de material, mão-de-obra, marketing, horas trabalhadas e a porcentagem de lucro. Muitas empresas pecam nesse quesito e acabam tendo prejuízo. Também é importante citar os descontos, que nem sempre são uma boa estratégia, se não forem bem pensados. Apesar de facilitar a venda, é necessário vender mais e investir mais tempo para ter o lucro desejado.

Mapear os processos financeiros

Um bom mapeamento de processos é essencial, mas não é o suficiente. É preciso definir os indicadores para mensurar os resultados e, é claro, realizar mudanças com base no que for percebido em análises periódicas. Se o custo por aquisição de cliente está muito alto, por exemplo, é necessário fazer um estudo dos motivos e pensar em novas estratégias para reduzir esse custo. Outro exemplo é se for encontrado algum gasto desnecessário e que poderia ser substituído por algum outro recurso mais viável. Para realizar esses processos e mudanças, a organização das equipes faz toda a diferença!

Ter um planejamento financeiro

Nada deve ser feito antes de um planejamento completo. Dessa forma, é possível ter um melhor controle de gastos, se preparar para imprevistos, ter uma definição exata de recursos, objetivos bem definidos e até mesmo a quantidade necessária de trabalho para atingir esses objetivos e o lucro necessário.

A gestão tributária também é um fator fundamental para esse planejamento, para que não haja qualquer inconsistência junto aos órgãos públicos e, é claro, para evitar as multas, que são um dinheiro perdido que poderia ter sido investido na empresa de forma muito mais eficiente. Para isso, os responsáveis precisam estar cientes de todos os impostos que recaem sobre seus produtos, serviços e sobre o regime tributário adotado por ela.

Ter um capital de giro bem definido

Outro fator essencial para qualquer empresa, mas que segue sendo negligenciado em muitas delas. O capital de giro é o que permite bancar o funcionamento da empresa de forma saudável, pensando em transações feitas a prazo, como compras pagas no cartão de crédito por clientes, pagamento de despesas operacionais e fornecedores, manutenção de estoques e outras necessidades.

Por isso, uma empresa não consegue ter muito tempo de vida sem planejar esse custo e acaba se perdendo em dívidas e atrasos.

Separar as despesas pessoais e do negócio

Esse é outro erro muito comum entre empreendedores. É necessário fazer essa separação de forma honesta, para que não haja problemas no futuro. Finanças pessoais e empresariais não podem se confundir! O mesmo vale para os lucros. Aliás, fica para a próxima dica...

Reinvestir parte dos lucros

Não adianta enxergar todos os lucros da empresa apenas como dinheiro entrando em caixa. É essencial que parte desse lucro seja reinvestida na própria empresa, seja em novos equipamentos, em capacitação profissional ou em outras necessidades. Na era em que vivemos, a inovação e a busca por conhecimento deve ser constantes, ou a empresa vai ficar para trás e pode acabar indo a falência. Por sinal, a falta de atualização também foi um problema identificado na pesquisa do Sebrae citada no início desse texto. Você não vai correr esse risco, não é?

Utilizar ferramentas financeiras

Para facilitar todos esses pontos citados, existem diversas ferramentas tecnológicas que podem ajudar na gestão financeira e que são ótimos investimentos para a empresa. Essa dica também pode ser unida a anterior, pois os funcionários precisam estar capacitados para utilizar essas ferramentas de forma que o tempo de trabalho possa ser reduzido e que a gestão possa ser mais exata.

Esperamos ter ajudado e desejamos que sua empresa tenha uma excelente saúde financeira e que, dessa forma, possa impulsionar seus resultados. 

            O Modelo de Negócio que você escolhe para sua empresa, determina a estrutura e a estratégia da mesma para o futuro! Por isso a importância de se construir um Modelo de Negócio bem estruturado para iniciar seu empreendimento.

            Caso você já tenha feito o Modelo de Negócio da sua empresa mas está repensando sobre seu funcionamento e a estratégia em que ela deve seguir, separei 5 passos para te ajudar a criar um novo modelo de negócio.

Mas antes, vamos entender o que é um Modelo de Negócio

            O Modelo de Negócio é uma ferramenta para fazer o planejamento de toda a estrutura de sua empresa, permitindo que se enxergue como seu negócio vai gerar e entregar valor aos clientes.

            É preciso deixar claro nesse documento todas as principais ações do seu negócio, descrevendo como deve funcionar cada área, ou seja, como sua empresa gera receita, como entrega valor para o cliente, como se relaciona com os clientes e como todas essas etapas se conectam entre si. Isso vai fazer com que se compreenda, de forma prática e clara, como a empresa vai funcionar permitindo ter uma visão mais macro e estratégica do negócio.

 

Business Model Generation

            Com a intenção de transformar o processo de criação do Modelo de Negócio, mais simples e visual, foi criado o Business Model Generation, mais popularmente chamado de “Canvas”.

            O Canvas é uma ferramenta criada pelos empreendedores Yves Pigneur e Alex Osterwalder, e consiste em um quadro dividido em 9 blocos onde você pode visualizar todos os pontos fundamentais do seu negócio em apenas uma folha.

Os blocos são divididos em:

  • Segmentos de Clientes: Define o perfil de clientes que a empresa deseja atingir. O seu negócio deve começar por qual público você deseja satisfazer as necessidades, portanto, todas as outras atividades devem ser planejadas em torno desse campo.
  • Proposta de Valor: A proposta de valor é a solução que sua empresa deseja entregar para o mercado e quais os diferenciais dessa entrega.
  • Parcerias Principais: Descreve os principais parceiros da organização, aqueles que são altamente importantes e estratégicos para sua empresa.
  • Atividades Principais: Esse bloco descreve as principais atividades da sua empresa, as que são fundamentais para a entrega de valor para os seus clientes.
  • Recursos Principais: São os recursos mais importantes para que seu negócio funcione da melhor forma e cumpra com sua proposta de valor.
  • Relacionamento com clientes: É a forma e os meios que sua empresa se comunica e se relaciona com seus clientes.
  • Canais: É o meio pelo qual a sua empresa interage com seus consumidores para entregar sua Proposta de Valor. Para preencher esse bloco, é importante que você saiba quais são os canais que seus clientes querem ser contatados ou por meio do qual eles tomaram conhecimento da sua empresa.
  • Estrutura de Custos: Esse bloco descreve todos os custos envolvidos na operação para fazer com que o seu modelo de negócio funcione.
  • Fontes de Receita: Esse bloco descreve toda a forma com que o seu negócio gera receita, ou seja, como o seu negócio ganha dinheiro.

            Agora que você já compreendeu o que é um Modelo de Negócio e qual a importância dele para a estratégia da sua empresa, confira os 5 passos para criar um novo modelo de negócio:

1. Tenha uma idéia em mente:

Para começar o seu modelo de negócio, é preciso que você tenha em mente uma ideia, não de forma superficial e vaga, mas com detalhes de como será esse negócio, qual valor deseja entregar pro seu público, e todas as informações necessárias para a viabilização dessa ideia.

2. Investigue seu público:

Após conseguir reunir as informações sobre o seu futuro negócio ou sobre como você deseja que seu negócio, já existente, funcione daqui pra frente, é necessário entender como o seu público reage a essa ideia. Para isso, estude o mercado em que você deseja se inserir e realize uma pesquisa com o seu público ideal.

É necessário entender se o seu público alvo realmente tem necessidade do serviço/produto que você está oferecendo, quanto eles desejam pagar, quais são os desejos desses consumidores, como e por quais canais eles desejam se comunicar e interagir com sua empresa, enfim é preciso que se entenda a respeito do mercado e do público que a sua empresa deseja se atingir para saber se realmente o seu Modelo de Negócio é aplicável.

3. Coloque suas ideias no Canvas:

            Agora que você já realizou os dois primeiros pontos, chegou o momento de preencher o Canvas. Aqui vão algumas dicas:

  • É importante que nesse momento todos os envolvidos no negócio participem da construção do quadro. Por ser uma ferramenta visual, ela possibilita a discussão entre grupos o que é muito importante para o seu negócio, pois proporciona novas ideias e sugestões para o que está sendo criado;
  • Ao preencher o Canvas, utilize post-its para facilitar a inclusão ou exclusão de ideais;
  • É recomendado que se comece a preencher o Canvas pela proposta de valor e pelo segmento de clientes, pois esses blocos são a alma da sua empresa e ajudará a definir todos os outros.

4. Não tenha medo de errar:

É importante não ter medo de errar ao construir o seu Modelo de Negócio, caso seja necessário construa seu Canvas quantas vezes achar necessário até que sua ideia seja aprimorada.

O Canvas por ser visual, vai fazer com que se perceba os pontos fortes e fracos do que foi construído para medir se vale a pena seguir em frente com o que foi proposto ou não.

Lembre-se: É errando que se acerta, portanto não tenha medo de arriscar na construção do seu Modelo de Negócio!

5. Valide seu Modelo de Negócio:

Depois de seguir todos os passos anteriores, agora é hora de validar o seu modelo de negócio!

            Essa etapa é de extrema importância na hora de saber se seu negócio pode ter sucesso ou não, portanto:

  • Faça novamente uma avaliação objetiva de tudo o que foi definido no Canvas;
  • Procure feedbacks sinceros do mercado;
  • Construa um MPV (Mínimo Produto Viável).

 

E se depois desses pontos o seu negócio for validado com sucesso, é interessante que enfim ocorra a criação do Plano de Negócios para que se tenha um entendimento maior sobre as estratégias e funcionamento da sua empresa, permitindo realizar projeções futuras para o seu negócio.

Curtiu o conteúdo e quer saber Fcap Jr. pode te ajudar na construção do seu Modelo de Negócio? Entra em contato com a gente e conheça nossas soluções!

 

 

 

 

Uma das dificuldades da gestão de recursos humanos de uma empresa é reter talentos. Construir uma boa equipe, harmoniosa, onde os colaboradores se sintam bem em participar requer um empenho a mais, porém, se bem feito, também traz resultados surpreendentes.

Nesse sentido, o cuidado em tirar o melhor de cada membro deve ser o mantra da organização. Isso não implica dizer que os funcionários devem ser tratados de maneira sempre muito rígida, com rotineiras duras cobranças, aliás, muito pelo contrário. Para extrair o melhor de algo são necessárias muita paciência e análise.

Fonte: Eugênio Mussak

Para que você saiba um pouco mais sobre como gerir talentos, nós separamos sugestões valiosas para você refletir o uso delas na sua empresa. Reter  talentos é essencial, mas não vem da noite para o dia. Confira a nossa lista:

Estabeleça planos de carreira aos funcionários

Uma maneira comum de desperdiçar talentos é não promover a eles uma perspectiva de futuro. A ambição em larga escala é um defeito, mas nós devemos entender que, sendo moderada, ela é uma característica comum dos seres humanos.

Portanto, mostrar às pessoas o caminho que elas podem trilhar dentro da empresa é uma decisão confortante, a fim de obter ganhos nos desempenhos delas.

Não havendo um futuro palpável, no sentido de que tudo parece muito distante e inacessível, a tendência é que a equipe não encontre uma razão no trabalho e a produção, consequentemente, diminua.

Para reter talentos é necessária a criação de planos de carreiras para os funcionários. Há serviços especializados justamente para promover esses planos, na medida em que são bons tanto para o aumento da produtividade na empresa, quanto à satisfação dos colaboradores.

Capacitação, metas, tempo de trabalho, remuneração e entre outros são fatores usados para a montagem de um plano de carreira. Tudo isso deve entrar na equação.

Engajar os colaboradores é indispensável

Dedicar-se a algo, fazer alguma coisa com dedicação e afinco. O significado de engajar explica o motivo dessa palavra ter passado a ser tão usada no meio empresarial.

Não é somente desempenhar uma função, muito menos fazer por fazer, uma pessoa engajada tem razões maiores para realizar algo. Despertar o engajamento é uma peça chave para o aumento da produtividade.

Por ser um conceito abstrato, para se conseguir promover o engajamento não depende de uma fórmula única, com um passo a passo descrito. Se para muitos isso pode ser um notícia ruim, faça diferente. Se não existe uma receita para engajar funcionários, então quer dizer que existem várias maneiras.

Utilize a criatividade, faça ações que despertem esse sentimento, etc. O fato é: colaboradores que se dedicam a um determinado fim com afinco estão no seu melhor estado de participação.

Crie um bom clima organizacional

Fonte: Simeon

É praticamente impossível reter talentos em um ambiente desorganizado, tumultuado e de aura pesada. Ter um bom clima organizacional é o suporte para que os colaboradores consigam produzir de acordo com o esperado, ou até superando as expectativas. Um lugar bem organizado por promover até a sensação de engajamento que destacamos no último ponto.

Por o clima organizacional não trazer resultados de forma direta, eles são menosprezados em muitas ocasiões. No entanto, ao mesmo tempo que um bom ambiente de trabalho traz benefícios em grande escala, um péssimo resulta no péssimo desempenho da empresa.

Geralmente, eles são subestimados até quando o fracasso está iminente. Sabendo disso, não deixe sua empresa entrar em declínio para tomar uma atitude e criar um bom clima organizacional.

Recompense o trabalho bem feito

Assim como organizações, como um todo, sentem-se orgulhosas com seus cases de sucesso, o bom funcionário deve receber esse mesmo prestígio. Premiações e recompensas podem ser pensadas como um modo de incentivar que ele permaneça produtivo, além de se tornar um exemplo para os outros.

A ideia do trabalhador que só tem obrigações e prazos já passou há muito tempo. Tanto é que o termo colaborador ganhou força nessas novas relações de trabalho. O tratamento para quem faz a empresa funcionar deve ser bem pensado e colocado em prática.

Caso contrário, já dá para imaginar o que se pode esperar de um trabalhador infeliz e insatisfeito.

Delegue funções importantes

Ainda nessa toada de valorizar o funcionário, na ideia de plantar hoje para colher os bons frutos no futuro, deixar claro a sua importância é uma excelente ação. Para isso, delegar funções importantes é fazer ele se sentir realmente parte da empresa, o que de fato é!

Aqueles que se mostrarem dignos de confiança podem receber uma oportunidade de cuidar de algo mais importante, em comparação com a sua função diária. Além de ser uma mensagem positiva ao membro, esse tipo de ação acaba distribuindo melhor as atividades da empresa, desafogando o trabalho de todos os outros.

É válido ressaltar: o cuidado em como essas funções serão distribuídas requer um planejamento organizado, para evitar o descontentamento de uns e os erros de outros.

Incentive regularmente a troca de informações

Fonte: 4you

Criar um canal aberto de sugestões, críticas e elogios é muito importante para obter informações sobre a empresa. Às vezes, os pontos citados anteriormente neste artigo são feitos, mas o resultado pode não ter sido o esperado justamente pelo fato de que os membros da organização não foram escutados. 

Ao mesmo tempo em que críticas não-construtivas devem ser deixadas de lado, as de interesses notáveis não podem ser coibidas. Um ambiente coeso só existe quando há espaço a ouvir o contraditório.

E, sim, os elogios também são bem vindos e podem responder se o trabalho está sendo bem feito. A comunicação deve ser estimulada em qualquer instituição.

Aproveitar da melhor maneira possível o nosso potencial é uma lição diária, que também pode ser transportada a como lidamos com a gestão dos funcionários da nossa empresa. Acreditar e alimentar as qualidades das pessoas é uma virtude produtora de bons frutos.

Usar os talentos dos colaboradores sempre beirando a perfeição não é tarefa fácil. Mas já que neste artigo você aprendeu um pouco mais sobre a importância da retenção deles, entra em contato com a nossa equipe clicando aqui, e aí nós te auxiliaremos a elevar o potencial da sua organização.

Como está a saúde financeira da sua empresa? E os processos, são bem definidos? As pessoas da sua equipe estão engajadas?

Quando estamos doentes, procuramos um médico para diagnosticar qual o problema que temos. O mundo empresarial também segue o mesmo raciocínio, quando algo não está indo bem na organização, é necessário realizar um diagnóstico para identificar quais pontos precisam de melhorias e quais aqueles em que podemos otimizar. 

 

Mas afinal, o que é um diagnóstico empresarial?

 

O diagnóstico empresarial é uma metodologia de avaliação de empresas que analisa detalhadamente o funcionamento da organização como um todo e das suas principais áreas de gestão.

Para as organizações, o diagnóstico possibilita ter uma visão mais clara e holística sobre os processos que envolvem a empresa, fazendo com que o gestor conheça melhor o seu negócio e consiga alcançar melhores resultados através de decisões estratégicas mais assertivas. 

O diagnóstico pode abranger várias áreas da organização, como por exemplo:

 

  • Área Financeira: Avalia a saúde financeira da organização, envolvendo o planejamento e análise do controle das atividades financeiras da empresa, com base nos principais indicadores de desempenho financeiro.
  • Área de Marketing e Vendas: Analisa o marketing da empresa como um todo, a relação com seus clientes e consumidores e avaliação do setor comercial da empresa e as vendas realizadas.
  • Área Estratégica: Avalia a estratégia da empresa, seus objetivos e metas a médio e longo prazo e auxilia a empresa na produção de um planejamento estratégico coerente com suas necessidades organizacionais. 
  • Área Operacional e de Pessoas: Analisa o engajamento dos colaboradores e o clima organizacional da empresa, além da identificação e padronização de processos, possibilitando uma equipe mais produtiva e motivada.

A partir da análise desses pontos, é possível que você consiga enxergar melhor os pontos fortes da sua organização e quais aqueles que precisam ser melhorados para que a empresa possua vantagens competitivas em um mercado cada vez mais disputado.

 

Benefícios de fazer um diagnóstico empresarial

 

Mesmo entendendo o que é um diagnóstico empresarial e como ele pode te ajudar, você ainda pode ter dúvidas do porque realizá-lo em sua empresa. Por isso, separei 6 benefícios que um diagnóstico pode trazer ao seu negócio:

 

  • Descobrir o grau de maturidade da sua organização:

 

O diagnóstico possibilita o empresário conhecer o grau de maturidade da sua empresa, através da avaliação de como os principais processos da organização são executados e os resultados gerados a partir deles. 

Esse conhecimento pode contribuir muito para o estabelecimento de estratégias e implementação de um processo de melhoria contínua na empresa. 

 

 

  • Identificar quais áreas são mais importantes para o seu negócio:

 

Cada empresa possui áreas mais importantes, ou que precisam de mais atenção e, dependendo dessa importância, deve-se criar planos de ação e estratégias baseadas no que for mais prioritário. Dessa forma, possibilita com que áreas como a de vendas, por exemplo, tenham estratégias mais assertivas gerando mais lucro para a empresa.

 

  • Fazer uma comparação do desempenho atual da empresa:

 

O diagnóstico propicia uma comparação da situação atual da empresa com desempenhos anteriores. Ao fazer essa comparação, pode-se ter clareza do que necessita de mais atenção na gestão da empresa e o que pode esperar um pouco mais.

 

  • Apresentar onde se encontra o problema e o que deve ser feito para solucioná-lo:

 

O diagnóstico empresarial permite que seja possível identificar exatamente quais são os erros que a empresa está cometendo que a impede de melhorar a sua gestão. Identificando esses erros e em que área da empresa ele está sendo cometido, é possível solucioná-lo com mais precisão e eficiência. 

Seguindo o exemplo que mencionei no início do texto, quando estamos doentes e vamos ao médico, ele identifica qual é o nossa doença e nos dá a melhor solução para melhorarmos o nosso problema. Da mesma forma acontece no mundo empresarial, quando a sua empresa apresenta problemas, é preciso realizar um diagnóstico para entender esses pontos a melhorar e dessa forma identificar a melhor solução para que o seu negócio volte a funcionar de forma saudável.

 

  • Identificar pontos fortes e pontos a melhorar da organização: 

 

Uma das grandes vantagens de realizar um diagnóstico é identificar os pontos fortes e fracos do seu negócio. Isso permite com que você entenda melhor sua empresa e consiga criar vantagem competitiva em cima dos pontos fortes da sua organização e minimizar os impactos que os pontos fracos podem gerar nas oportunidades que mercado apresenta.

 

  • Ter uma visão do mercado e da concorrência: 

 

Como já falado anteriormente, conhecer a sua organização pode te ajudar a criar oportunidades de negócios e minimizar os impactos que podem surgir pelos pontos fracos. 

Da mesma forma, conhecer o mercado e sua concorrência, pode te ajudar a criar vantagem competitiva perante os seus concorrentes e aproveitar as oportunidades que o mercado tem para ofertar de forma inteligente e eficaz.

 

A importância de uma opinião externa nesse processo

 

Muitos gestores têm dificuldades em realizar o diagnóstico empresarial, devido ao investimento de tempo necessário. Esse processo pode acabar tomando muito tempo de toda a equipe, fazendo com que deixem um pouco de lado as questões do dia dia do negócio.

Por isso, o ideal é optar por terceirizar esse processo, contratando uma consultoria.

Com o diagnóstico sendo realizado por uma empresa especializada, é possível ter uma visão imparcial e clara sobre o que está acontecendo no seu negócio.

Quando estamos na correria do cotidiano podemos não perceber os problemas que podem estar bem claros na nossa frente, por isso que alguém com esse olhar de fora é importante, contribuindo para um diagnóstico mais preciso e gerando ideias para solucionar os problemas detectados.

Feito todo o diagnóstico empresarial, é preciso que você e a sua equipe estejam comprometidos a colocar a mão na massa para resolver os problemas, tendo a consciência dos pontos em que sua empresa precisa melhorar!

E aí, entendeu a importância de um diagnóstico feito por especialistas para te auxiliar a entender mais sobre o seu negócio e assim conseguir melhorar os resultados da sua empresa? Agende uma conversa com a gente e tire todas as suas dúvidas de como podemos ajudá-lo!





Cultura organizacional

Vamos fazer um exercício mental. Quando pensamos em um determinado país, qual a primeira coisa que vem à nossa cabeça? A resposta para muitos pode variar, é claro. Mas garanto que todas essas respostas possuem uma característica em comum: a cultura.

Quando falamos na Índia, por exemplo, imaginamos logo em grandes festividades hindus e animais transitando nas ruas daquele país, já que para eles, alguns animais são considerados sagrados em sua religião.

Cultura é isso, é o poder de identificação de um grupo social promovendo um senso de coletividade em comum que permite o crescimento da sociedade.

Em uma empresa, isso não é muito diferente, existindo a cultura organizacional que é bastante importante para desenvolvimento da mesma. Por isso, listamos aqui os principais pontos que você deve saber sobre esse conceito no meio empresarial.

Conceito

Fonte: Comunidade Sebrae

De uma maneira geral, a cultura organizacional pode ser definida pelo conjunto de valores, claros e bem estabelecidos, que são compartilhados pelos membros de uma empresa, melhorando o ambiente de trabalho e que caracterizam uma organização frente ao mercado e a sociedade. 

O termo “mundo empresarial” não é dito à toa e possui um grande significado. As empresas, são como um universo próprio e possuem valores, regimentos, crenças, hábitos, rotina atitudes, missões, linguagem, visões e outras características próprias que são difundidas pelos seus participantes com o objetivo de fortalecer os vínculos dos envolvidos e prosperidade da organização.

Tudo isso citado, se enquadra na cultura de uma organização, que por sua vez deve ser bem estabelecida e difundida para que alcance os objetivos desejados 

Um grande exemplo de modelo de cultura organizacional que é bastante conhecido é o da empresa Google. Você já deve ter escutado alguma vez na sua vida alguém falar: “Quero trabalhar na Google”.

Esse desejo é explicado pelo sucesso de sua cultura organizacional, no qual o ambiente de trabalho costuma ser bem descontraído, bem informal e bem divertido, diferente de muitas empresas que são muito formais. Além disso, os membros ganham diversos benefícios, como prêmios e viagens, que reconhecem o valor do trabalhador para o sucesso da empresa.

Essa cultura na Google acaba aumentando as relações pessoais dos funcionários ali presentes e, consequentemente, a prosperidade econômica. 

Fortalecimento de equipe

A principal vantagem da implementação de uma boa cultura na organização é o fortalecimento de equipe. Isso acontece, pois os membros estão submetidos aos mesmos ideais, que são difundidos e seguidos por estes no cotidiano de uma empresa. 

O livro “Sapiens, uma breve história da humanidade” conta a história do surgimento da humanidade com os primeiros seres humanos que habitaram o nosso planeta. Uma característica que chama atenção da nossa espécie pré-histórica, foi a criação do senso de coletividade, que foi criado entre eles, que foram guiados por um objetivo em comum: a sobrevivência.

Para sobreviver naquelas condições de vida, eles precisavam cooperar e a partir daí, foram surgindo as primeiras relações sociais que eram norteadas por meio de histórias e visões em comum, promovendo sucesso na seleção natural de nossa espécie.

Essa história contada justifica bem que valores e ideais compartilhados em um grupo, faz com que os participantes desse meio cooperem e cresçam. Por isso, a criação de uma cultura na organização é essencial para o fortalecimento de equipe e desenvolvimento empresarial

Deve ser praticada 

A frase “Na teoria é uma coisa, mas na prática é outra” caracteriza bem a situação de várias empresas, já que muitas não costumam colocar em prática seus ideais, ficando restrito apenas no papel.

Um exemplo atual que isso acontece é o caso da Petrobrás. No site da empresa, no tópico “Quem somos”, são listados os valores empresariais que deveriam ser aplicados e difundidos no ambiente da corporação. “Ética e transparência” é citado como um valor que em teoria era para ser seguido por esta empresa.

Porém, os grandes casos de corrupção que envolvem a Petrobras mostram o contrário, que seus membros não estão aplicando na prática o que estava regulamentado em seus princípios. 

Para reverter essa problemática, a cultura organizacional deve ser bem clara e bem estabelecida, devendo sempre ser compartilhada pelos membros participantes e ser colocada em prática.  

Identidade Corporativa

Quando pensamos em uma empresa qualquer, além do seu nome, pensamos também em sua logomarca. Mas além disso, vem à mente outras características que representam bem essa corporação no mercado, como: símbolos, cores, valores e práticas comerciais. 

A cultura organizacional engloba todas essas características citadas e é responsável pela identidade corporativa frente ao mercado e aos seus funcionários. Com o tempo, após um processo de consolidação cultural, os membros participantes de uma empresa se identificam com a corporação e se engajam, gerando uma sensação de pertencimento que acarreta bons resultados de crescimento. 

A Netflix é um exemplo de empresa que transparece bem seus valores culturais e, com isso, criou uma identidade corporativa bastante característica.

A relação com cliente que a Netflix criou nas redes sociais, interagindo com seus seguidores, reflete bem a dinâmica do trabalho dos seus funcionários que são guiados por comportamentos e habilidades que compõem os valores da empresa, como por exemplo “comunicação”, que é uma característica que essa empresa busca dos seus participantes. 

Como implementar? 

O primeiro passo para a implementação de uma cultura na organização é reconhecer a importância de uma boa cultura para o bem estar de uma empresa. Em uma pesquisa feita pela revista “Exame”, mais de 90% dos cinco mil empresários entrevistados, reconhecem que a cultura de uma organização é importante para os resultados da empresa. Porém, apenas 15% dizem que sua cultura organizacional vigente é ideal. 

Além disso, uma pesquisa de clima entre seus colaboradores deve ser feita. Analisar o índice de satisfação dos seus funcionários é essencial para a identificação dos problemas e posterior resolução dos mesmos, criando estratégias de sucesso para implementação.  

Quer saber como melhorar ou até mesmo criar uma cultura organizacional forte, que torne a sua equipe bem alinhada com os objetivos da sua empresa? Pois entra em contato com a gente e saiba mais como a FCAP JR., referência no mercado de consultoria, pode te ajudar.

 

É de conhecimento comum que gerenciar o setor financeiro da empresa é essencial para o negócio ter lucro e crescer, isto porque uma empresa financeiramente saudável consegue otimizar seus recursos evitando desperdícios e mantendo o negócio funcionando.

Apesar da sua importância, ainda existem muitos empreendimentos que não se dedicam ao controle financeiro da sua empresa. É o que mostra uma pesquisa recente realizada pelo SEBRAE, indicando que a falta de capital é um dos motivos que levam as empresas a fecharem suas portas.

A organização financeira não é apenas uma obrigação formal, mas uma fonte valiosa de informações para o gerenciamento dos negócios, um fator primordial na tomada de melhores decisões operacionais e estratégicas.

Com o desenvolvimento da tecnologia, vários aspectos da vida foram facilitados, inclusive o financeiro. Há dezenas de aplicativos que tem a função de ajudar os usuários e suas respectivas empresas a desenvolverem e manterem um planejamento financeiro.

  • O que é preciso entender antes de planejar a organização financeira de uma empresa?

Embora as ferramentas e softwares focadas na organização financeira tenham suas funcionalidades didáticas, como já citado, tal facilidade deve ser aplicada de modo a somar e contribuir na geração de informações financeiras relevantes durante os momentos de tomada de decisões.

Pensando assim, antes de decidir qual a ferramenta ou software que melhor se adequa a realidade de uma empresa, é fundamental que haja o entendimento de alguns conceitos básicos relativos ao universo financeiro, os quais podem servir de base para medidas futuras.

  • Receitas: abrange todos os valores recebidos pela empresa, provenientes da venda de produtos ou serviços, juros recebidos ou até mesmo da venda de um ativo;
  • Despesas: aqui entram todos os gastos necessários para a empresa manter suas operações, mas que não estão ligados diretamente à atividade fim do negócio. Nesse grupo entram o aluguel, gastos com marketing e venda, por exemplo;
  • Custos: assim como as despesas, também são gastos realizados pela empresa. A diferença é que os custos têm relação direta com a produção ou a aquisição de produtos, ou seja, com a atividade fim da empresa. Se enquadram nessa categoria compra de matéria-prima, de mercadorias para revenda e os salários dos trabalhadores de uma linha de produção, por exemplo;
  • Capital de giro: é o recurso disponível para sustentar as operações do dia a dia da empresa;
  • Demonstração do resultado do exercício (DRE): é um relatório que lista as receitas, despesas e o resultado líquido de um determinado período;
  • Ponto de equilíbrio: é o momento em que as receitas da empresa são iguais às despesas, ou seja, a operação começa a se pagar, mas ainda não há lucro;
  • Balanço patrimonial: mostra a situação financeira da empresa, o que inclui os ativos, passivos e o patrimônio líquido.

 

Melhores ferramentas de organização financeira

Para você que está começando o seu negócio e que está procurando alternativas descomplicadas e baratas para prosseguir, selecionamos 5 ferramentas financeiras simples que auxiliam na organização financeira da empresa.

1. QUICKBOOKS ZEROPAPER

O ZeroPaper é um sistema de controle financeiro fácil de usar. Disponível para iOS e Android, com ele é possível ter fluxo de caixa completo, gerar relatórios financeiros de receitas e despesas, gerenciar agenda de clientes, importar informações bancárias, entre outros.

Essa ferramenta possui uma versão gratuita com recursos limitados e alternativas pagas que permitem realizar controle de estoque e orçamentos personalizados. Os recursos avançados estão disponíveis em versões com assinaturas que começam em R$ 29,90 por mês. Os dados inseridos na ferramenta são protegidos com criptografia SSL, a mesma utilizada por bancos.

2. NIBO

O Nibo é um software online que pode ser utilizado tanto por empresas quanto pelos próprios contadores. Com ele, através de uma mesma plataforma é possível criar e gerir boletos, emitir notas fiscais, fazer o fluxo de caixa e conciliação bancária, organizar contas a pagar e receber além de outras funcionalidades.

Para utilização do software é necessário desembolsar um valor mensal, o qual é bastante atraente, ainda mais porque o sistema dispõe de relatórios bem completos que, além de uma visão geral do negócio, permitem deixar a operação financeira e a contabilidade de sua empresa ainda mais ágil e assertiva.

3. CONTAAZUL

O ContaAzul é um sistema de gestão empresarial e financeira online bastante completo e com muitas funcionalidades, mas simples de usar. Ele tem como foco contribuir com o desenvolvimento do empreendedor, integrando não apenas processos financeiros, mas outras atividades, como gestão de vendas e estoques, por exemplo.

Eleito pela Folha de São Paulo como o melhor sistema de gestão para pequenas empresas e com mensalidades a partir de R$ 89,90, com ele é possível centralizar tudo em um único lugar: contas a pagar e a receber, nota fiscal de produto e serviço, boleto de cobrança, fluxo de caixa diário e mensal, integração bancária, integração contábil, conciliação bancária, DRE gerencial, frente de caixa online e muito mais.

4. BLING

Bling ERP é um sistema gerenciador financeiro online para empresas, o qual agrada, principalmente, quem possui e-commerce. Vem com função para fluxo de caixa, organiza pedidos recebidos, faz ajuste de contas bancárias e consegue automaticamente importar dados de uma loja virtual para a plataforma.

Além disso, tem opção para controlar e organizar estoque de produtos, emite nota fiscal, faz controle de caixa ao registrar vendas, oferecendo também opção para cadastro e gerenciamento de clientes.

O Bling é mais um dos gerenciadores financeiros para empresas que integram mais funções do negócio e, por isso, se classifica como um ERP para micro e pequenas empresas.

É importante salientar que essa ferramenta tem uma versão de teste grátis, mas que, dependendo dos objetivos de quem o contrata, possui pacotes com mensalidade a partir de R$ 25,00.

5. PLANILHAS

Para quem não é familiarizado com aplicativos ou prefere métodos mais tradicionais para gerenciar as finanças, pode apostar nas planilhas. A vantagem dessa opção é a possibilidade de criar um documento personalizado, inserindo apenas categorias que você realmente usa.

Para facilitar o controle de gastos, é importante se lembrar de salvar o arquivo na nuvem. Assim, é possivel acessar o documento de onde estiver, mesmo por meio do celular.

Em relação ao quesito segurança, pode ser importante investir em uma senha para acessar o documento. Ou, então, guardar os dados em um local que seja realmente seguro.

  • Como escolher qual a melhor opção para você ou o seu negócio?

Depois de apresentar algumas das principais e mais conhecidas ferramentas, é importante entender como fazer a escolha da que mais bem se adequa a realidade da organização. Para isso, é importante ter atenção a algumas condições:

  • Análise das principais necessidades da empresa, buscando saber o que é prioritário;
  • Analisar se a ferramenta disponibiliza estrutura inteligente para facilitar a organização de maior volume de dados e informações;
  • Verificar se o sistema oferece maior rapidez e agilidade nos processos e maior autonomia para os usuários;
  • Escolher uma ferramenta que ofereça interface simples, moderna e intuitiva;
  • Verificar se a ferramenta oferece integração com outras interfaces, principalmente aquelas implantadas pelos órgãos governamentais;
  • Fazer um teste gratuitamente, já que as empresas desenvolvedoras oferecem versão para demonstração por um prazo determinado;
  • Analisar se o sistema conta com suporte para atender às necessidades do escritório, podendo atender a qualquer momento.

CONCLUSÃO

Como já foi visto, a gestão financeira é imprescindível para o sucesso da organização. Sendo assim, independentemente da ferramenta escolhida para implementar a organização financeira na sua empresa, é importante que essa prática se torne parte da rotina.

Reserve um tempo hábil para analisar as finanças da sua empresa e saber para onde está indo seu dinheiro. Veja se suas receitas estão superando seus gastos. Caso as despesas estejam altas em determinada categoria do orçamento, busque compensar os gastos em outras áreas.

Fazer um bom planejamento financeiro é outro cuidado importante. Ao saber quanto pode gastar em cada categoria do seu orçamento, é possível evitar armadilhas que podem prejudicar a saúde financeira da organização.

Com a organização financeira na rotina da sua empresa, a realização de novos projetos e o aumento do seu patrimônio líquido ficarão mais próximos do que se imagina.

Agora que você já sabe conhece algumas dicas de ferramentas para melhorar a organização financeira da sua empresa e da sua importância para as tomadas de decisão, analise qual a melhor opção e passe a fazer, cada vez mais, o melhor controle das suas finanças.

Caso surja alguma dúvida, procure a FCap Jr Consultoria através do nosso site ou no instagram @FcapJr.

           Toda e qualquer empresa, não importando qual o seu tipo de atuação ou em que mercado está inserida, tem uma série de rotinas. São tarefas que ocorrem com repetição constante em maior ou menor velocidade, podendo ser extremamente simples e operacionais ou, até mesmo, complexas e lentas. Mesmo assim, caso elas aconteçam sempre usando os mesmos tipos de recursos e tendo o foco em um mesmo resultado, podem ser entendidas como um processo.

Os principais objetivos da gestão de processos estão voltados a entender exatamente o que ocorre em cada uma destas rotinas, de modo a identificar pontos de melhoria e aprimorar a rotina de maneira, tal que seja cada vez mais eficiente.

Neste contexto, a busca por economia, agilidade, produtividade, segurança e qualidade nunca termina, assim como os ganhos conquistados devem ser sempre incorporados ao dia a dia da operação.

Por que fazer a gestão dos processos?

A partir do momento em que uma empresa decide traçar seus planos, criando, assim, objetivos, metas, além de suas respectivas estratégias, tem-se início a uma jornada, a qual se inicia com a elaboração de ideias abstratas e segue até a produção de resultados concretos. No meio de campo, passa a ser responsabilidade da gestão alocar os recursos e controlar a produção dos resultados.

No que diz respeito aos processos, os interesses se dirigem para a otimização da relação entre entradas (inputs) e saídas (outputs). O que, em outras palavras, significa o objetivo primário da gestão de processos: produzir resultados superiores, consumindo quantidades de recursos inferiores, ocorrendo tudo isso em prazos cada vez mais acelerados.

Em contrapartida, tendo como propósito atingir o estágio de eficiência, os gestores devem se valer cada vez mais de fundamentos concretos. Dessa forma, é imprescindível que haja o acompanhamento do fluxo de trabalho de perto, comparando as etapas e as atividades com os padrões de excelência. Se, no contexto analisado, o que é feito se revela incompatível com os modelos de qualidade, haverá desperdício de recursos ou produtividade aquém do potencial.

            Cientes dessas premissas e visando cada vez mais a excelência em gestão, é importante ter bastante atenção como executar e controlar com eficiência as operações através da gestão de processos, a fim de conquistar os seguintes pontos:

  • Aumentar a produtividade: Empregar técnicas, tecnologia e métodos de organização mais adequados e promover o aprimoramento contínuo das atividades, ampliando os outputs gerados em volume e qualidade.
  • Reduzir custos: Seguir padrões que reduzam o consumo de bens, tempo e capital para produção dos resultados da empresa, quer seja um produto, um serviço ou, até mesmo, uma decisão.
  • Melhorar a gestão do tempo: Produzir em prazos mais curtos, especialmente com o auxílio da tecnologia e das medidas de simplificação de processos.
  • Auxiliar a tomada de decisão: Acompanhar as atividades de perto e reunir informações sobre o funcionamento dos processos, permitindo a tomada de decisões mais aderentes às necessidades da empresa.

Como fazer a gestão dos processos?

Ciente da importância atrelada à boa gestão de processos, surge o questionamento: “O que eu devo fazer para obter tais vantagens?”

1.      Mapeie os processos da empresa

Descreva, de forma esquemática, os processos da cadeia de valor da empresa, identificando relações de causa e efeito entre as partes envolvidas. De maneira objetiva, nada mais é que entender qual é o passo a passo do ingresso de recursos no sistema até a produção dos resultados.

É importante entender que o mapeamento é o ponto de partida para avaliar os padrões utilizados pela organização e diagnosticar deficiências, o que só se justifica pelo que foi  Com base em tudo que foi mapeado, as práticas estabelecidas podem ser confrontadas com as referências do mercado e com as expectativas da empresa.

 

2.      Estabeleça indicadores de desempenho:

Como já citaram Robert Kaplan e David Norton, influentes e renomados quando o assunto é gestão empresarial: “O que não é medido não é gerenciado.” Dessa forma, é imprescindível que se escolha um conjunto de índices e taxas para entender o desempenho dos processos.

Um exemplo simples para ilustrar esta etapa diz respeito a uma mudança no RH, quando o setor passa a coletar dados sobre o retorno do investimento em treinamentos, turnover, produtividade e custo das horas extras.

O sistema de indicadores é fundamental por dois motivos principais: fornecer o conhecimento necessário sobre as práticas atuais e permitir a comparação entre o desempenho presente e o histórico, a partir de futuras medições. Desse modo, monitorar indicadores é essencial para entender se estar no caminho certo.

 

3.      Identifique oportunidades de melhoria

Após o cumprimento das etapas anteriores, ficam visíveis todos os passos dos processos, inclusive em que ponto ele está travando, gerando desperdícios ou ocasionando uma má percepção pelos clientes.

Nesta terceira etapa são feitas as alterações nos processos, somente depois de ver e compreender todo o histórico até a finalização, que é quando se pode analisar quais mudanças podem ser implementadas na rotina, além das suas respectivas influências sobre a percepção do valor agregado.

Para eleição das melhorias mais adequadas, pode ser interessante contar com o auxílio de consultores externos, os quais, além de agregar com o conhecimento técnico e com a habilidade de adequar práticas empresariais aos padrões de excelência, têm experiência e representam uma visão externa à operação.

 

4.      Implemente as melhorias

Sendo elencadas as melhorias, faz-se necessária a criação de um plano de ação para realizar a implementação, o qual deve ser desenvolvido a partir de conversas com os líderes e tomando providências para engajar os colaboradores. O ideal é contar com as sugestões dos próprios envolvidos por meio de entrevistas e pesquisas de campo.

Este plano de implementação deve contar não só com as ações definidas, mas é importante que haja a definição de prazo, responsáveis, como ocorrerá cada uma das etapas e deixar claro qual o objetivo de tais alterações.

É aqui em que são descritas cada uma das tarefas a serem executadas no processo, manualizando as rotinas de trabalho, a fim de que qualquer pessoa possa seguir o passo a passo e executar.

 

5.      Monitore a execução dos processos

Após todas as mudanças, para que se evitem desvios e que seja possível a tomada de medidas corretivas, em caso de inconformidades durante a execução, é necessário que o processo seja monitorado.

Este é outro ponto importante, visto que muitas empresas não possuem um sistema de controle de qualidade em seus processos e acreditam que estão fazendo o certo, mas, gradativamente vão perdendo mercado, pois não conhecem a percepção de seus clientes sobre seu produto ou serviço.

Vale salientar que o monitoramento vai além de ter um reclame aqui em seu site, valendo-se apenas da qualidade percebida pelo cliente. Desse modo, monitorar é estar envolvido com a causa e tentar prever os problemas antes que aconteçam.

CONCLUSÃO

A gestão de processos está além de conhecer a operação e saber as etapas, mas sim envolve agir de forma estratégica a fim de buscar resultados e agregar valor através do monitoramento constante da operação.

Assim sendo, a gestão de processos, quando feita de forma eficiente, possibilita o melhor e maior conhecimento das operações da empresa, dando condições para uma melhor avaliação dos resultados.

Seguindo esta temática e conhecendo os conceitos apresentados, além do potencial que eles podem exercer sobre sua empresa, procure colocá-los em práticas e gerar cada vez mais possibilidades de resultados.

Caso ainda haja alguma dúvida, sinta-se a vontade para deixar um comentário ou falar conosco!